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Sketch Up Gratuito para estudantes

Sketch Up Gratuito para estudantes

O CDA – Colégio de Arquitetos começou em setembro oferecendo apenas cursos para profissionais arquitetos e engenheiros. Pois o foco é na capacitação e atualização do profissional.

O CDA criou um fundo monetário abastecido por Profissionais e Empresários, onde  sempre que tiver recurso oferece gratuitamente os cursos.

O critério de escolha dos aluno esta relacionado as notas  no curso, bem como a participação nos eventos que ocorrem no CDA, quer seja Palestras, Concursos, oficinas etc..

Neste mês de outubro estamos oferecendo gratuitamente o Curso de Sketch Up que acontece no dia 27 de outubro de 2018.

Para participar o aluno deve preencher o formulário e selecionado encaminhar boletim do Curso de Arquitetura que esta fazendo.

No dia 22 de outubro estaremos divulgando o nome dos alunos que participarão do Curso.

Temos 6 vagas disponíveis e o aluno deverá trazer o seu equipamento com os software instalados.

Curso de 8 horas de duração.

Dia: 27 de outubro de 2018

8h30 as 17h30

Local: Sede do CDA.

Rua Boa Vista, 108, centro, Mogi das Cruzes.

O aluno terá direito a Certificado.

O critério de escolha dos participantes é da diretoria do CDA, onde não poderão serem questionadas a qualquer tempo.

Boa sorte.

Preencha o formulário e aguarde resposta até o dia 22 de outubro.

Nome Completo

RG

CPF

Data de Nascimento

Endereço Completo

CEP

Telefone

Celular

E-mail

Circulação vertical (Promob/Revit/Sketch Up)

Curso de circulação vertical (Promob/Revit/Sketch Up)

A circulação vertical foi o grande avanço na arquitetura, pois por meio dela conseguimos aproveitar mais o terreno e sua localização. A tendência é cada vez mais as construções se verticalizarem.

O CDA Colégio de Arquitetos vem oferecer somente para profissionais Arquitetos e Engenheiros a possibilidade de rever cálculos de construção de escadas pela fórmula de Brondel para o passo e também a fórmula para o conforto.

O calculo de rampas dentro da norma 9050/2015 também está dentro do conteúdo deste curso, onde o profissional terá condições de tirar dúvidas inclusive construtivas.

Calculo de dimensionamentos e quantidade de cabinas para elevadores residenciais e comerciais, além de apresentação das alternativas existentes no mercado para a solução da circulação vertical.

Conteúdo da aula:

  • Desenvolvendo Cálculo de escadas: retas e helicoidal;
  • Rampas;
  • Elevadores;
  • Escadas rolantes;
  • Monta cargas;
  • Equipamentos alternativos para escadas;
  • Desenhos de escadas no Software Promob;
  • Desenhos de escadas no Software Sketch Up;
  • Desenhos de escadas no Software Revit.

Recomenda que o profissional traga sua máquina com os softwares instalados.

Podemos disponibilizar equipamento desde que reserve antecipadamente, e que esteja matriculado.

Custo do Investimento:

R$ 500,00 ( Quinhentos reais)

Este curso é para profissionais Arquitetos e Engenheiros

Clique no botão do pagseguro para a inscrição:




IMPORTANTE:
inscrições de véspera de curso, ficará para a próxima turma.


Vagas limitadas. Trabalhamos com no máximo 06 profissionais.

LOCALIZAÇÃO

Rua Boa Vista,  84  e 108,  Centro de Mogi das Cruzes.

800 metros da Estação Mogi da CPTM.


Aula presencial – Fornecemos apostila.

*** Se o inscrito não for profissional devolveremos o valor da inscrição descontando as despesas de secretaria. Curso somente para Arquitetos e Engenheiros.


Cancelamento
* Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, nos informe pelo menos 05 dias de antecedência ao curso;
** Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, após pagamento, será retido 20% do valor do curso referente as taxas operacionais para devolução. O ressarcimento acontecerá no dia 10 do mês subsequente da confirmação de cancelamento e será realizado por transferência bancária.
Certificado
*Deve ser solicitado pelo aluno (com prazo de até 90 dias após o término do curso) pelo site http://www.colegiodearquitetos.com.br/certificado/, assim encaminharemos a via Digital.

DÚVIDAS – ENTRE EM CONTATO

Rua Boa Vista, 108 – Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
(11) 2819 3776
(11) 9 7371-0471 – Whatsapp
Email: cda@colegiodearquitetos.com.br

SketchUp Intensivo – Para arquitetos

SketchUp Intensivo para Arquitetos

É necessário ser profissional Arquiteto ou Engenheiro Civil

O SketchUp Intensivo é uma maneira de transmitir as idéias arquitetônicas  de modo compreensível para os interessados por meio de desenhos tridimensionais, com imagens estáticas ou mesmo com passeios virtuais já fazem parte do nosso dia a dia.

Traduzir a ideia para o tridimensional, selecionar as imagens e saber apresenta-las para os clientes tem sido um desafio individual de cada profissional. Assim sendo o Arquiteto e Urbanista e Professor Paulo Pinhal, já ministrou para  centenas de alunos profissionais arquitetos, engenheiros e técnicos em edificações os cursos de SketchUp, que é um software simples de produzir projetos tridimensionais.

Dentro de uma filosofia de capacitar o profissional arquiteto para a aplicação do software no dia a dia de maneira rápida, o Professor Pinhal, vem desenvolvendo formatos diferentes do curso visando um melhor aproveitamento das informações passadas, bem como sua aplicação imediata, que contribui para a melhora da qualidade dos serviços executados pelos profissionais.

Não reservamos vagas. Faça sua inscrição o mais breve possível.


certificadoProfessores
Paulo Pinhal

Curso com Certificado


INVESTIMENTO

 O investimento é de R$ 400,00 (Quatrocentos reais) que pode ser pago em parcelas pelo Pagseguro.

A inscrição é confirmada com o comprovante de pagamento.


DATAS DISPONÍVEIS


Outubro 2018
Dia: 27 de Outubro de 2018
Horário: 8h30 as 17h30


Local:  Rua Boa Vista,  84  e 108,  Centro, Mogi das Cruzes, São Paulo.


 


Clique no botão para fazer a inscrição.





IMPORTANTE:
inscrições de véspera de curso, ficará para a próxima turma.


**Caso não atinja o número mínimo de alunos, a data poderá ser alterada.


Cancelamento
* Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, nos informe pelo menos 05 dias de antecedência ao curso;
** Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, após pagamento, será retido 20% do valor do curso referente as taxas operacionais para devolução. O ressarcimento acontecerá no dia 10 do mês subsequente da confirmação de cancelamento e será realizado por transferência bancária.
Certificado
*Deve ser solicitado pelo aluno (com prazo de até 90 dias após o término do curso) pelo site http://www.colegiodearquitetos.com.br/certificado/, assim encaminharemos a via Digital.

ENTRE EM CONTATO

Rua Boa Vista, 108 – Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
(11) 2819 3776
(11) 4726 1336
(11) 9 7371-0471 – Whatsapp
Email: cda@colegiodearquitetos.com.br

Revit (BIM)- Só para profissionais – 8h

Revit (BIM)- Só para profissionais – 8h

Este curso é somente para Arquitetos e Engenheiros formados.

O software Revit foi desenvolvido especificamente para a Modelagem de Informação da Construção (BIM), possibilitando que os profissionais de projeto e construção levem suas ideias da concepção até a elaboração, com uma abordagem por modelos coordenada e consistente. O Revit é um aplicativo individual que inclui recursos para projeto arquitetônico, construção e de engenharia estrutural e de instalações . No Curso do CDA o Revit é voltado para projeto arquitetônico, onde possibilita a criação de um projeto e a partir dele extrair plantas, cortes, elevações, etc; além de possibilitar a renderização, montagem de pranchas e formas de apresentação.


certificadoProfessores
Paulo Pinhal

Curso com Certificado


 NOVO FORMATO – 08 horas presenciais 

duvida

O CDA vem oferecendo vários cursos presenciais desde 2006 e o nosso método de ensino tem se mostrado eficiente nos mais de 2000 alunos que já passaram pelo CDA.

O objetivo principal do Curso de Revit Intensivo é fazer com que o profissional Arquiteto ou Engenheiro Civil  tenham domínios da arquitetura do software e possam desenvolverem todas as peças gráficas que o mercado em geral utiliza. O profissional consegue aprender em 8 horas.

O amadurecimento e as habilidades aumentarão com os exercícios que são passados. Quanto mais tempo o profissional ficar no software, mais conhecimento e destreza ele terá.

Eventuais dúvidas são esclarecidas via e-mail do CDA.


DATAS DISPONÍVEIS

SETEMBRO 2018
Dia: 03 de Novembro de 2018
Horário: 08h30 as 17h30

Vagas Limitadas.


VALOR DE INVESTIMENTO

 O valor do  Curso é de R$ 400,00
A inscrição é confirmada com o comprovante de pagamento.

Este curso é para profissionais Arquitetos e Engenheiros

Clique no botão do pagseguro para a inscrição:




IMPORTANTE:
inscrições de véspera de curso, ficará para a próxima turma.


Vagas limitadas. Trabalhamos com no máximo 06 profissionais.

LOCALIZAÇÃO

Rua Boa Vista,  84  e 108,  Centro de Mogi das Cruzes.

800 metros da Estação Mogi da CPTM.


Aula presencial – Fornecemos apostila.

*** Se o inscrito não for profissional devolveremos o valor da inscrição descontando as despesas de secretaria. Curso somente para Arquitetos e Engenheiros.


Cancelamento
* Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, nos informe pelo menos 05 dias de antecedência ao curso;
** Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, após pagamento, será retido 20% do valor do curso referente as taxas operacionais para devolução. O ressarcimento acontecerá no dia 10 do mês subsequente da confirmação de cancelamento e será realizado por transferência bancária.
Certificado
*Deve ser solicitado pelo aluno (com prazo de até 90 dias após o término do curso) pelo site http://www.colegiodearquitetos.com.br/certificado/, assim encaminharemos a via Digital.

DÚVIDAS – ENTRE EM CONTATO

Rua Boa Vista, 108 – Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
(11) 2819 3776
(11) 9 7371-0471 – Whatsapp
Email: cda@colegiodearquitetos.com.br

Canteiro de Construção Civil

Canteiro de Construção Civil – Noções Básicas – Para Arquitetos

Este curso é dirigido para estudantes de arquitetura e engenharia civil e também para técnicos em edificação que nunca tiveram contato com canteiro de obras.
O mestre Elias Correa de maneira didática explica as várias etapas de uma construção, fazendo com que o aluno tenha noções básicas para entender os processos produtivos de uma obra, facilitando o seu convívio dentro do mercado.

O Colégio de Arquitetos fornece o certificado de participação no curso que é valido para como atividade extra classe.

Continue lendo Canteiro de Construção Civil

CEA – Curso para Estagiários de Arquitetura- 2018

CEA – Curso para Estagiários de Arquitetura

PREPARATÓRIO PARA O MERCADO DE ARQUITETURA

O mercado da Arquitetura quer seja escritórios, construtoras ou lojas cada vez mais só oferecem vagas para estagiários que tenham domínio de algumas ferramentas de informática ou mesmo conhecimentos sobre obras e projetos.

Já o candidato a vaga encontra dificuldades por não ter experiência comprovada se valendo apenas do conhecimento adquirido em cursos de graduação que em sua maioria estão as margens do mercado de trabalho.

O CDA sentindo está necessidade tanto por parte dos escritórios, lojas e arquitetos e também do futuro profissional, desenvolveu um curso básico preparatório para o Mercado de Arquitetura, onde selecionamos as principais ferramentas que são utilizadas no dia a dia e que com o conhecimento delas podem fazer a diferença na carreira profissional.

Pensamos também em um curso que possa ser feito em curto espaço de tempo  para que o aluno possa ter condições dentro deste período entrar no mercado de trabalho.


Aos sábados no horário da 08:30 as 17:30


O Colégio de Arquitetos está oferecendo o Curso CEA com carga horária de  64  horas presenciais.

As aulas acontecem no CDA – Rua Boa Vista, 84 – Centro – Mogi das Cruzes – SP


Número máximo de 10 (dez) alunos por turma e mínimo de 04 alunos, garantindo a qualidade e atendimento a todos.


CURSO GRATUITO PARA ESTUDANTES

O CDA criou um Fundo do Estudante (FE) que é composto por doações de profissionais e empresas, além dos eventos criados especialmente para obter recursos para o FE.

Com recursos do FE, o CDA por processo de seleção pré estabelecido chamara por ordem os estudantes que estão na lista, por ordem .

Se você é estudante, fique atendo para as atividades que colocarão  no ranking.

A realização do curso depende dos recursos do FE.

CONTEÚDO DO CURSO

AutoCAD 2D – Além de aprender as noções gerais, configurações e os principais comandos, os alunos são capacitados a desenhar um projeto arquitetônico completo, desde as pranchas com carimbos, até as plantas, cortes e vistas – tudo de acordo aos padrões da Associação Brasileira de Normas Técnicas, a ABNT.

SketchUp –  Desenvolvimento de  maquete eletrônica, com imagens estáticas ou mesmo com passeios virtuais já fazem parte do nosso dia a dia.

Revit – Desenvolvido especificamente para a Modelagem de Informação da Construção (BIM), possibilitando que os profissionais de projeto e construção levem suas ideias da concepção até a elaboração, com uma abordagem por modelos coordenada e consistente.

Promob – Permite a criação, edição e modulação de ambientes planejados, elaboração e projeto de móveis, geração de representações em forma de plantas baixas, cortes, cortes perspectivados e perspectivas de interiores com visão tridimensional, facilitando a visualização dos ambientes e seu layout.

*Material: para os cursos acima, será necessário trazer computador e mouse. Na confirmação da inscrição será encaminhado link para realizar a instalação.

Canteiro de Obras – O mestre Elias Correa de maneira didática explica as várias etapas de uma construção até a prática em uma obra real, onde existem várias etapas em andamento e o aluno participará ativamente da experiência.

*Material: para a aula prática será necessário trazer – capacete de segurança, luva, óculos de proteção e botina de segurança (opcional).

Aprovação de Projetos – Visa orientar o estudante de arquitetura e urbanismo, o design de interiores, estudantes de engenharia e os profissionais: arquitetos e engenheiros civis sobre procedimentos para as aprovações de Projetos em Órgãos Públicos.

*Material: para a aula necessário trazer material para anotações.


Certificado
Fornecido no final do curso.

F.A.Q – PERGUNTAS FREQUENTES

– Terá certificado parcial? Ou somente ao final do curso? 

Por ser um curso de 01 mes, o Certificado será no final do Curso.

– Se faltar, poderá repor aula? Como será? 

O aluno tem que ter a frequência de 75% das aulas, as faltas quando não forem justificadas estarão sujeitas a custos, uma vez que o professor e sala estavam a disposição.

É possível com justificação e aviso antecipado, o aluno fazer o curso que faltou em outra turma de janeiro, desde que tenhamos disponibilidade e que não comprometa o andamento do curso.

– Poderá adiantar algum curso? Como proceder?

O aluno pode adiantar cursos que esteja na grade e terminar antes do prazo estabelecido. Sendo necessário verificar a disponibilidade de data e vaga na turma, assim com aviso prévio de agendamento por e-mail.

– O estágio é garantido? Será indicado, como?

O CDA envia para os parceiros, Associações e Sindicatos a indicação dos nossos alunos e as habilidades que eles aprenderam no Colégio. A vaga a estágio está ligado a disponibilidade no mercado. “Não garantimos estágios”, pois existem fatores que vão de Remuneração, Situação Geográfica e Afinidade com as atividades que depende de cada um. Nós apenas encaminhamos e informamos que o aluno fez os nossos cursos.

– Preciso levar o computador? E se não tiver?

Para melhor desempenho é necessário trazer o computador. Caso não tiver, verifique na secretaria o custo de aluguel de uma máquina.

– Preciso ter o programa? Como instalar?

É preciso ter o programa para o desenvolvimento do curso, para a execução dos exercícios em casa e para o aprimoramento. Todos os softwares deverão ser baixados nos sites oficiais em versão estudantes ou Trial e dentro do CDA orientamos as instalações, caso o aluno encontre dificuldades.


INFORMAÇÕES E DÚVIDAS:

Rua Boa Vista, 117 – Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
(11) 2819-3776
(11) 9 7371-0471 (Whatsapp)
Email: cda@colegiodearquitetos.com.br

Curso de História da Arte do Século XX

Curso de História da Arte do Século XX 

Estrutura Completa do Curso – clique aqui

O Colégio de Arquitetos – Centro de Estudos de Arquitetura e Fomento Cultural é uma associação sem fins lucrativos, onde consta no item 3° de seu estatuto: “Fomentar a arte e a cultura, em todas as suas formas de expressões”. Constam ainda em ata que desde o dia 09 de outubro de 2008, que o Colégio de Arquitetos passou a ser o sucessor e mantenedor do CECAP – Centro Cultural Antônio do Pinhal.
O Curso de História da Arte do Século XX.” que vem funcionando desde janeiro de 2009, com participação de profissionais da área do jornalismo, pedagogia, artes, teólogos e arquitetura.
São estudados os movimentos artísticos do Século XX, bem como os artistas que foram protagonistas dos movimentos, além de exercícios para a reprodução de trabalhos de artes que podem ser: desenhos, vídeos, músicas, textos ou artigos científicos sob a influência do movimento artístico objeto de estudo, produzindo materiais para a mídia em geral e para exposição no CECAP – Centro Cultural Antonio do Pinhal, em Mogi das Cruzes, São Paulo, e outros locais públicos ou privados mediante futuras parcerias.


Requisito Mínimo

O Requisito mínimo para a participação no Curso é ter 18 anos de idade. O Curso é aberto para qualquer pessoa que goste de ler, debater, pesquisar e produzir material para a divulgação dos resultados obtidos nos encontros.


Aprendizagem EAD e atividades obrigatórias

Será disponibilizado conteúdo básico nos sites: www.pinhal.org e www.colegiodearquitetos.com.br com aulas em EAD – Ensino à Distância para os alunos inscritos. É necessário que o aluno assista aos vídeos para o desenvolvimento dos trabalhos que serão passados como exercícios.

 


Início do Curso: Imediato após confirmação da inscrição.


FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO:

Nome Completo

RG

CPF

Data de Nascimento

Endereço Completo

CEP

Bairro

Cidade

Estado

Telefone

Celular

E-mail

captcha



CONTEÚDO

Módulo 1 – Conteúdo básico:
Clique aqui para acessar os conteúdos do Curso de História da Arte do Século XX

 

 

 

 

A senha será encaminhada via e-mail para acessar as páginas do curso.

Conheça os Museus de Arte pelo mundo:
http://www.colegiodearquitetos.com.br/museus-de-artes-mundo/


INFORMAÇÕES:

Rua Boa Vista, 108 – Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
(11) 2819 3776
(11) 4726 1336
Email: cda@colegiodearquitetos.com.br

Palestras TED

As Palestras TED mais inspiradoras para arquitetos

Palestras TED

A sigla TED vem das palavras Tecnologia, Entretenimento e Design. Trata-se de uma organização sem fins lucrativos cujo objetivo é compartilhar “idéias que merecem ser difundidas”. Através de suas palestras populares (TED talks), a organização já tratou de inúmeros tópicos, incluindo ciência, política, arte e design, desenvolvimento e educação sustentável, entre outros.

O TED declara em seu site que tem uma paixão por edifícios: “Grandes ou pequenos, nós estimamos as visões inspiradoras por trás deles.” E é essa admiração que tem permitido grandes arquitetos participarem das Palestras TED para compartilhar suas idéias com o público.

Diferentes pontos de vista da arquitetura, como Joshua Prince-Ramus, o arquiteto da Biblioteca Pública de Seattle, para quem um grande edifício não surge a partir de um golpe de gênio, mas uma abordagem racional e colaborativa, confrontados com as idéias de Frank Gehry, que entende cada edifício como o produto de uma forte visão individual. De outro ponto de vista, Cameron Sinclair nos desafia a projetar para causas humanitárias, apresentando um sistema de Open Network Architecture, que estaria diluindo os limites da autoria de uma obra de arquitetura e promovendo a colaboração interdisciplinar.

 A seguir selecionamos especialmente as melhores apresentações no campo da arquitetura.

1. Thomas Heatherwick: Construindo a Catedral de Semillas. 

Geralmente há uma resposta óbvia para a maioria dos problemas, no entanto, Thomas Heatherwick é um arquiteto que se recusa a tomar a rota convencional e este vídeo mostra-nos cinco projetos resolvidos através de desenhos inteligentes inspirados pela biologia.

2. Bjarke Ingels: 3 histórias de arquitetura evolutiva. 

Enquanto seus edifícios são admirados mundialmente, para Bjarke Ingels é muito mais útil e interessante a história por trás do desenho de seus projetos. Diante de sua própria história da arquitetura evolutiva, detalha como o processo de projeto reflete as teorias de Darwin, a adaptação e improvisação.

3. Joshua Prince-Ramus: A Biblioteca Pública de Seattle e outros projetos. 

Aos olhos do arquiteto Joshua Prince-Ramus, fundador do REX e OMA Nova Iorque, hiper-racionalidade significa pegar um pensamento racional, frio e duro e levá-lo a níveis extremos, quase absurdos. Este foi o processo usado na Biblioteca Pública de Seattle, no Museu Plaza em Louisville e no Teatro Charles Wyly, em Dallas.

4. Cameron Sinclair e a arquitetura de código aberto. 

Ao receber o Prêmio TED em 2006, Cameron Sinclair demonstrou como os designers e arquitetos podem ser apaixonados no momento de responder à crise imobiliária global, apresentando seu projeto para desenvolver uma rede que melhora as condições de vida a nível mundial através do projeto colaborativo.

5. Magnus Larsson: Transformando dunas em arquitetura. 

O estudante de arquitetura Magnus Larsson detalha seu plano ousado para transformar o deserto do Saara usando bactérias e um material construtivo surpreendente: a própria areia. Sua ideia é criar uma parede que possa ser projetada e construída pela própria natureza, criando espaços verdes e proporcionando locais para as pessoas viverem.

6. Julian Treasure: Por que os arquitetos precisam usar seus ouvidos.

Devido a problemas de acústica, alunos perdem 50 por cento do que os seus professores lhes dizem nas salas de aula e os pacientes têm problemas para dormir em hospitais, porque se sentem continuamente estressados. Julian Treasure convida os arquitetos a prestarem atenção à “arquitetura invisível” do som.

7. Liz Diller: Uma bolha gigante para o debate. 

O National Mall, em Washington DC é possivelmente o espaço público mais importante dos EUA. O trecho famoso já foi palco de grandes discursos públicos e de manifestações. Apesar disso, o espaço é limitado por construções de pedra em ambos os lados. O mais introvertido deles corresponde à Hirshhorn. Diller Scofidio + Renfro, buscando transformar este edifício em um espaço aberto e brilhante capaz de refletir o espírito do fórum público, propôs uma bolha de ar.

8. Frank Gehry como um jovem rebelde.

Antes de se tornar uma lenda, o arquiteto Frank Gehry faz uma revisão por seus primeiros trabalhos, desde sua casa em Venice Beach até Centro Americano em Paris, que estava em construção na época desta palestra em 1990.

9. Daniel Libeskind: 17 Palavras da Inspiração Arquitetônica. 

Daniel Libeskind desenvolve idéias monumentais. Nesta palestra ele compartilha 17 palavras sobre as quais se apoia sua visão da arquitetura – básica, arriscada, emocional, radical – oferecendo inspiração para qualquer empreendimento criativo.

10. David Byrne: Como a arquitetura ajudou na evolução da música. 

Finalizamos esta lista com um personagem que não é um arquiteto, mas sempre manteve uma estreita relação com as questões relacionadas com a cidade e com a arquitetura. Enquanto sua carreira musical progredia, David Byrne passou de seus concertos no CBGB ao “Carnegie Hall’. Byrne pergunta: É o lugar que faz a música? De tambores tocados nas ruas, passando pelas óperas de Wagner e chegando ao rock, ele explora como contexto arquitetônico levou a inovação musical.

Fonte: http://www.archdaily.com.br/br/01-175280/as-10-palestras-ted-mais-inspiradoras-para-arquitetos.

Museus de artes do mundo

Museus de artes do mundo

Visite virtualmente alguns dos principais Museus de Artes do mundo.

Este conteúdo faz parte do nosso Curso de História da Arte do Século XX .


MASP – São Paulo

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (mais conhecido pelo acrônimo MASP) é uma das mais importantes instituições culturais brasileiras. Localiza-se, desde 7 de novembro de 1968, na Avenida Paulista, cidade de São Paulo, em um edifício projetado pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi para ser sua sede.

Clique na imagem para entrar no MASP

MASP


MAM – Rio de Janeiro

O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) é uma das mais importantes instituições culturais do Brasil. Localiza-se na cidade do Rio de Janeiro, no Parque do Flamengo. Palco de diversos acontecimentos de grande relevância na vanguarda artística brasileira, o museu amealhou ao longo de sua história uma coleção de arte moderna altamente representativa – a maior parte, entretanto, perdida no trágico incêndio de 1978. Conserva hoje aproximadamente 11 mil objetos, grande parte proveniente da Coleção Gilberto Chateaubriand, depositada em regime de comodato no museu em 1993.

Clique na imagem para entrar no Museu.


MAM – SÃO PAULO

O Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM) é uma das mais importantes instituições culturais do Brasil. Localiza-se sob a marquise do Parque Ibirapuera, em São Paulo, em um edifício inserido no conjunto arquitetônico projetado por Oscar Niemeyer em 1954 e reformado por Lina Bo Bardi em 1982 para abrigar o museu.

O museu foi fundado por Francisco Matarazzo Sobrinho, dito Ciccillo Matarazzo, em 1948, concomitante ao surgimento do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, ambos inspirados pelo Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA) e frutos do ambiente de grande efervescência cultural e progresso socioeconômico que caracterizou o Brasil na década de 1940.

Clique na imagem para conhecer o MAM São Paulo


MoMA – New York

O Museu de Arte Moderna (Museum of Modern Art), mais conhecido como MoMA, é um museu da cidade de New York, fundado no ano de 1929 como uma instituição educacional. Atualmente é um dos mais famosos e importantes museus de arte moderna do mundo.

Clique na imagem para conhecer o MoMA

 

 

 

 

 


Museu do Picasso em Barcelona

O Museu Picasso tem mais de 3.500 trabalhos de Pablo Picasso. São pinturas, desenhos, esculturas e cerâmicas que vão desde seus primeiros esboços, feitos quando ainda era garoto, até algumas de suas mais importantes peças cubistas. Com eles, você terá uma boa noção da vida do artista e da evolução de seu talento. O museu atrai não só os entusiastas da arte como também as crianças, graças às coloridas exposições dos esboços da infância de Picasso.

Clique na imagem para conhecer o Museu do Picasso


Fundação Guggenheim – New York – Veneza e Bilbao

A Fundação Solomon R. Guggenheim é uma fundação criada em 1937 pelo filantropo Solomon Robert Guggenheim e pela artista Hilla von Rebay. É conhecida por ser a detentora de uma série de museus internacionais:

  • o Museu Solomon R. Guggenheim, em New York;
  • a Coleção Peggy Guggenheim, em Veneza;
  • o Museu Guggenheim Bilbao, em Bilbao, Espanha;
  • o Deutsche Guggenheim, em Berlim (construída em cooperação com Deutsche Bank);
  • o Guggenheim Las Vegas e o Guggenheim Hermitage, em Las Vegas.

Os museus exibem a arte moderna e a pós-moderna, mas algumas filiais exibem também a arte comercial. Além disso, diversas filiais do Guggenheim são famosas por sua arquitetura distinta, como, por exemplo, os edifícios do Museu Solomon R. Guggenheim (de Frank Lloyd Wright), o Museu Guggenheim Bilbao (de Frank Gehry) e o Guggenheim Las Vegas (de Rem Koolhaas). A fundação desenvolveu a reputação de empregar arquitetos famosos e construir edifícios de realce. Entretanto, críticas são feitas quanto a esse ponto, pois muitas vezes os edifícios dos museus são mais famosos e conhecidos que os trabalhos artísticos que estão neles expostos.

Clique nas imagens para conhecer:


PINACOTECA  DE SÃO PAULO

A Pinacoteca do Estado de São Paulo é um dos mais importantes museus de arte do Brasil. Ocupa um edifício construído em 1900, no Jardim da Luz, centro de São Paulo, projetado por Ramos de Azevedo e Domiziano Rossi para ser a sede do Liceu de Artes e Ofícios. É o mais antigo museu de arte de São Paulo, fundado em 1905 e regulamentado como museu público estadual desde 1911.

Clique para conhecer a Pinacoteca de São Paulo.


Teatro Museu  DALÍ –  Barcelona

Teatro-Museu Dalí é um museu especialmente dedicado a Salvador Dalí, localiza-se em sua cidade natal, Figueres, Catalunha.

O atual museu era um antigo teatro da cidade de Dalí quando criança, e onde suas primeiras exibições públicas foram realizadas. O antigo teatro foi bombardeado na Guerra Civil Espanhola e permaneceu em estado de ruína por décadas até Dalí e o prefeito de Figueres decidirem reconstrui-lo, em 1960.

 

 

 

 

 

 


Inhotim

O Instituto Inhotim, localizado em Brumadinho a 60 quilômetros de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais, a terceira maior região metropolitana do Brasil. Com uma área de 110 hectares de visitação composta por floresta e jardim botânico, o Inhotim possui uma coleção de arte internacionalmente reconhecida.

 Clique na imagem para conhecer Inhotim

Centre Georges Pompidou

Os parisienses não dizem Centre Georges Pompidou e sim BeaubourgVamos ao Beaubourg?

O Beaubourg é um espaço polivalente composto por um museu com uma das maiores coleções de arte moderna e contemporânea do mundo; uma biblioteca que foi uma das primeiras bibliotecas abertas à todos, sem nenhuma forma de seleção para a consulta do acervo e espaços dedicados à musica e ao cinema.

O Centre George Pompidou sempre foi considerado como um dos monumentos mais democráticos de Paris. E ainda abriga ótimas exposições temporárias.


Porque o arquiteto faz a administração de obras

Porque o arquiteto deve fazer a administração de obras

Arquiteto. Iberê M. Campos

Os arquitetos vêm tendo dificuldade em estabelecer-se no mercado de trabalho, devido aos fatores que estamos enumerando aqui neste artigo. Mas a solução pode estar bem perto, o arquiteto precisa apenas fazer uso de suas prerrogativas legais e abranger mais áreas do que aquelas em que atua normalmente.

Dentre estas, a administração de obras é um campo promissor e bem mais lucrativo do que o de projeto, sendo que o arquiteto tem muito mais facilidade de ser contratado para fazer a obra uma vez que é um dos primeiros profissionais a ser contado por quem vai construir e conhece melhor do que ninguém o que vai ser construído. Veja porque o arquiteto pode (e deve) usufruir deste ramo de atividade, e como fazer para entrar nele.

O arquiteto está tradicionalmente ligado ao desenho, à funcionalidade e à estética das edificações. Seu trabalho fica num meio termo entre o rigor construtivo da engenharia e os conceitos de beleza herdados das tradicionais escolas de belas artes, devidamente reformulados pelos teóricos do século 20, sem falar de outros aspectos técnicos que têm mais a ver com ele do que com outras especializações como o conforto térmico, circulação, ventilação, insolação e o bem-estar humano como um todo.

Infelizmente, o mercado aqui no Brasil não dá a devida importância a este profissional tão especial que é o arquiteto o qual, salvo raras exceções, não consegue dar uma vida digna á sua família se tentar ganhar seu sustento restringindo-se apenas à essas atividades que lhe são normalmente atribuídas.

Devido justamente à essa dificuldade de conseguir estabilizar-se na profissão, depois da formatura acontece uma debandada dos recém-formados. Pela minha observação pessoal reparei que acontece mais ou menos assim: a maior parte dos que se formam em arquitetura acabam mudando de ramo, indo trabalhar em outras áreas mais rentáveis. Só alguns conseguem realmente atuar dentro de sua especialidade, aquilo para o que estudou e dedicou tantos anos de sua vida. Dentre estes, o que reparo é o seguinte:

* Uma pequena minoria consegue entrar para o serviço público, nos cargos mais variados. Antigamente já foi mais fácil entrar para o serviço público, mas de uns 10 anos para cá os concursos são muito disputados e só mesmo uma elite é que consegue o tão sonhado cargo público.

* Uma boa parte do restante, principalmente as mulheres, que precisam cuidar dos filhos, passam a encarar a arquitetura como hobby ou como complemento da renda familiar, e não mais como ocupação principal.

* Os demais são justamente os que ficaram na carreira, porque gostam dela e porque conseguiram melhores condições de trabalho.

Principalmente neste último grupo é que acaba sendo necessário fazer uma difícil opção: trabalhar como autônomo ou arrumar um emprego fixo. Esta última possibilidade vem ficando cada vez mais restritiva, pois no mercado de trabalho o arquiteto é visto mais como um desenhista especializado do que como o grande profissional que realmente é.

Na equipe de uma construtora, por exemplo, quando esta vai construir um prédio de apartamentos o arquiteto recebe as especificações de projeto fornecidas pelo corretor de imóveis e pelo o engenheiro da obra e é obrigado a se virar dentro dos rígidos limites impostos por estes outros profissionais, adequando suas exigências às restrições legais.

Numa situação assim sobre pouco espaço para a criatividade, o arquiteto passa a trabalhar mais como um burocrata técnico que sabe lidar com o AutoCad e o Sketchup do que qualquer outra coisa. Além de ser frustrante, esta atividade como empregado ainda por cima paga muito mal – um pedreiro que trabalhe nestas construtoras e incorporadoras freqüentemente ganha mais do que o arquiteto, por isso só mesmo os recém-formados ou os felizardos que têm outras fontes de renda é que se sujeitam a este tipo de atividade.

Aos demais resta, portanto, a alternativa de trabalhar por conta, assumindo todos os riscos do mercado que valoriza, igualmente, o construtor e o engenheiro mas não o arquiteto, como deveria ser, afinal o arquiteto é o especialista que vai estudar a melhor forma de ocupar determinada área para que a construção atenda a tudo o que dela se espera, com economia, beleza, praticidade e conforto ambiental.

É comum as pessoas pensarem na construção apenas como um empreendimento, esquecendo-se de que aquele edifício vai abrigar seres humanos, que vão exercer suas atividades naquele espaço durante décadas a fio. Nesses prédios que são feitos às pressas, pensados apenas como obras comerciais de engenharia, é comum logo nos primeiros meses surgirem os “puxadinhos”, “reformas” e as “ampliações”, porque o projeto inicial não foi bem pensado e várias necessidades dos usuários não foram previstas e muito menos resolvidas. E isto acontece em todos os tipos de edificação, sejam elas do tipo residencial, comercial ou industrial.

Se soubessem da situação do mercado de trabalho e se pensassem apenas no dinheiro muitos arquitetos não teriam entrando numa escola de arquitetura. A situação fica ainda pior para os profissionais que tiveram o azar de cursar algumas faculdades que existem por aí que prezam apenas o lado artístico em detrimento do técnico, porque o mercado de trabalho acaba remunerando melhor os técnicos do que os artistas.

E é fácil entender os motivos, um serviço técnico é simples de mensurar e quantificar, enquanto que um trabalho artístico pode valer de zero ao infinito, dependendo do tamanho do bolso e do interesse de quem está pagando. Além disso, uma construção pode ser feita sem nenhuma preocupação artística, mas precisa pelo menos de uma “plantinha de prefeitura” para acontecer, e quem faz esta “plantinha” é um profissional técnico, e não o artista.

Mas agora, uma vez que você, arquiteto, está formado e preparado para enfrentar o duro mercado de trabalho, o jeito é lutar com todas as armas de que dispõe. E uma das alternativas mais eficientes é não se limitar apenas aos projetos ou às aprovações nos órgãos públicos, mas arregaçar as mangas e ir para o canteiro de obras, tornando-se um administrador de obras. Pense conosco:

O arquiteto como administrador de obras

A profissão de arquiteto é definida legalmente no Brasil conforme a família ocupacional código 2141 da CBO2002 (Classificação Brasileira de Ocupações) do Ministério do Trabalho e Emprego para “Arquitetos e urbanistas”, onde ficou estabelecido que arquitetos são os que:

“Elaboram planos e projetos associados à arquitetura em todas as suas etapas, definindo materiais, acabamentos, técnicas, metodologias, analisando dados e informações. Fiscalizam e executam obras e serviços, desenvolvem estudos de viabilidade financeira, econômica, ambiental. Podem prestar serviços de consultoria e assessoramento, bem como estabelecer políticas de gestão.”

Como se vê, a fiscalização e execução de obras e serviços faz parte legal da atribuição do arquiteto e são regulamentados por normas específicas, em especial pela resolução nº 1010 do CREA/CONFEA (de 22 de agosto de 2005) que dispõe sobre a regulamentação da atribuição de títulos profissionais, atividades, competências e caracterização do âmbito de atuação dos profissionais inseridos no Sistema Confea/Crea para efeito de fiscalização do exercício profissional. Essa fiscalização e normatização da atividade de arquiteto passará a partir de janeiro de 2012 para o CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo – mas enquanto isto não acontece o exercício profissional do arquiteto continua subordinado ao CREA da região.

Independentemente desta parte legal, o arquiteto pode e deve não se limitar apenas à parte de projeto e planejamento das obras. O ideal mesmo é que ele comece a cuidar das obras em si, cuidando da sua fiscalização e/ou administração. E isso pode ser feito não apenas na construção de seus próprios projetos mas também, porque não, na construção de projetos feitos por outros arquitetos e engenheiros.

E não é só o aspecto financeiro que conta neste caso. A fiscalização ou administração das obras caem muito bem para que o arquiteto possa certificar-se de que a execução siga respeitando á risca o projeto, o que vai beneficiar não apenas a si mesmo mas também ao seu contratante. Analisemos estes dois aspectos:

As vantagens do arquiteto administrar obras: o aspecto financeiro

A tabela de honorários do CREA estabelece que o arquiteto deve cobrar uma certa porcentagem por seus trabalhos de projeto e planejamento de obras. O grande problema é que esta tabela é apenas uma referência, contam-se nos dedos da mão os profissionais que conseguem efetivamente cobrar estes preços – e receberem. A esmagadora maioria dos arquitetos, quando consegue serviço, precisa cobrar apenas uma pequena parcela desta tabela ideal.

Tomemos o exemplo de uma residência, um dos trabalhos mais comuns feitos pelos arquitetos. Quando consegue vender um projeto completo, o arquiteto vai cobrar algo como 5% do valor da obra. Digamos que seja uma residência de 200 m² ao custo unitário de R$ 1.000 o m², valor total da obra R$ 200.000 e o arquiteto vai receber algo como R$ 10.000 para trabalhar meses a fio naquele trabalho, arcando com despesas fixas no escritório e outras despesas como estagiários, desenhistas, projetistas, computadores, programas, aluguel, telefone, internet e muito mais. No final sobra muito pouco para suas despesas pessoais como moradia, despesas com os filhos, alimentação e serviço médico.

Nesta mesma obra, a maioria dos proprietários não se importa de pagar 15% como taxa de administração para o engenheiro que vai construir. O engenheiro vai receber, portanto, algo como R$ 30.000 e não vai gastar muito mais coisa do que seu tempo e das despesas com seu veículo, nada de administrar um exército de subcontratados como faz o arquiteto.

Outro exemplo, desta vez bem maior: determinada incorporadora adquire um terreno e para construir um edifício de apartamentos. São 25 andares com 4 apartamentos por andar, ou seja, 100 apartamentos de 70 m² de área compartilhada para cada um, resultando numa área total construída de 7.000 m² que demandarão um investimento na obra de algo como R$ 7.000.000. O escritório de arquitetura que fará um projeto desses terá sorte se conseguir cobrar 2% deste valor para fazer os projetos executivos, ou seja, receberá uns R$ 150.000 e desse valor precisará pagar os projetos de estrutura, instalações, paisagismo e os subcontratados do projeto arquitetônico.

Ao mesmo tempo, a construtora que fiscalizará a obra não tem muita dificuldade em cobrar entre 5 a 10% do valor, ou seja, vai receber seus R$ 500.000 que é mais ou menos a mesma coisa que vai ganhar a imobiliária que venderá os apartamentos. Ou seja, o arquiteto vai trabalhar tanto quanto, mas terá muito mais despesas e ganhará muito menos.

O arquiteto facilita a vida de todo mundo, ou seja, vai cuidar da bagunça legal das aprovações nos órgãos públicos, cuidar de todos os aspectos relativos à qualidade da edificação, vai torná-la apresentável para que então uma construtora pegar os desenhos e efetuar a construção, e depois vem um corretor engravatado ganhar muito mais do que o arquiteto. Claro que estas são as contingências do mercado, mas a pergunta que estamos querendo fazer é: porque o arquiteto “rói o osso” e depois deixa o filé para os outros? Porque o arquiteto não cuida da construção também, afinal, será muito mais fácil para ele que conhece a fundo aquela obra?

As vantagens do arquiteto administrar uma obra: a qualidade da execução

Não é apenas este aspecto financeiro que nos leva a afirmar que o arquivo deve sujar os pés de barro e fazer a obra também. Existe também a questão da responsabilidade pelo projeto e pela execução, sem falar do acabamento que o arquiteto, como especialista treinado no assunto, pode fazer melhor do que ninguém. É óbvio que existem engenheiros e empreiteiros que primam pelo capricho e bom acabamento, mas o arquiteto tem aquele “algo mais”, aquela corzinha no lugar certo, o detalhezinho diferente que dá um toque especial, coisas que, no contexto geral da edificação, farão uma grande diferença na hora da venda do imóvel ou para quando o usuário for efetivamente utilizar aqueles espaços.

Não estamos desmerecendo os outros profissionais, acontece que assim como o arquiteto nunca vai projetar um viaduto como um engenheiro civil, um engenheiro não recebe o treinamento estético e funcional oferecido pelas escolas de arquitetura. Assim, já que o arquiteto pode legalmente cuidar da administração de obras, porque não fazê-lo?

Existe uma primeira resposta á esta questão, que é a tradição da profissão e que é passada em muitas das escolas de arquitetura, em especial aquelas que primam por desenvolver mais o lado artístico e filosófico da carreira do que seu aspecto prático. Pelo lado dos arquitetos mais antigos, muitos dos quais são professores nas escolas tradicionais, nutrem até mesmo um profundo desprezo por qualquer atividade ligada à construção, preferem ficar discutindo a filosofia do projeto e deixam a obra para um engenheiro qualquer.

Só que este engenheiro qualquer é que vai fazer a obra, quase sempre desrespeitando o projeto em favor de uma execução mais simples e barata, e ainda por cima é quem vai ganhar mais, juntamente com o corretor. Assim, arquitetos, vamos arregaçar as mangas e começar a entender também da obra!!!! Você verá que o conhecimento da parte prática das construções vai permitir não só um maior conforto na parte financeira, mas vai também facilitar as suas atividades de projeto e aumentar a clientela.

Por onde começar, se na sua faculdade não ensinaram a administrar obras?

A grande maioria das escolas de arquitetura não se preocupa com a parte prática da carreira, e dentre as que se preocupam são ainda menos as que ensinam práticas de administração de obras tal como deve ser visto pela ótica do arquiteto.

Mas qual é a diferença? Construção não é tudo igual? A resposta é “sim” e “não”. Existem certas coisas que não mudam, o pedreiro que assenta tijolos numa obra residencial administrada por um engenheiro é o mesmo que vai levantar paredes na construção de um hospital que está sendo administrada por um arquiteto ou outro profissional qualquer. A contabilidade da obra é a mesma também, trata-se apenas de relacionar as despesas de um lado e as entradas do outro. A diferença começa na hora das compras, do contato com o cliente e com os profissionais responsáveis pela execução dos diversos serviços.

O arquiteto tem fama de ser “chato” numa obra, mas a fama é injusta. O fato de alguém ser detalhista e exigir um trabalho caprichado e bem feito não significa que ele esteja errado ou querendo atrasar o serviço. Às vezes o encarregado da obra entra num conluio silencioso com determinado profissional que está executando um serviço, só para ganhar algum tempo na execução e receber antes uma verba qualquer. Um exemplo: o administrador da obra percebe que determinada parede revestida de azulejos ficou um pouco fora de prumo, mas faz de conta que não viu ou aceita assim mesmo, porque está com pressa.

Mas é a pessoa que vai usar aquela obra que vai ter que se entender com uma porta que não consegue ficar aberta sozinha. Outro exemplo comum: o azulejista vai assentar um piso e não se preocupa em dar o caimento em direção ao ralo, como tem que ser. O administrador nem se dá ao trabalho de verificar os níveis, aceita o serviço de qualquer jeito e depois é a dona de casa que precisa secar o chão do banheiro com panos, pois a água corre ligeirinho para longe do ralo.

Um arquiteto tem um olho clínico para este tipo de defeito, e mais afinado ainda para detalhes de acabamento que os engenheiros, por sua própria formação, não se sentem na obrigação de perceber. Por exemplo, um arquiteto e, mais especialmente as arquitetas, não aceitariam uma pintura com variação na tonalidade ou um azulejo mal colocado. Nada de pias fora da altura correta ou vidros colocados de qualquer jeito. Este tipo de detalhamento está embutido na alma do arquiteto e de seus colegas que exercem funções similares, como o decorador e o paisagista.

Bem, depois de tudo o que dissemos, se você é arquiteto, deve estar se perguntando: “OK, eu gostaria de começar a cuidar das minhas obras, mas por onde começar?”. A administração de obras tem um lado técnico, que pode ser aprendido nas escolas, e tem outro lado que depende de prática, que precisa ser aprendida por cada um, lidando no dia-a-dia. Ajuda muito se tiver alguém para dar umas dicas, mostrar o “caminho-das-pedras”, e é isso o que eu tenho feito no meu curso de “Administração de obras para arquitetos”. Procuro fazer turmas pequenas para poder oferecer um atendimento personalizado, para demonstrar algumas técnicas simples mas bem eficientes para controlar corretamente uma obra, desde o primeiro contato com o cliente até a obtenção do “habite-se” e a entrega das chaves ao proprietário.

Porque o arquiteto fazem a administração de obras ?

Este curso vem sendo ministrado no tradicional Centro Universitário Belas Artes de São Paulo. Informações sobre datas, horários, programa e valores estão no site da Belas Artes, e obtenha todas as informações necessárias. Caso você queira levar este curso para sua cidade, entre em contato com o Fórum da Construção.

Fonte:

http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=0&Cod=907

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