Curso de História da Arte do Século XX

Curso de História da Arte do Século XX 

Estrutura Completa do Curso – clique aqui

O Colégio de Arquitetos – Centro de Estudos de Arquitetura e Fomento Cultural é uma associação sem fins lucrativos, onde consta no item 3° de seu estatuto: “Fomentar a arte e a cultura, em todas as suas formas de expressões”. Constam ainda em ata que desde o dia 09 de outubro de 2008, que o Colégio de Arquitetos passou a ser o sucessor e mantenedor do CECAP – Centro Cultural Antônio do Pinhal.
O Curso de História da Arte do Século XX.” que vem funcionando desde janeiro de 2009, com participação de profissionais da área do jornalismo, pedagogia, artes, teólogos e arquitetura.
São estudados os movimentos artísticos do Século XX, bem como os artistas que foram protagonistas dos movimentos, além de exercícios para a reprodução de trabalhos de artes que podem ser: desenhos, vídeos, músicas, textos ou artigos científicos sob a influência do movimento artístico objeto de estudo, produzindo materiais para a mídia em geral e para exposição no CECAP – Centro Cultural Antonio do Pinhal, em Mogi das Cruzes, São Paulo, e outros locais públicos ou privados mediante futuras parcerias.


Requisito Mínimo

O Requisito mínimo para a participação no Curso é ter 18 anos de idade. O Curso é aberto para qualquer pessoa que goste de ler, debater, pesquisar e produzir material para a divulgação dos resultados obtidos nos encontros.


Aprendizagem EAD e atividades obrigatórias

Será disponibilizado conteúdo básico nos sites: www.pinhal.org e www.colegiodearquitetos.com.br com aulas em EAD – Ensino à Distância para os alunos inscritos. É necessário que o aluno assista aos vídeos para o desenvolvimento dos trabalhos que serão passados como exercícios.

 


Início do Curso: Imediato após confirmação da inscrição.


FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO:

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CONTEÚDO

Módulo 1 – Conteúdo básico:
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A senha será encaminhada via e-mail para acessar as páginas do curso.

Conheça os Museus de Arte pelo mundo:
http://www.colegiodearquitetos.com.br/museus-de-artes-mundo/


INFORMAÇÕES:

Rua Boa Vista, 108 – Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
(11) 2819 3776
(11) 4726 1336
Email: cda@colegiodearquitetos.com.br

Palestras TED

As Palestras TED mais inspiradoras para arquitetos

Palestras TED

A sigla TED vem das palavras Tecnologia, Entretenimento e Design. Trata-se de uma organização sem fins lucrativos cujo objetivo é compartilhar “idéias que merecem ser difundidas”. Através de suas palestras populares (TED talks), a organização já tratou de inúmeros tópicos, incluindo ciência, política, arte e design, desenvolvimento e educação sustentável, entre outros.

O TED declara em seu site que tem uma paixão por edifícios: “Grandes ou pequenos, nós estimamos as visões inspiradoras por trás deles.” E é essa admiração que tem permitido grandes arquitetos participarem das Palestras TED para compartilhar suas idéias com o público.

Diferentes pontos de vista da arquitetura, como Joshua Prince-Ramus, o arquiteto da Biblioteca Pública de Seattle, para quem um grande edifício não surge a partir de um golpe de gênio, mas uma abordagem racional e colaborativa, confrontados com as idéias de Frank Gehry, que entende cada edifício como o produto de uma forte visão individual. De outro ponto de vista, Cameron Sinclair nos desafia a projetar para causas humanitárias, apresentando um sistema de Open Network Architecture, que estaria diluindo os limites da autoria de uma obra de arquitetura e promovendo a colaboração interdisciplinar.

 A seguir selecionamos especialmente as melhores apresentações no campo da arquitetura.

1. Thomas Heatherwick: Construindo a Catedral de Semillas. 

Geralmente há uma resposta óbvia para a maioria dos problemas, no entanto, Thomas Heatherwick é um arquiteto que se recusa a tomar a rota convencional e este vídeo mostra-nos cinco projetos resolvidos através de desenhos inteligentes inspirados pela biologia.

2. Bjarke Ingels: 3 histórias de arquitetura evolutiva. 

Enquanto seus edifícios são admirados mundialmente, para Bjarke Ingels é muito mais útil e interessante a história por trás do desenho de seus projetos. Diante de sua própria história da arquitetura evolutiva, detalha como o processo de projeto reflete as teorias de Darwin, a adaptação e improvisação.

3. Joshua Prince-Ramus: A Biblioteca Pública de Seattle e outros projetos. 

Aos olhos do arquiteto Joshua Prince-Ramus, fundador do REX e OMA Nova Iorque, hiper-racionalidade significa pegar um pensamento racional, frio e duro e levá-lo a níveis extremos, quase absurdos. Este foi o processo usado na Biblioteca Pública de Seattle, no Museu Plaza em Louisville e no Teatro Charles Wyly, em Dallas.

4. Cameron Sinclair e a arquitetura de código aberto. 

Ao receber o Prêmio TED em 2006, Cameron Sinclair demonstrou como os designers e arquitetos podem ser apaixonados no momento de responder à crise imobiliária global, apresentando seu projeto para desenvolver uma rede que melhora as condições de vida a nível mundial através do projeto colaborativo.

5. Magnus Larsson: Transformando dunas em arquitetura. 

O estudante de arquitetura Magnus Larsson detalha seu plano ousado para transformar o deserto do Saara usando bactérias e um material construtivo surpreendente: a própria areia. Sua ideia é criar uma parede que possa ser projetada e construída pela própria natureza, criando espaços verdes e proporcionando locais para as pessoas viverem.

6. Julian Treasure: Por que os arquitetos precisam usar seus ouvidos.

Devido a problemas de acústica, alunos perdem 50 por cento do que os seus professores lhes dizem nas salas de aula e os pacientes têm problemas para dormir em hospitais, porque se sentem continuamente estressados. Julian Treasure convida os arquitetos a prestarem atenção à “arquitetura invisível” do som.

7. Liz Diller: Uma bolha gigante para o debate. 

O National Mall, em Washington DC é possivelmente o espaço público mais importante dos EUA. O trecho famoso já foi palco de grandes discursos públicos e de manifestações. Apesar disso, o espaço é limitado por construções de pedra em ambos os lados. O mais introvertido deles corresponde à Hirshhorn. Diller Scofidio + Renfro, buscando transformar este edifício em um espaço aberto e brilhante capaz de refletir o espírito do fórum público, propôs uma bolha de ar.

8. Frank Gehry como um jovem rebelde.

Antes de se tornar uma lenda, o arquiteto Frank Gehry faz uma revisão por seus primeiros trabalhos, desde sua casa em Venice Beach até Centro Americano em Paris, que estava em construção na época desta palestra em 1990.

9. Daniel Libeskind: 17 Palavras da Inspiração Arquitetônica. 

Daniel Libeskind desenvolve idéias monumentais. Nesta palestra ele compartilha 17 palavras sobre as quais se apoia sua visão da arquitetura – básica, arriscada, emocional, radical – oferecendo inspiração para qualquer empreendimento criativo.

10. David Byrne: Como a arquitetura ajudou na evolução da música. 

Finalizamos esta lista com um personagem que não é um arquiteto, mas sempre manteve uma estreita relação com as questões relacionadas com a cidade e com a arquitetura. Enquanto sua carreira musical progredia, David Byrne passou de seus concertos no CBGB ao “Carnegie Hall’. Byrne pergunta: É o lugar que faz a música? De tambores tocados nas ruas, passando pelas óperas de Wagner e chegando ao rock, ele explora como contexto arquitetônico levou a inovação musical.

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/01-175280/as-10-palestras-ted-mais-inspiradoras-para-arquitetos.

Croquis na arquitetura

Croquis na arquitetura

Croqui é o primeiro esboço de um projeto arquitetônico. Um croquis (palavra francesa eventualmente aportuguesada como croqui ou traduzida como esboço ou rascunho) costuma se caracterizar como um desenho de arquitetura, moda ou um esboço qualquer.

Um croqui, portanto, não exige grande precisão, refinamento gráfico ou mesmo cuidados com sua preservação, diferente de desenhos finalizados. Costuma ser realizado em intervalos de tempo relativamente curtos, como períodos de 10 a 15 minutos. O que costuma ser mais importante no croquis é o registro gráfico de uma ideia instantânea, através de uma técnica de desenho rápida e descompromissada.


Curso de Croqui no CDA

Com o Arquiteto e Professor Paulo Pinhal.

CARGA HORÁRIA: 08 HORAS
Curso com certificado

AGOSTO 2018 – Sábado
Dia: 25 de agosto de 2018
Horário: 08h30 as 17h30


CONTEÚDO

  • Desenhando com o lado Direito do Cérebro;
  • Rafes e Coordenação Motora;
  • Noções de  perspectivas paralelas – Isométrica;
  • Noções de perspectivas paralelas – Cavaleira;
  • Noções de perspectivas paralelas – Militar;
  • Noções de perspectivas cônica com um ponto de fuga;
  • Noções de perspectivas cônica com dois pontos de fuga;
  • Desenhando com perspectivas cônicas pelo processo dos arquitetos;
  • Sketching e intervenção.

Todo o conteúdo acima é aplicado com o processo criativo, isto é, o aluno deverá desenvolver projetos cujo tema será passado no início da aula e ele deverá apresentar sua ideia utilizando a técnica aprendida.

MATERIAIS NECESSÁRIOS
– Folhas de papel A4;
– Folhas de papel manteiga;
– Lápis (2 grafites diferentes) sugestão: 6B e HB ou Integral;
– Borracha.


INVESTIMENTO

O valor do investimento para o Curso de Croqui é de:

R$ 50,00 (Cinquenta reais) para os primeiros 10 alunos e

R$ 100,00 (Cem reais)  a partir do 11 aluno inscrito.

Inscrições pelo PagSeguro, por depósito ou diretamente em nossa sede. O comprovante de pagamento é a garantia da vaga do curso.

Clique para a inscrição:





INFORMAÇÕES E DÚVIDAS:
Rua Boa Vista, 117 – Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
(11) 2819 3776
(11) 9 7371-0471 (Whatsapp)
Email: cda@colegiodearquitetos.com.br

Museus de artes do mundo

Museus de artes do mundo

Visite virtualmente alguns dos principais Museus de Artes do mundo.

Este conteúdo faz parte do nosso Curso de História da Arte do Século XX .


MASP – São Paulo

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (mais conhecido pelo acrônimo MASP) é uma das mais importantes instituições culturais brasileiras. Localiza-se, desde 7 de novembro de 1968, na Avenida Paulista, cidade de São Paulo, em um edifício projetado pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi para ser sua sede.

Clique na imagem para entrar no MASP

MASP


MAM – Rio de Janeiro

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) é uma das mais importantes instituições culturais do Brasil. Localiza-se na cidade do Rio de Janeiro, no Parque do Flamengo. Palco de diversos acontecimentos de grande relevância na vanguarda artística brasileira, o museu amealhou ao longo de sua história uma coleção de arte moderna altamente representativa – a maior parte, entretanto, perdida no trágico incêndio de 1978. Conserva hoje aproximadamente 11 mil objetos, grande parte proveniente da Coleção Gilberto Chateaubriand, depositada em regime de comodato no museu em 1993.

Clique na imagem para entrar no Museu.


MAM – SÃO PAULO

O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) é uma das mais importantes instituições culturais do Brasil. Localiza-se sob a marquise do Parque Ibirapuera, em São Paulo, em um edifício inserido no conjunto arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer em 1954 e reformado por Lina Bo Bardi em 1982 para abrigar o museu.

O museu foi fundado por Francisco Matarazzo Sobrinho, dito Ciccillo Matarazzo, em 1948, concomitante ao surgimento do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, ambos inspirados pelo Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA) e frutos do ambiente de grande efervescência cultural e progresso socioeconômico que caracterizou o Brasil na década de 1940.

Clique na imagem para conhecer o MAM São Paulo


MoMA – New York

O Museu de Arte Moderna (Museum of Modern Art), mais conhecido como MoMA, é um museu da cidade de New York, fundado no ano de 1929 como uma instituição educacional. Atualmente é um dos mais famosos e importantes museus de arte moderna do mundo.

Clique na imagem para conhecer o MoMA

 

 

 

 

 


Museu do Picasso em Barcelona

O Museu Picasso tem mais de 3.500 trabalhos de Pablo Picasso. São pinturas, desenhos, esculturas e cerâmicas que vão desde seus primeiros esboços, feitos quando ainda era garoto, até algumas de suas mais importantes peças cubistas. Com eles, você terá uma boa noção da vida do artista e da evolução de seu talento. O museu atrai não só os entusiastas da arte como também as crianças, graças às coloridas exposições dos esboços da infância de Picasso.

Clique na imagem para conhecer o Museu do Picasso


Fundação Guggenheim – New York – Veneza e Bilbao

A Fundação Solomon R. Guggenheim é uma fundação criada em 1937 pelo filantropo Solomon Robert Guggenheim e pela artista Hilla von Rebay. É conhecida por ser a detentora de uma série de museus internacionais:

  • o Museu Solomon R. Guggenheim, em New York;
  • a Coleção Peggy Guggenheim, em Veneza;
  • o Museu Guggenheim Bilbao, em Bilbao, Espanha;
  • o Deutsche Guggenheim, em Berlim (construída em cooperação com Deutsche Bank);
  • o Guggenheim Las Vegas e o Guggenheim Hermitage, em Las Vegas.

Os museus exibem a arte moderna e a pós-moderna, mas algumas filiais exibem também a arte comercial. Além disso, diversas filiais do Guggenheim são famosas por sua arquitetura distinta, como, por exemplo, os edifícios do Museu Solomon R. Guggenheim (de Frank Lloyd Wright), o Museu Guggenheim Bilbao (de Frank Gehry) e o Guggenheim Las Vegas (de Rem Koolhaas). A fundação desenvolveu a reputação de empregar arquitetos famosos e construir edifícios de realce. Entretanto, críticas são feitas quanto a esse ponto, pois muitas vezes os edifícios dos museus são mais famosos e conhecidos que os trabalhos artísticos que estão neles expostos.

Clique nas imagens para conhecer:


PINACOTECA  DE SÃO PAULO

A Pinacoteca do Estado de São Paulo é um dos mais importantes museus de arte do Brasil. Ocupa um edifício construído em 1900, no Jardim da Luz, centro de São Paulo, projetado por Ramos de Azevedo e Domiziano Rossi para ser a sede do Liceu de Artes e Ofícios. É o mais antigo museu de arte de São Paulo, fundado em 1905 e regulamentado como museu público estadual desde 1911.

Clique para conhecer a Pinacoteca de São Paulo.


Teatro Museu  DALÍ –  Barcelona

Teatro-Museu Dalí é um museu especialmente dedicado a Salvador Dalí, localiza-se em sua cidade natal, Figueres, Catalunha.

O atual museu era um antigo teatro da cidade de Dalí quando criança, e onde suas primeiras exibições públicas foram realizadas. O antigo teatro foi bombardeado na Guerra Civil Espanhola e permaneceu em estado de ruína por décadas até Dalí e o prefeito de Figueres decidirem reconstrui-lo, em 1960.

 

 

 

 

 

 


Inhotim

O Instituto Inhotim, localizado em Brumadinho a 60 quilômetros de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais, a terceira maior região metropolitana do Brasil. Com uma área de 110 hectares de visitação composta por floresta e jardim botânico, o Inhotim possui uma coleção de arte internacionalmente reconhecida.

 Clique na imagem para conhecer Inhotim

Centre Georges Pompidou

Os parisienses não dizem Centre Georges Pompidou e sim BeaubourgVamos ao Beaubourg?

O Beaubourg é um espaço polivalente composto por um museu com uma das maiores coleções de arte moderna e contemporânea do mundo; uma biblioteca que foi uma das primeiras bibliotecas abertas à todos, sem nenhuma forma de seleção para a consulta do acervo e espaços dedicados à musica e ao cinema.

O Centre George Pompidou sempre foi considerado como um dos monumentos mais democráticos de Paris. E ainda abriga ótimas exposições temporárias.


Porque o arquiteto faz a administração de obras

Porque o arquiteto deve fazer a administração de obras

Arquiteto. Iberê M. Campos

Os arquitetos vêm tendo dificuldade em estabelecer-se no mercado de trabalho, devido aos fatores que estamos enumerando aqui neste artigo. Mas a solução pode estar bem perto, o arquiteto precisa apenas fazer uso de suas prerrogativas legais e abranger mais áreas do que aquelas em que atua normalmente.

Dentre estas, a administração de obras é um campo promissor e bem mais lucrativo do que o de projeto, sendo que o arquiteto tem muito mais facilidade de ser contratado para fazer a obra uma vez que é um dos primeiros profissionais a ser contado por quem vai construir e conhece melhor do que ninguém o que vai ser construído. Veja porque o arquiteto pode (e deve) usufruir deste ramo de atividade, e como fazer para entrar nele.

O arquiteto está tradicionalmente ligado ao desenho, à funcionalidade e à estética das edificações. Seu trabalho fica num meio termo entre o rigor construtivo da engenharia e os conceitos de beleza herdados das tradicionais escolas de belas artes, devidamente reformulados pelos teóricos do século 20, sem falar de outros aspectos técnicos que têm mais a ver com ele do que com outras especializações como o conforto térmico, circulação, ventilação, insolação e o bem-estar humano como um todo.

Infelizmente, o mercado aqui no Brasil não dá a devida importância a este profissional tão especial que é o arquiteto o qual, salvo raras exceções, não consegue dar uma vida digna á sua família se tentar ganhar seu sustento restringindo-se apenas à essas atividades que lhe são normalmente atribuídas.

Devido justamente à essa dificuldade de conseguir estabilizar-se na profissão, depois da formatura acontece uma debandada dos recém-formados. Pela minha observação pessoal reparei que acontece mais ou menos assim: a maior parte dos que se formam em arquitetura acabam mudando de ramo, indo trabalhar em outras áreas mais rentáveis. Só alguns conseguem realmente atuar dentro de sua especialidade, aquilo para o que estudou e dedicou tantos anos de sua vida. Dentre estes, o que reparo é o seguinte:

* Uma pequena minoria consegue entrar para o serviço público, nos cargos mais variados. Antigamente já foi mais fácil entrar para o serviço público, mas de uns 10 anos para cá os concursos são muito disputados e só mesmo uma elite é que consegue o tão sonhado cargo público.

* Uma boa parte do restante, principalmente as mulheres, que precisam cuidar dos filhos, passam a encarar a arquitetura como hobby ou como complemento da renda familiar, e não mais como ocupação principal.

* Os demais são justamente os que ficaram na carreira, porque gostam dela e porque conseguiram melhores condições de trabalho.

Principalmente neste último grupo é que acaba sendo necessário fazer uma difícil opção: trabalhar como autônomo ou arrumar um emprego fixo. Esta última possibilidade vem ficando cada vez mais restritiva, pois no mercado de trabalho o arquiteto é visto mais como um desenhista especializado do que como o grande profissional que realmente é.

Na equipe de uma construtora, por exemplo, quando esta vai construir um prédio de apartamentos o arquiteto recebe as especificações de projeto fornecidas pelo corretor de imóveis e pelo o engenheiro da obra e é obrigado a se virar dentro dos rígidos limites impostos por estes outros profissionais, adequando suas exigências às restrições legais.

Numa situação assim sobre pouco espaço para a criatividade, o arquiteto passa a trabalhar mais como um burocrata técnico que sabe lidar com o AutoCad e o Sketchup do que qualquer outra coisa. Além de ser frustrante, esta atividade como empregado ainda por cima paga muito mal – um pedreiro que trabalhe nestas construtoras e incorporadoras freqüentemente ganha mais do que o arquiteto, por isso só mesmo os recém-formados ou os felizardos que têm outras fontes de renda é que se sujeitam a este tipo de atividade.

Aos demais resta, portanto, a alternativa de trabalhar por conta, assumindo todos os riscos do mercado que valoriza, igualmente, o construtor e o engenheiro mas não o arquiteto, como deveria ser, afinal o arquiteto é o especialista que vai estudar a melhor forma de ocupar determinada área para que a construção atenda a tudo o que dela se espera, com economia, beleza, praticidade e conforto ambiental.

É comum as pessoas pensarem na construção apenas como um empreendimento, esquecendo-se de que aquele edifício vai abrigar seres humanos, que vão exercer suas atividades naquele espaço durante décadas a fio. Nesses prédios que são feitos às pressas, pensados apenas como obras comerciais de engenharia, é comum logo nos primeiros meses surgirem os “puxadinhos”, “reformas” e as “ampliações”, porque o projeto inicial não foi bem pensado e várias necessidades dos usuários não foram previstas e muito menos resolvidas. E isto acontece em todos os tipos de edificação, sejam elas do tipo residencial, comercial ou industrial.

Se soubessem da situação do mercado de trabalho e se pensassem apenas no dinheiro muitos arquitetos não teriam entrando numa escola de arquitetura. A situação fica ainda pior para os profissionais que tiveram o azar de cursar algumas faculdades que existem por aí que prezam apenas o lado artístico em detrimento do técnico, porque o mercado de trabalho acaba remunerando melhor os técnicos do que os artistas.

E é fácil entender os motivos, um serviço técnico é simples de mensurar e quantificar, enquanto que um trabalho artístico pode valer de zero ao infinito, dependendo do tamanho do bolso e do interesse de quem está pagando. Além disso, uma construção pode ser feita sem nenhuma preocupação artística, mas precisa pelo menos de uma “plantinha de prefeitura” para acontecer, e quem faz esta “plantinha” é um profissional técnico, e não o artista.

Mas agora, uma vez que você, arquiteto, está formado e preparado para enfrentar o duro mercado de trabalho, o jeito é lutar com todas as armas de que dispõe. E uma das alternativas mais eficientes é não se limitar apenas aos projetos ou às aprovações nos órgãos públicos, mas arregaçar as mangas e ir para o canteiro de obras, tornando-se um administrador de obras. Pense conosco:

O arquiteto como administrador de obras

A profissão de arquiteto é definida legalmente no Brasil conforme a família ocupacional código 2141 da CBO2002 (Classificação Brasileira de Ocupações) do Ministério do Trabalho e Emprego para “Arquitetos e urbanistas”, onde ficou estabelecido que arquitetos são os que:

“Elaboram planos e projetos associados à arquitetura em todas as suas etapas, definindo materiais, acabamentos, técnicas, metodologias, analisando dados e informações. Fiscalizam e executam obras e serviços, desenvolvem estudos de viabilidade financeira, econômica, ambiental. Podem prestar serviços de consultoria e assessoramento, bem como estabelecer políticas de gestão.”

Como se vê, a fiscalização e execução de obras e serviços faz parte legal da atribuição do arquiteto e são regulamentados por normas específicas, em especial pela resolução nº 1010 do CREA/CONFEA (de 22 de agosto de 2005) que dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea para efeito de fiscalização do exercício profissional. Essa fiscalização e normatização da atividade de arquiteto passará a partir de janeiro de 2012 para o CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo – mas enquanto isto não acontece o exercício profissional do arquiteto continua subordinado ao CREA da região.

Independentemente desta parte legal, o arquiteto pode e deve não se limitar apenas à parte de projeto e planejamento das obras. O ideal mesmo é que ele comece a cuidar das obras em si, cuidando da sua fiscalização e/ou administração. E isso pode ser feito não apenas na construção de seus próprios projetos mas também, porque não, na construção de projetos feitos por outros arquitetos e engenheiros.

E não é só o aspecto financeiro que conta neste caso. A fiscalização ou administração das obras caem muito bem para que o arquiteto possa certificar-se de que a execução siga respeitando á risca o projeto, o que vai beneficiar não apenas a si mesmo mas também ao seu contratante. Analisemos estes dois aspectos:

As vantagens do arquiteto administrar obras: o aspecto financeiro

A tabela de honorários do CREA estabelece que o arquiteto deve cobrar uma certa porcentagem por seus trabalhos de projeto e planejamento de obras. O grande problema é que esta tabela é apenas uma referência, contam-se nos dedos da mão os profissionais que conseguem efetivamente cobrar estes preços – e receberem. A esmagadora maioria dos arquitetos, quando consegue serviço, precisa cobrar apenas uma pequena parcela desta tabela ideal.

Tomemos o exemplo de uma residência, um dos trabalhos mais comuns feitos pelos arquitetos. Quando consegue vender um projeto completo, o arquiteto vai cobrar algo como 5% do valor da obra. Digamos que seja uma residência de 200 m² ao custo unitário de R$ 1.000 o m², valor total da obra R$ 200.000 e o arquiteto vai receber algo como R$ 10.000 para trabalhar meses a fio naquele trabalho, arcando com despesas fixas no escritório e outras despesas como estagiários, desenhistas, projetistas, computadores, programas, aluguel, telefone, internet e muito mais. No final sobra muito pouco para suas despesas pessoais como moradia, despesas com os filhos, alimentação e serviço médico.

Nesta mesma obra, a maioria dos proprietários não se importa de pagar 15% como taxa de administração para o engenheiro que vai construir. O engenheiro vai receber, portanto, algo como R$ 30.000 e não vai gastar muito mais coisa do que seu tempo e das despesas com seu veículo, nada de administrar um exército de subcontratados como faz o arquiteto.

Outro exemplo, desta vez bem maior: determinada incorporadora adquire um terreno e para construir um edifício de apartamentos. São 25 andares com 4 apartamentos por andar, ou seja, 100 apartamentos de 70 m² de área compartilhada para cada um, resultando numa área total construída de 7.000 m² que demandarão um investimento na obra de algo como R$ 7.000.000. O escritório de arquitetura que fará um projeto desses terá sorte se conseguir cobrar 2% deste valor para fazer os projetos executivos, ou seja, receberá uns R$ 150.000 e desse valor precisará pagar os projetos de estrutura, instalações, paisagismo e os subcontratados do projeto arquitetônico.

Ao mesmo tempo, a construtora que fiscalizará a obra não tem muita dificuldade em cobrar entre 5 a 10% do valor, ou seja, vai receber seus R$ 500.000 que é mais ou menos a mesma coisa que vai ganhar a imobiliária que venderá os apartamentos. Ou seja, o arquiteto vai trabalhar tanto quanto, mas terá muito mais despesas e ganhará muito menos.

O arquiteto facilita a vida de todo mundo, ou seja, vai cuidar da bagunça legal das aprovações nos órgãos públicos, cuidar de todos os aspectos relativos à qualidade da edificação, vai torná-la apresentável para que então uma construtora pegar os desenhos e efetuar a construção, e depois vem um corretor engravatado ganhar muito mais do que o arquiteto. Claro que estas são as contingências do mercado, mas a pergunta que estamos querendo fazer é: porque o arquiteto “rói o osso” e depois deixa o filé para os outros? Porque o arquiteto não cuida da construção também, afinal, será muito mais fácil para ele que conhece a fundo aquela obra?

As vantagens do arquiteto administrar uma obra: a qualidade da execução

Não é apenas este aspecto financeiro que nos leva a afirmar que o arquivo deve sujar os pés de barro e fazer a obra também. Existe também a questão da responsabilidade pelo projeto e pela execução, sem falar do acabamento que o arquiteto, como especialista treinado no assunto, pode fazer melhor do que ninguém. É óbvio que existem engenheiros e empreiteiros que primam pelo capricho e bom acabamento, mas o arquiteto tem aquele “algo mais”, aquela corzinha no lugar certo, o detalhezinho diferente que dá um toque especial, coisas que, no contexto geral da edificação, farão uma grande diferença na hora da venda do imóvel ou para quando o usuário for efetivamente utilizar aqueles espaços.

Não estamos desmerecendo os outros profissionais, acontece que assim como o arquiteto nunca vai projetar um viaduto como um engenheiro civil, um engenheiro não recebe o treinamento estético e funcional oferecido pelas escolas de arquitetura. Assim, já que o arquiteto pode legalmente cuidar da administração de obras, porque não fazê-lo?

Existe uma primeira resposta á esta questão, que é a tradição da profissão e que é passada em muitas das escolas de arquitetura, em especial aquelas que primam por desenvolver mais o lado artístico e filosófico da carreira do que seu aspecto prático. Pelo lado dos arquitetos mais antigos, muitos dos quais são professores nas escolas tradicionais, nutrem até mesmo um profundo desprezo por qualquer atividade ligada à construção, preferem ficar discutindo a filosofia do projeto e deixam a obra para um engenheiro qualquer.

Só que este engenheiro qualquer é que vai fazer a obra, quase sempre desrespeitando o projeto em favor de uma execução mais simples e barata, e ainda por cima é quem vai ganhar mais, juntamente com o corretor. Assim, arquitetos, vamos arregaçar as mangas e começar a entender também da obra!!!! Você verá que o conhecimento da parte prática das construções vai permitir não só um maior conforto na parte financeira, mas vai também facilitar as suas atividades de projeto e aumentar a clientela.

Por onde começar, se na sua faculdade não ensinaram a administrar obras?

A grande maioria das escolas de arquitetura não se preocupa com a parte prática da carreira, e dentre as que se preocupam são ainda menos as que ensinam práticas de administração de obras tal como deve ser visto pela ótica do arquiteto.

Mas qual é a diferença? Construção não é tudo igual? A resposta é “sim” e “não”. Existem certas coisas que não mudam, o pedreiro que assenta tijolos numa obra residencial administrada por um engenheiro é o mesmo que vai levantar paredes na construção de um hospital que está sendo administrada por um arquiteto ou outro profissional qualquer. A contabilidade da obra é a mesma também, trata-se apenas de relacionar as despesas de um lado e as entradas do outro. A diferença começa na hora das compras, do contato com o cliente e com os profissionais responsáveis pela execução dos diversos serviços.

O arquiteto tem fama de ser “chato” numa obra, mas a fama é injusta. O fato de alguém ser detalhista e exigir um trabalho caprichado e bem feito não significa que ele esteja errado ou querendo atrasar o serviço. Às vezes o encarregado da obra entra num conluio silencioso com determinado profissional que está executando um serviço, só para ganhar algum tempo na execução e receber antes uma verba qualquer. Um exemplo: o administrador da obra percebe que determinada parede revestida de azulejos ficou um pouco fora de prumo, mas faz de conta que não viu ou aceita assim mesmo, porque está com pressa.

Mas é a pessoa que vai usar aquela obra que vai ter que se entender com uma porta que não consegue ficar aberta sozinha. Outro exemplo comum: o azulejista vai assentar um piso e não se preocupa em dar o caimento em direção ao ralo, como tem que ser. O administrador nem se dá ao trabalho de verificar os níveis, aceita o serviço de qualquer jeito e depois é a dona de casa que precisa secar o chão do banheiro com panos, pois a água corre ligeirinho para longe do ralo.

Um arquiteto tem um olho clínico para este tipo de defeito, e mais afinado ainda para detalhes de acabamento que os engenheiros, por sua própria formação, não se sentem na obrigação de perceber. Por exemplo, um arquiteto e, mais especialmente as arquitetas, não aceitariam uma pintura com variação na tonalidade ou um azulejo mal colocado. Nada de pias fora da altura correta ou vidros colocados de qualquer jeito. Este tipo de detalhamento está embutido na alma do arquiteto e de seus colegas que exercem funções similares, como o decorador e o paisagista.

Bem, depois de tudo o que dissemos, se você é arquiteto, deve estar se perguntando: “OK, eu gostaria de começar a cuidar das minhas obras, mas por onde começar?”. A administração de obras tem um lado técnico, que pode ser aprendido nas escolas, e tem outro lado que depende de prática, que precisa ser aprendida por cada um, lidando no dia-a-dia. Ajuda muito se tiver alguém para dar umas dicas, mostrar o “caminho-das-pedras”, e é isso o que eu tenho feito no meu curso de “Administração de obras para arquitetos”. Procuro fazer turmas pequenas para poder oferecer um atendimento personalizado, para demonstrar algumas técnicas simples mas bem eficientes para controlar corretamente uma obra, desde o primeiro contato com o cliente até a obtenção do “habite-se” e a entrega das chaves ao proprietário.

Porque o arquiteto fazem a administração de obras ?

Este curso vem sendo ministrado no tradicional Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Informações sobre datas, horários, programa e valores estão no site da Belas Artes, e obtenha todas as informações necessárias. Caso você queira levar este curso para sua cidade, entre em contato com o Fórum da Construção.

Fonte:

http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=0&Cod=907

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Visita Técnica – Belo Horizonte -Inhotim- Ouro Preto

Visita Técnica – Belo Horizonte -Inhotim- Ouro Preto

O CDA vem promovendo Visitas Técnicas com o objetivo de proporcionar tanto para o estudante bem como para profissionais da área de arquitetura e simpatizantes, oportunidade de conhecer locais de representação arquitetônica.

O que difere a Visita Técnica de uma excursão são as informações técnicas que são passada pelos professores e monitores que acompanham, fazendo com que o participante aprenda sobre questões arquitetônicas, históricas e paisagísticas da região.

Veja as cidades que visitaremos:

Ouro Preto  

A origem de Ouro Preto está no arraial do Padre Faria, fundado pelo bandeirante Antônio Dias de Oliveira, pelo Padre João de Faria Fialho e pelo Coronel Tomás Lopes de Camargo e um irmão deste, por volta de 1698.

Pela junção desses vários arraiais, tornando-se sede de conselho, foi elevada à categoria de vila em 1711 com o nome de Vila Rica. Em 1720 foi escolhida para capital da nova capitania de Minas Gerais. Em 1823, após a Independência do Brasil, Vila Rica recebeu o título de Imperial Cidade, conferido por D. Pedro I do Brasil, tornando-se oficialmente capital da então província das Minas Gerais e passando a ser designada como Imperial Cidade de Ouro Preto. Em 1839 foi criada a Escola de Farmácia e em 1876 a Escola de Minas. Foi sede do movimento revolucionário conhecido como Inconfidência Mineira. Foi a capital da província e mais tarde do estado, até 1897. A antiga capital de Minas conservou grande parte de seus monumentos coloniais e em 1933 foi elevada a Patrimônio Nacional, sendo, cinco anos depois, tombada pela instituição que hoje é o IPHAN. Em 5 de setembro de 1980, na quarta sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da UNESCO, realizada em Paris, Ouro Preto foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade.


Inhotim

Instituto Inhotim é a sede de um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do Brasil e considerado o maior centro de arte ao ar livre da América Latina Está localizado em Brumadinho (Minas Gerais), uma cidade com 38 mil habitantes, a apenas 60 quilômetros de Belo Horizonte.


Belo Horizonte

As montanhas e o verde dos parques convivem num clima de perfeita harmonia com os inúmeros edifícios. Essa é uma das descrições mais comuns de quem observa os detalhes paisagísticos de Belo Horizonte, conhecida por receber bem os turistas e aconchegar seus moradores durante os 365 dias do ano.

A cidade começou a se desenhar a partir do século XIX com um projeto moderno para ser a nova capital de Minas. O objetivo era fazer um modelo contemporâneo e eclético que, ao mesmo tempo, tivesse toques dos estilos neoclássico, neo-românicos e neogóticos.

Programação das Visitas

Saída dia 14 de novembro de 2018 de Mogi as 22:00
Retorno dia 18 de novembro de 2018
as 11:00
Roteiro.
Dia 15 de novembro
BH – Complexo da Pampulha e Praça da Liberdade
Dia 16 de novembro
Inhotim
Dia 17 de Novembro
Ouro Preto
Igreja São Francisco de Assis, Matriz Nossa Senhora do Pilar, Casa dos Contos, Museu da Inconfidência.
18 de Novembro

Mercado Central de Belo Horizonte


Pacotes e responsável pela  Viagem:
Kleber Mansur Viagens
Ônibus Leito.
Hospedagens em apto duplo casal ou solteiro
Valor: R$ 890,00 parcelados em até 4 vezes, sem juros.
Contato:

Kleber Mansur – Tel. 9 7298-4000


O CDA responde somente pelo conteúdo da visita técnica.

Promob Básico – 8 horas

O mercado de móveis planejados brasileiros já adotou como principal ferramenta para a apresentação de seus produtos o software Promob.  Desenvolvido pela Promob Software Solutions é referência no país no desenvolvimento de softwares para o setor moveleiro com soluções que integram diversas áreas do segmento, desde a fabricação até a gestão de vendas.

Curso Básico

Atendendo a pedidos de nossos alunos e parceiros da área de Móveis Planejados que sente a carência de projetistas preparados para a utilização dos software, o CDA incluiu para suas atividades o Curso Básico de Promob, com curso voltado para Arquitetura de Interiores.
É necessário baixar o programa  de treinamento (try) diretamente da página oficial do Promob.

Veja Exemplos do Promob:

probom american-walnut-bedroom-furniture-uk


certificadoProfessor
Paulo Pinhal

Curso com Certificado


VALOR DE INVESTIMENTO

Valor do Curso é de R$ 330,00 e pode ser pago em parcelas via pagseguro.

A inscrição só é confirmada com o comprovante de pagamento.


DATAS DISPONÍVEIS

SETEMBRO 2018
Dia: 15 de Setembro de 2018
Horário:
08h30 as 17h30


Solicitamos assim que fizer o pagamento da inscrição mandar um  Whatsapp -(11) 9 7371-0471 , dizendo qual a turma de preferência.


Clique no botão para fazer a inscrição.




IMPORTANTE:
inscrições de véspera de curso, ficará para a próxima turma.


Clique para acessar os Conteúdos do Promob .


Local: Rua Boa Vista, 108 – Centro – Mogi das Cruzes – SP

INFORMAÇÕES

* Disponibilizamos computadores para até 4 alunos. Acima deste número o aluno deverá trazer o computador e mouse com o programa instalado.  ( Não instalamos softwares).

** Disponibilizamos coffee break no período do curso.

***Caso não atinja o número mínimo de alunos, a data poderá ser alterada.


Cancelamento
* Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, nos informe pelo menos 05 dias de antecedência ao curso;
** Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, após pagamento, será retido 20% do valor do curso referente as taxas operacionais para devolução. O ressarcimento acontecerá no dia 10 do mês subsequente da confirmação de cancelamento e será realizado por transferência bancária.
Certificado
*Deve ser solicitado pelo aluno (com prazo de até 90 dias após o término do curso) pelo site http://www.colegiodearquitetos.com.br/certificado/, assim encaminharemos a via Digital.

ENTRE EM CONTATO

Rua Boa Vista, 108 – Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
(11) 2819 3776
(11) 9 7371-0471 – Whatsapp
Email: cda@colegiodearquitetos.com.br

Revit (BIM) Intensivo de 8 horas

Curso de Revit Intensivo

O software Revit foi desenvolvido especificamente para a Modelagem de Informação da Construção (BIM), possibilitando que os profissionais de projeto e construção levem suas ideias da concepção até a elaboração, com uma abordagem por modelos coordenada e consistente. O Revit é um aplicativo individual que inclui recursos para projeto arquitetônico, construção e de engenharia estrutural e de instalações . No Curso do CDA o Revit é voltado para projeto arquitetônico, onde possibilita a criação de um projeto e a partir dele extrair plantas, cortes, elevações, etc; além de possibilitar a renderização, montagem de pranchas e formas de apresentação.


certificadoProfessores
Paulo Pinhal / Lucas Fonseca

Curso com Certificado


 NOVO FORMATO – 08 horas presenciais 

duvida

O CDA vem oferecendo vários cursos presenciais desde 2006 e o nosso método de ensino tem se mostrado eficiente nos mais de 2000 alunos que já passaram pelo CDA.

O objetivo principal do Curso de Revit Intensivo é fazer com que o aluno tenha domínio da arquitetura do software e possa desenvolver todas as peças gráficas que o mercado em geral utiliza. O aluno consegue aprender em 8 horas.

O amadurecimento e as habilidades aumentarão com os exercícios que são passados para os alunos. Quanto mais tempo o aluno ficar no software, mais conhecimento e destreza ele terá. Eventuais dúvidas são esclarecidas via e-mail do CDA.


DATAS DISPONÍVEIS

SETEMBRO 2018
Dia: 
22 de Setembro de 2018
Horário: 08h30 as 17h30


VALOR DE INVESTIMENTO

 O valor do  Curso é de R$ 330,00 .
A inscrição é confirmada com o comprovante de pagamento.

Clique no botão do pagseguro para a inscrição:




IMPORTANTE:
inscrições de véspera de curso, ficará para a próxima turma.


Vagas limitadas. Trabalhamos com no máximo 06 alunos.

LOCALIZAÇÃO

Rua Boa Vista,  84  e 108,  Centro de Mogi das Cruzes.

800 metros da Estação Mogi da CPTM.


* Disponibilizamos computadores para até 04 alunos. Acima deste número o aluno deverá trazer o computador e mouse com o programa instalado.  (Não instalamos softwares).

** Disponibilizamos coffee break no período do curso.

*** Caso não atinja o número mínimo de alunos, a data poderá ser alterada.


Cancelamento
* Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, nos informe pelo menos 05 dias de antecedência ao curso;
** Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, após pagamento, será retido 20% do valor do curso referente as taxas operacionais para devolução. O ressarcimento acontecerá no dia 10 do mês subsequente da confirmação de cancelamento e será realizado por transferência bancária.
Certificado
*Deve ser solicitado pelo aluno (com prazo de até 90 dias após o término do curso) pelo site http://www.colegiodearquitetos.com.br/certificado/, assim encaminharemos a via Digital.

DÚVIDAS – ENTRE EM CONTATO

Rua Boa Vista, 108 – Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
(11) 2819 3776
(11) 9 7371-0471 – Whatsapp
Email: cda@colegiodearquitetos.com.br

SketchUp Intensivo

SketchUp Intensivo

O SketchUp Intensivo é uma maneira de transmitir as idéias arquitetônicas  de modo compreensível para os interessados por meio de desenhos tridimensionais, com imagens estáticas ou mesmo com passeios virtuais já fazem parte do nosso dia a dia.

Traduzir a ideia para o tridimensional, selecionar as imagens e saber apresenta-las para os clientes tem sido um desafio individual de cada profissional. Assim sendo o Arquiteto e Urbanista e Professor Paulo Pinhal, já ministrou para  centenas de alunos profissionais arquitetos, engenheiros e técnicos em edificações os cursos de SketchUp, que é um software simples de produzir projetos tridimensionais.

Dentro de uma filosofia de capacitar o profissional arquiteto para a aplicação do software no dia a dia de maneira rápida, o Professor Pinhal, vem desenvolvendo formatos diferentes do curso visando um melhor aproveitamento das informações passadas, bem como sua aplicação imediata, que contribui para a melhora da qualidade dos serviços executados pelos profissionais.

Não reservamos vagas. Faça sua inscrição o mais breve possível.


certificadoProfessores
Paulo Pinhal / Lucas Fonseca

Curso com Certificado


INVESTIMENTO

 O investimento é de R$ 330,00 (Trezentos e trinta reais) que pode ser pago em parcelas pelo Pagseguro.

A inscrição é confirmada com o comprovante de pagamento.


DATAS DISPONÍVEIS


SETEMBRO 2018
Dia: 08 de Setembro de 2018
Horário: 8h30 as 17h30


Local:  Rua Boa Vista,  84  e 108,  Centro, Mogi das Cruzes, São Paulo.


 


Clique no botão para fazer a inscrição.





IMPORTANTE:
inscrições de véspera de curso, ficará para a próxima turma.


* Disponibilizamos computadores para até 04 alunos. Acima deste número o aluno deverá trazer o computador e mouse com o programa instalado.  ( Não instalamos softwares).

** Disponibilizamos coffee break no período do curso.

**Caso não atinja o número mínimo de alunos, a data poderá ser alterada.


Cancelamento
* Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, nos informe pelo menos 05 dias de antecedência ao curso;
** Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, após pagamento, será retido 20% do valor do curso referente as taxas operacionais para devolução. O ressarcimento acontecerá no dia 10 do mês subsequente da confirmação de cancelamento e será realizado por transferência bancária.
Certificado
*Deve ser solicitado pelo aluno (com prazo de até 90 dias após o término do curso) pelo site http://www.colegiodearquitetos.com.br/certificado/, assim encaminharemos a via Digital.

ENTRE EM CONTATO

Rua Boa Vista, 108 – Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
(11) 2819 3776
(11) 4726 1336
(11) 9 7371-0471 – Whatsapp
Email: cda@colegiodearquitetos.com.br

Casas Flutuantes

Casas Flutuantes

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Ficha Técnica

Arquitetos: H & P Arquitetos

Localização: Hoan Kiem District, Hanoi, Vietnã

Arquiteto Responsável: Doan Thanh Ha, Tran Ngoc Phuong

Equipe Design: Chu Kim Thinh, Erimescu Patricia, Nguyen Van Manh, Nguyen Khanh Hoa, Nguyen Quynh Trang, Tran Quoc Thang, Pham Hong Son, Hoang Dinh Toan, Pham Quang Thang, Nguyen Hai Hue, Nguyen Phuoc Khac

Área: 44,00 m2

Projeto Ano: 2013


 

HP-Architects-Floating-Bamboo4

 

RESUMO

O escritório vietnamita H&P Architects apresentou uma proposta de residência que resiste à cheia das águas; um projeto barato e fácil de construir, cuja base é feita de bambu colhido no local. As casas são construídas sobre plataformas de tambores de óleo reciclados que as fazem flutuar durante as inundações, porém, sem sair do lugar, pois são presas através de âncoras.

Optou-se pelo bambu como material predominante não apenas por ser abundante na região, mas também por ser versátil, durável e tradicional nas construções locais. Tetos e paredes e pisos estão dispostos entre estacas de aço que seguram as casas durante as inundações, fazendo-as funcionar como barcos ancorados.

O piso é elevado, pois deste modo protege-se a casa de animais e da umidade, e também reserva-se este espaço para a instalação dos tambores. As coberturas são únicas, concebidas para este tipo de clima; cortes triangulares se abrem em todas as direções, proporcionando sombra e ventilação cruzada.

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As portas horizontais em ambos os lados da casa também se abrem, criando pátios e toldos. Quando começa a chover, a casa pode se fechar, protegendo os habitantes em seu interior.

Além da proteção contra inundações, as casas também apresentam jardins verticais em suas paredes externas, onde podem ser plantadas hortaliças para consumo familiar. Um sistema de captação de águas pluviais também é incorporado ao projeto, e pode ser desativado em caso de inundação. As casas apresentam espaços flexíveis que podem ser adaptados segundo as necessidades específicas de cada família, podendo inclusive, se expandir, no caso de famílias maiores.


Esse foi mais um dos Projetos apresentados no ALAC – Atelier Livre de Arquitetura Contemporânea. Um Curso gratuito que sempre está com inscrições abertas para estudantes e profissionais que buscam se atualizar.

Conheça: http://www.colegiodearquitetos.com.br/atelier-livre-de-arquitetura-contemporanea/