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Informe do CBA -Colégio Brasileiro de Arquitetos

0 Comentrios | Postado em fev 16 2011

AOS COLEGAS ARQUITETOS E URBANISTAS DO BRASIL
O Colégio Brasileiro de Arquitetos – CBA, que reúne em fórum de articulação e discussão as entidades Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas (ABAP); Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura de Arquitetura e Urbanismo (ABEA); Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura (ASBEA); Federação Nacional de Arquitetos e Urbanistas (FNA) e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), com a finalidade de divulgar todos os atos que digam respeito ao processo de instalação do CAU em todo o país, a partir da reunião realizada no dia 14 de fevereiro de 2011,  INFORMA:

01. As entidades do CBA confirmam para todos os arquitetos e urbanistas brasileiros que estão unidas, integradas no propósito de contribuir para a construção do CAU para TODOS os arquitetos e urbanistas e nesse espírito de união das entidades em prol de um projeto para o país e para a profissão, orientam as suas entidades estaduais que, na medida das possibilidades regionais, construam fóruns de entidades estaduais de arquitetos e urbanistas ou até mesmo, se houver condições, que se instale um  CBA estadual, como fizeram as entidades de São Paulo. Unam-se em torno de uma proposta de avanço;

02. Analisando o cenário nacional atual, no que tange às implicações da aplicação da Lei do CAU, tomamos conhecimento de problemas localizados em alguns estados, resultando em indisposição destes CREA’s em relação ás entidades estaduais ou processos eleitorais das Câmaras de Arquitetura, utilizando formas pouco democráticas de convivência. Nesse quadro, o CBA orienta a todos os arquitetos e urbanistas, dirigentes de entidades, conselheiros de Câmaras de Arquitetura, uma atenção especial e redobrada nos comunicando de eventuais problemas para que possamos ajudar na resolução;

03. As entidades do CBA, em vista do processo eleitoral para escolha de Coordenador e de Coordenador Adjunto da Câmara Nacional Especializada de Arquitetura e Urbanismo, que ocorrerá em 25 de fevereiro próximo se declaram isentas nesse processo, mas na expectativa de que os colegas eleitos continuem respeitando e compreendendo nossas tarefas, agora contidas em lei federal, na qual as entidades nacionais participam do processo de transição e de eleição para esse primeiro CAU. Mais do que isso, as entidades nacionais desejam que os colegas eleitos materializem a unidade e continuem a relação estreita existente desde 1998 e que se aproximem da luta para construir o melhor CAU para os arquitetos e urbanistas. As entidades do CBA colocam todo o seu trabalho já realizado e em realização – 9 Seminários Nacionais para Construção do CAU, 68 reuniões de CBA desde 1998, textos e documentos propositivos para o Regimento Eleitoral, Regulamento Geral, Normas administrativas e tantos outros documentos -  à disposição de todos;

04. As entidades do CBA, analisando todos os artigos da Lei 12.378/2010, informam dos prazos curtos que temos para a instalação do CAU/BR e dos 27 CAUS estaduais e do Distrito federal e isso vai exigir esforço especial de todos os participantes do processo e para tanto, contam com a ação voluntária e compromissada dos colegas para ajudar nessa construção nacional. De acordo com a Lei, o processo de transição e organização do processo eleitoral, deve começar em 31 de março e encerrar, impreterivelmente, em 31 de dezembro de 2011;

05. As entidades do CBA informam a todos que, em vista do conteúdo da Decisão Plenária 0035/2011 do CONFEA, que aprova as propostas do Colégio de Presidentes dos CREAS reafirmando que os recursos oriundos dos arquitetos e urbanistas em 2011 – anuidades, taxas, ART’s em especial, devem continuar sendo particionados na origem, ou seja, sem reconhecer o disposto na lei do CAU que determina o depósito de 90% de todo o arrecadado para a conta do CAU, que ingressará com ação na justiça, se necessário, para que os efeitos danosos dessa Decisão, que invade o texto legal, não comprometa a arrecadação do futuro CAU;

06. As entidades do CBA estão preparando um PLANO DE COMUNICAÇÂO, elaborado pela assessoria de comunicação da ASBEA que prevê diversos elementos para informar e aproximar o CAU dos arquitetos e urbanistas, da sociedade, da imprensa e dos formadores de opinião;

07 As entidades do CBA, contrataram o ESCRITÓRIO JURIDICO SIGMARINGA SEIXAS para assessorar-nos, no que couber, com relação às todas as implicações da Lei federal 12.378/2010 pelo período inicial de 6 meses. Tendo em vista alguns desconfortos que tomamos conhecimento de colegas e entidades estaduais com os CREAs nesse processo de transição, o CBA informa que o Escritório Jurídico está atento e nos orientando nas tomadas de decisão que cada situação requer;

08.  Devemos ficar atentos aos vetos do Presidente Lula ao PL do CAU, que foram enviados para apreciação do Congresso Nacional e, para tanto, temos todo o interesse de derrubar o veto ao artigo 58 que cuidava da partilha do patrimônio do CONFEA com o CAU e da manutenção do veto do artigo 67;

09. As entidades nacionais do CBA confirmam seu apoio à participação de  todas as entidades regionais que congregam arquitetos e urbanistas no que tange à construção de um Plano de Trabalho integrado com as Câmaras de Arquitetura dos CREA’s, que tenham por objetivo contribuir com a criação de um Conselho que atenda aos anseios maiores da sociedade e com os desejos da maioria dos profissionais;

10. Por fim, reafirmam o contido na NOTA 1 de janeiro de 2011 e na transparência de todos os processos de transição de modo que os profissionais se sintam acolhidos e protegidos pelos atos que serão tomados de agora em diante.

São Paulo, 14 de fevereiro de 2011
SAIDE KAHTOUNI – Presidente da ABAP
RONALDO REZENDE – Presidente da AsBEA e Coordenador do CBA
JOSÉ ANTÔNIO LANCHOTI – Presidente da ABEA
JEFERSON SALAZAR -  Presidente da FNA
GILSON PARANHOS – Presidente do IAB


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Ganhe um livro gratuito da Romano Guerra Editora

0 Comentários | Postado em fev 06 2011

Como promoção de férias, a Romano Guerra Editora estará presenteando todos aqueles que adquirirem o livro Lina Bo Bardi – sutis substâncias da arquitetura, de Olívia Oliveira, com um exemplar do livro Quarenta anos de prancheta, de autoria do arquiteto Marcello Fragelli.

Os dois livros fazem parte da coleção Capa Dura da RG, sendo edições muito bem cuidadas, em tamanho 17x24cm, com papel couchet fosco, fartamente ilustrados com desenhos e fotos, frutos de pesquisa histórica e produção recente.

O preço de capa do livro sobre Lina Bo Bardi é R$ 142,00 e caberá ao interessado pagar o valor do frete, sendo o livro de Fragelli totalmente gratuito.

Os interessados devem enviar uma mensagem para o email rg@romanoguerra.com.br informando a cidade de postagem e aguardar resposta com instruções sobre como fazer a aquisição.

Lina Bo Bardi – sutis substâncias da arquitetura, de Olivia de Oliveira

Trata-se do livro mais premiado da Romano Guerra Editora, ganhando o Prêmio Modalidade Publicações da Premiação IAB-SP 2006 e sendo finalista na categoria “Sir Nikolaus Pevsner International Book Award for Architecture” do RIBA International Book Awards – edição 2007, e também finalista na categoria “arquitetura e urbanismo, fotografia, comunicação e artes” do Prêmio Jabuti 2007.

Achillina Bo nasce em Roma, em 1914, e se gradua arquiteta em 1939. No ano de 1940 funda em Milão, com o arquiteto Carlo Pagani, o “studio della Via Gesù 12″, escritório de arquitetura e design que é bombardeado em agosto de 1943. Atuante na discussão sobre movimento moderno que se forma em torno a Ernesto Rogers, Lina participa também da criação do jovem grupo de arquitetos Movimento di Studi per l’Architettura. E é neste ambiente efervescente que Lina se aproxima de Pietro Maria Bardi, protetor e porta-voz do “racionalismo” na Itália, a quem esposará em 1946, mesmo ano da mudança do casal para o Brasil, onde viverão até o final de suas vidas.

Lina teve uma expressiva passagem por Salvador, aonde – além dos projetos da Casa do Chame-Chame (1958), Solar do Unhão (1961-63), Plano de Recuperação do Centro Histórico de Salvador (1986-88) – sua magnética personalidade juntou em torno de si representativos personagens da cultura baiana, formada por nomes que se tornaram ícones, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Torquato Neto, Joaquim Koellreutter, Glauber Rocha e muitos outros.

Em São Paulo, onde viveu a maior parte dos 46 anos de Brasil, Lina projetou e construiu dois dos mais importantes marcos da paisagem paulistana: o Museu de Arte de São Paulo – Masp (1957-68) e o SESC Fábrica da Pompéia (1977-82). Além de outros projetos de arquitetura, concebeu inúmeras exposições, cenografias e objetos utilitários, além de editar a revista Habitat por diversos anos. Lina Bo Bardi faleceu no dia 20 de março de 1992, em São Paulo, aos 77 anos.

Quarenta anos de prancheta, de Marcello Fragelli

Marcello Fragelli, nascido e formado arquiteto no Rio de Janeiro, viverá em São Paulo o desenvolvimento pleno de sua carreira. Liderando uma equipe jovem e dinâmica, será o responsável pela arquitetura da maioria das estações da linha 1 do metrô de São Paulo. Este período, que corresponde ao final dos anos 1960 e a década seguinte, é o mais conhecido de sua trajetória, mas sua obra qualificada – que abarca programas de variadas escalas e usos – se estende pelos períodos anterior e posterior, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro. Neste livro Fragelli narra sua trajetória, entrelaçando suas experiências pessoais desde a juventude e a atuação profissional desde os primeiros esboços.

Marcello Accioly Fragelli nasce no Rio de Janeiro em 1928 e forma-se arquiteto em 1948 pela Faculdade Nacional de Arquitetura, antiga Escola Nacional de Belas Artes. Os anos de início de sua carreira estão entre os mais ricos na história da arquitetura brasileira. Fragelli entra em contato, seja trabalhando diretamente, seja convivendo no Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB), do qual foi diretor, com grandes figuras da arquitetura moderna brasileira (e mundial) como Affonso Eduardo Reidy, Jorge Machado Moreira, Oscar Niemeyer, Richard Neutra, Philip Johnson e os irmãos Roberto, com quem trabalha como assistente logo depois de formado.

Em 1961, a incentivado por amigos paulistas, Fragelli transfere-se para São Paulo, aonde trabalhará na Promon, empresa atuante na área de engenharia industrial, que o nomeia consultor de arquitetura das obras do metroviário de São Paulo. Fragelli conceituará a linha azul e projetará pessoalmente as estações elevadas e as que possuíssem praças na superfície. Ao final, ele projeta as versões definitivas do trecho elevado e das estações Jabaquara, Liberdade, Praça da Árvore e São Bento.

Como funcionário da Promon, é também responsável pela expansão da indústria Piraquê (1964-1980), no Rio de Janeiro, na qual trabalha de maneira notável elementos de proteção térmica como forma de expressão arquitetônica – um dos edifícios do conglomerado, o Jerônimo Ometto, de 1974, foi premiado pelo IAB em 1977. O conjunto São Luiz, de 1976-84, sede até hoje da Promon, é igualmente de sua autoria.

promoção de férias RG Editora

A promoção vai até o dia 18 de fevereiro de 2011 e é válida somente para os leitores do Vitruvius que usarem o contato via portal, pelo email rg@romanoguerra.com.br.

OLIVEIRA, Olivia de. Lina Bo Bardi – Sutis substâncias da arquitetura. São Paulo, Romano Guerra / Gustavo Gili, 2006, 400 p. ISBN 85-88585-06-5 [R$142,00]OLIVEIRA, Olivia de. Lina Bo Bardi – Sutis substâncias da arquitetura. São Paulo, Romano Guerra / Gustavo Gili, 2006, 400 p. ISBN 85-88585-06-5 [R$142,00]
FRAGELLI, Marcello. Quarenta anos de prancheta. São Paulo, Romano Guerra, 2010, 448 p. ISBN: 978-85-88585-18-8 [gratuito, na promoção de férias]FRAGELLI, Marcello. Quarenta anos de prancheta. São Paulo, Romano Guerra, 2010, 448 p. ISBN: 978-85-88585-18-8 [gratuito, na promoção de férias]
Páginas do livro "Quarenta anos de prancheta", de Marcello Fragelli [Romano Guerra Editora]Páginas do livro “Quarenta anos de prancheta”, de Marcello Fragelli [Romano Guerra Editora]

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fonte
Romano Guerra Editora
São Paulo SP Brasil

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Concurso ‘Valorizar os espaços vazios esquecidos’

0 Comentários | Postado em fev 06 2011

Tema de reflexão 2010-2011 do Seminário Robert Auzelle

Em 2010, para os 25 anos do Seminário Robert Auzelle, o tema da nossa reflexão evoca “a importância do vazio na arte urbana” evocado por Robert Auzelle1, que acrescenta “Parece-me que o espaço vazio, quer esteja livre, plantado, ou verde, constitui o essencial da arte urbana, – a
arquitectura urbana sendo apenas uma das numerosas paredes que delimitam o espaço.”

Assim, para melhorar o nosso quadro de vida urbano, Robert Auzelle convida-nos a participar na busca de Gaston Bachelard2 quando este filósofo nos diz: “Queremos examinar, efectivamente, imagens muito simples, as imagens do espaço feliz”. Cada país está confrontado à dificuldade de criar um quadro de vida que respeita a dignidade dos indivíduos. A era da mundialização vê o crescimento desmesurado, desordenado e sem limites das aglomerações. A fragmentação dos territórios cria obstáculos à continuidade das mobilidades suaves em condições agradáveis.

Nas grandes aglomerações ou nas cidades pequenas, numerosos espaços vazios permanecem esquecidos. Quer sejam residuais, intersticiais, abandonados, intermediários, ou incultos, industriais ou em terrenos vagos… os sinónimos e outras expressões não escasseiam. Estes avizinham a maior parte das vezes espaços públicos qualificados tais como ruas, praças, pracetas, avenidas, esplanadas, “mails”…3 A partir de todos estes espaços existentes, as operações candidates ao Prémio nacional arturbain.fr e os projectos apresentados ao Concurso internacional arturbain.fr farão ressaltar as melhorias trazidas ao quadro de vida. Estas irão incidir sobre:

A ligação desses espaços com o tecido urbano para criar entre eles uma continuidade e facilitar a sua acessibilidade aos peões e às mobilidades suaves.

Os programas das operações e dos projectos estarão atentos às expectativas cidadãs em ligação com os municípios.
Nestas condições a qualidade do quadro de vida avaliar-se-á em prioridade em função dos critérios ereferências abaixo mencionadas:

  • Qualidade arquitectural: A inserção no local e a tomada em conta da paisagem
  • Identidade do local e do património
  • Qualidade da vida social: Convivialidade e acessibilidade
  • Respeito do meio ambiente: Respeito da biodiversidade (infra-estrutura verde e azul),
  • Gestão dos desperdícios, gestão dos transtornos, das poluições e dos engarrafamentos devidos ao automóvel.

Definição da arte urbana segundo o Seminário Robert Auzelle:
Conjunto dos trâmites pluridisciplinares para melhorar o quadro de vida
numa perspectiva de avaliação,
da qualidade arquitectural, da qualidade da vida social, e do respeito do meio ambiente
Para qualquer informação contactar

www.arturbain.fr

tel: +33 (0)1 40 817135
email: arturbain@i-carre.net

Concurso ‘Valorizar os espaços vazios esquecidos’

inscrições
até 15/02/2011

fonte
Haifa Sabbag
São Paulo

XIII Concurso Internacional Arquine

0 Comentários | Postado em fev 06 2011

XIII Concurso Internacional Arquine

Mediapark: Cidade Juárez

Cidade do México

Localizada na fronteira com os Estados Unidos, a dualidade cultural da Cidade Juarez constitui um autêntico caso de estudo de uma cidade bicéfala, com a sua cidade vizinha oposta, El Paso.

Trata-se de um contexto com uma forte segregação socioeconômica, de uma povoação majoritariamente jovem, onde o forte dinamismo econômico, ligado a uma grande indústria maquiladora, está protegido pela violência e insegurança. A sua situação geográfica estratégica atribui-lhe tantas vantagens como barreiras, sendo uma extensa mancha de baixa densidade, derivada de um processo de expansão acelerado de uma ausência de elementos de centralidade urbana

O XIII Concurso Arquine convida a que se desenvolvam ideias para uma intervenção arquitetônica numa zona emblemática da cidade: um Media Park, orientado à juventude, que contribua a romper com o cenário de violência e frustração, alterando o polígono semi-abandonado da Zona PRONAF (Programa Nacional Fronteiriço), criado em 1961. Os projetos deverão gerar um âmbito para a convivência livre e segura, que possa ser um espaço de cultura e aprendizagem. Poderão servir como espaços de referência para esta convocatória, nos seus respectivos contextos, os parques-biblioteca da cidade de Medellin (México) ou o Media Lab do M.I.T.

Programa

Mediateca:

  • Vestíbulo/Entrada
  • Biblioteca/Videoteca
  • Colecção
  • Salas de leitura
  • Centro de navegação
  • Oficinas administrativas do Media Park
  • Estacionamento (existente 600 lugares – ver material anexo)

MediaLab:

  • Aulas de capacitação informativa
  • Ateliers Medialab (hardware e software)

Media Lounge:

  • Auditório (com capacidade para 150 pessoas)
  • Sala de exposições (terá de ser um ponto obrigatório de passagem para todos os usuários)
  • Cafetaria

Parque:

  • Foro ao ar livre
  • Área com sombreamento
  • Skate Park
  • Gaffiti Park

Este programa define os espaços mínimos a desenvolver e as áreas que não estão contempladas deverão ser desenvolvidas pelos participantes.

Material a entregar

Um CD (disco compacto) com:

1. Dois painéis com o seguinte tamanho: 90cm (altura) x 60cm (de largura) que deverão conter:

  • Planta do conjunto – escala 1:1000
  • Plantas – escala 1:200
  • Secções – escala 1:200
  • Texto descritivo com menos de 300 palavras

Os painéis (no disco compacto) deverão ser entregues em duplicado com uma resolução de 300 e 100 dpi. Os arquivos individuais deverão ter o formato e a extensão PDF (Acrobat).

O formato de apresentação dos projetos nos painéis terá de ser de forma vertical. São válidos os projetos que utilizem como recurso gráfico a largura dos dois painéis sempre, e quando, sejam enviados em dois arquivos separados.

2. Um arquivo .doc (Word), que inclua o formato completo que será proporcionado quando da confirmação da inscrição.

* Não se aceitarão outros formatos, nem formas de entrega, do material (memórias USB, FTP, correio eletrônico, etc.), unicamente Discos Compactos. Não se aceitaram painéis impressos, todo o material recebido terá de ser digital.

Data e local de entrega

O local de entrega será anunciado quando se realize, e confirme, a respectiva inscrição.

Data de entrega: 04 de março de 2011

Para a inscrição do material por transportadora ou correio, serão aceites envios até uma semana após a data de entrega (11 de março de 2011), sempre e quando o respectivo material tenha o selo postal indicando o seu envio, nunca posterior ao dia 4 de março de 2011.

Período de inscrição

De 11 de outubro de 2010 a 01 de marzo de 2011

Custos

  • De 11 de outubro a 21 de dezembro de 2010:$ 900 pesos* (México), US $ 90 dólares (Internacional)* Inclui subescrição anual da revista em toda a República Mexicana
  • De 22 de dezembro de 2010 a 01 de marzo de 2011:$ 1.200 pesos (México), US $ 120 dólares (Internacional)

A promoção da subscrição da revista só se aplica a envios no México.

Inscrição

Os candidatos terão de se registrar em www.arquine.com, introduzindo os dados requeridos, com um endereço de correio eletrônico para o qual será enviada a confirmação de inscrição, pela Arquine, assim que se comprove o pagamento correspondente.

Formas de pagamento

Através de depósito referenciado (só na República Mexicana): fazendo o pagamento em qualquer sucursal bancária do país, com o código de referência conferido pelo sistema.

Através de cartão de crédito via Paypal: introduzindo os dados de qualquer cartão de crédito Visa ou Mastercard. Quando se realiza o registro na página do concurso serão indicados os passos a seguir e será direcionado ao serviço Paypal, onde se poderá fazer o pagamento eletrônico.

Importante

  • Em envios por transportadora desde o México e do estrangeiro: a data limite válida será a que conste no selo postal (04 de março de 2011). Os envios não deverão chegar depois do dia 11 de março de 2011.
  • Em nenhuma circunstância serão devolvidos os trabalhos apresentados.
  • Os trabalhos deverão chegar à direção que será anunciada quando se realize a inscrição. Qualquer trabalho que chegue ao posto de correios não será aceite e a Arquine não suportará qualquer encargo de custos de envio ou impostos de alfândega.
  • Para evitar que um envio seja retido na alfândega deverão seguir-se as seguintes indicações:

1 – colocar de forma visível, sobre a embalagem postal a nota “Muestra sin fines comerciales”.

2 – evitar declarar um valor ao envio.

3 – pedir informações completas sobre os impostos alfandegários à empresa transportadora.

Perguntas frequentes (FAQ’s)

Só se reponderão a perguntas por correio eletrônico enviadas a: concurso@arquine.com enviadas no período de 22 de Novembro a 10 de dezembro de 2010.

Na caixa de “assunto” do correio deverá constar: “DUDAS CONCURSO”. Caso não esteja expresso desta forma será considerado SPAM.

As respostas ás “perguntas frequentes” (FAQ) serão publicadas em www.arquine.com a partir do dia (18 de outubro de 2010)

Resultados

A reunião do júri realizar-se-á na Cidade do México durante o XIII Congresso Internacional Arquine (28 e 29 de março de 2011), quando se realizará a premiação e exposição dos projetos vencedores, os quais serão publicados na página web, redes sociais e revista Arquine.

XIII Concurso Internacional Arquine

inscrições
de 11/10/2010
a 01/03/2011

fonte
Carolina Verduzco / Arquine
Cidade do México

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Bikes

0 Comentários | Postado em fev 01 2011

Conheça a Lei do CAU

0 Comentários | Postado em fev 01 2011

 

A criação de um conselho próprio para gerenciar a prática da Arquitetura no Brasil representa uma história de mais de 50 anos de debates, projetos, discussões e muita polêmica.

Essa luta de muitos arquitetos é ainda mais antiga que a própria trajetória do atual Sistema Confea/CREAs – criado em 1966 por força da Lei Federal n° 5.194 e que reúne hoje mais de 400 títulos profissionais diferentes.

A Lei que criou o CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil foi assinada no dia 31 de dezembro de 2010 pelo Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. A Lei recebeu o número 12.378 e regulamenta o exercício da Arquitetura e Urbanismo e cria o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR e os Conselhos de Arquitetura e Urbanismo dos Estados e do Distrito Federal – CAUs.

Veja a Lei pelo site do CDA

MANIFESTAÇÃO DO CBA-SP

0 Comentários | Postado em fev 01 2011

Aos Arquitetos e Urbanistas no Estado de São Paulo
Prezados colegas,
Representantes da ABAP, ABEA, AsBEA, IAB e FNA, entidades nacionais de arquitetura e urbanismo sediadas em São Paulo, vêm a publico informar que, em reunião realizada em 14/01/2011, conforme orientação e inteira anuência do CBA NACIONAL, foi instalado o CBA-SP – Colégio Brasileiro de Arquitetos de São Paulo.
Objetiva, em consonância com as diretrizes traçadas pelo CBA NACIONAL e em estrita colaboração com a Câmara Especializada de Arquitetura do CREA-SP, dar suporte às ações locais necessárias a uma transição eficiente e tranqüila em direção à plena viabilização do CAU-BR  – CONSELHO DE ARQUITETURA E URBANISMO, representando sua congênere nacional nas reuniões e ações que sejam exigidas para a concretização da instalação do CAU em nosso estado e colaborando, com subsídios e opiniões,para  otimizar a ação do CBA em todo o Brasil.
Com esta disposição, as entidades de São Paulo oferecem a experiência acumulada e as informações disponíveis coletadas sobre o tema, como contribuição à necessária discussão, prevista para a reunião do CBA NACIONAL a ser realizada em Brasília nos dias 20 e 21 próximos, sobre a estratégia nacional de implementação dos CAUs estaduais.
Assim, em atenção ao parágrafo 4º do artigo 56 da Lei nº 12378 de 31/12/2010, que determina a ação conjunta das Coordenadorias das Câmaras Especializadas de Arquitetura do atual sistema e das entidades nacionais de arquitetura e urbanismo, na definição da melhor forma de se efetivar a transição para o novo CAU-BR, desempenhará o CBA-SP seus melhores esforços para representar, em São Paulo, os interesses de todos os arquitetos e urbanistas brasileiros representados pelas  entidades nacionais de arquitetura e urbanismo, reunidas no CBA-NACIONAL.
São integrantes do CBA-SP os Presidentes das representações locais das entidades nacionais ou seus representantes, por elas indicados.
Por fim, declaramos nossa inteira confiança e disposição quanto a encontrarmos o caminho do entendimento e das justas soluções, nos diálogos que desenvolveremos com o CREA-SP, para viabilizar a rápida e eficiente instalação do CAU em nosso Estado.
Entidades que compõe o CBA-SP:
ABAP – Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas
Arquiteto Fábio Robba
ABEA – Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura
Arquiteto João Paulo Corrêa
AsBEA – Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura
Arquiteto José Eduardo Tibiriçá
IAB-SP – Instituto de Arquitetos do Brasil/SP
Arquiteta Rosana Ferrari
SASP – Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo
Arquiteto Daniel Amor

Projeto de arquitetura

0 Comentários | Postado em dez 17 2010

Projeto de arquitetura pode corresponder a até 12% do valor total da obra

ADRIANA ALVES
Colaboração para o UOL
01/12/2010

Um bom projeto arquitetônico é fundamental para que a casa dos sonhos não se transforme em pesadelo. O receio de pagar caro pelo serviço, porém, faz com que muita gente abra mão de um arquiteto e acabe tendo transtornos na hora de construir ou reformar.

O custo de um projeto de arquitetura é mais acessível do que se possa imaginar. Embora haja diferentes sistemas de cobrança, como por metro quadrado, por horas de trabalho ou por percentual sobre o orçamento da construção, o preço de um projeto de arquitetura residencial varia em média de 5% a 12% em relação ao valor total da obra, segundo profissionais ouvidos por UOL Casa e Imóveis. Ou seja, no caso de uma construção estimada em R$ 200 mil, o trabalho do arquiteto pode custar entre R$ 10 mil e R$ 24 mil.

Os valores dos projetos oscilam de acordo com fatores como a natureza da obra (edifício residencial ou comercial, casa, indústria, etc.), a complexidade da construção, suas dimensões, nível de detalhamento, localização, volume de trabalho e serviços contratados entre outros.

Orçamento para projetos residenciais*

Escritório Área aproximada Valor (em reais)
Escritório “Le Corbusier” 360 m² 53.000,00 (150,00/m²)
Escritório “Frank Lloyd Wright” 300 m² a 400 m² (urbana) 43.200,00
Escritório “Frank Lloyd Wright” 350 m² a 500 m² (no litoral) 63.000,00
Escritório “Mies van der Rohe” 350 m² 39.400,00 (sem impostos)
Escritório “Antoni Gaudi” 400 m² 32.000,00 (80,00/m²)
Escritório “Bauhaus” 400 m² 64.000,00 (160,00/m²)

Fontes: Andrade Morettin Arquitetos Associados, André Vainer, Arquitetos Associados, Enrico Benedetti Arquitetura, FGMF Arquitetos, Gustavo Calazans Arquitetura e Suíte 114 Arquitetos; os nomes que aparecem na tabela são fictícios para preservar as fontes

Para balizar os preços cobrados, associações da categoria, como o IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil), estabelecem tabelas de honorários que podem servir de referência tanto para os profissionais como para os clientes. A tabela do instituto está disponível no site da entidade.

“Pela tabela do IAB-SP, o projeto responde em média por 6% do valor da obra. Essa tabela, assim como as de outras associações de arquitetos, estabelece o mínimo a ser cobrado e serve de parâmetro principalmente para concursos públicos nacionais de projetos de arquitetura, licitações e contratações do serviço público e de empresas”, afirma Rosana Ferrari, presidente do IAB – departamento São Paulo.

Quanto maior, mais barato

O custo do projeto tende a ser menor percentualmente quanto maior a área a ser construída. Além do tamanho, o tipo da obra também influencia no preço. Construir uma casa nova, por exemplo, costuma ser mais barato do que reformar. “Em geral, reforma e construção em áreas pequenas são mais complexas, por isso o custo do projeto arquitetônico tende a ser proporcionalmente mais elevado. Uma reforma pode custar até 30% mais do que um trabalho em uma obra de grandes dimensões”, explica Henrique Cambiaghi, membro do conselho deliberativo da AsBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura).

Orçamentos de reformas*

Escritório Tipo de imóvel e área Valor (em reais)
Escritório “Le Corbusier” Apartamento de 375 m² 37.520,00 (100,00/m²)
Escritório “Walter Gropius” Casa de 550 m² 12.500,00
Escritório “Walter Gropius” Casa de 350 m² 8.000 + 10% valor gasto na obra
Escritório “Frank Lloyd Wright” Apartamento de 280 m² 17.600,00 (inclui projeto de interiores)
Escritório “Mies van der Rohe” Apartamento de 350 m² 20.000,00 (sem impostos)
Escritório “Bauhaus” Apartamento (fazer cozinha americana, integrar quarto à sala e troca de revestimentos) 16.000,00
Escritório “Bauhaus” Casa “de vila” até 100 m² 20.000,00
Escritório “Mies van der Rohe” Casa de 350 m² 29.500,00 (sem impostos)

Fontes: Andrade Morettin Arquitetos Associados, André Vainer, Arquitetos Associados, Enrico Benedetti Arquitetura, FGMF Arquitetos, Gustavo Calazans Arquitetura e Suíte 114 Arquitetos; os nomes que aparecem na tabela são fictícios para preservar as fontes

O nível de detalhamento, como a especificação de revestimentos cerâmicos e do mobiliário, e o número de projetos complementares, como sistemas de som, de iluminação e de decoração, também influenciam no orçamento. “Quanto mais detalhado for o projeto, mais horas de trabalho do arquiteto serão necessárias e, logo, maior será o custo”, observa o arquiteto André Vainer.

Em contrapartida, quanto mais detalhado for o projeto, mais fiel será o produto final. “Quanto maior o nível de detalhamento, melhor o projeto e, consequentemente, melhor o resultado da obra. Investir no detalhamento minimiza riscos de erros, de prejuízos e de frustração”, enfatiza Fernando Forte, do escritório FGMF -Forte, Gimenes e Marcondes Ferraz Arquitetos.

Elementos não palpáveis, como o trabalho intelectual do arquiteto e o desenvolvimento conceitual da obra, além da experiência do profissional, também contam na definição do orçamento. “O principal é a criação espacial, o desenvolvimento do conceito. É um trabalho valioso e infelizmente pouco valorizado no Brasil, que não tem uma cultura de projeto de arquitetura”, opina Filipe Troncon, do escritório Suíte 114.

Formas de pagamento

O pagamento dos honorários do arquiteto é parcelado conforme a conclusão das etapas do trabalho, dividido basicamente em fases como estudo preliminar, anteprojeto, projeto executivo e acompanhamento da obra.

“Todo projeto é parcelado mais ou menos no tempo que dura a obra, mas não muito mais do que dez meses”, explica Marco Donini, do escritório ArqDonini. “Normalmente, a primeira parcela é paga no momento de fechamento da proposta de orçamento, como um sinal”, acrescenta o arquiteto Gustavo Calazans.

Alexandre Brasil, do escritório Arquitetos Associados, de Belo Horizonte, ressalta que, ao término de cada fase, é importante avaliar a compatibilidade do projeto com o programa de necessidades do cliente, a funcionalidade, o dimensionamento e padrões de qualidade e a compatibilidade com os projetos complementares, como instalações (hidráulicas, elétricas, de dados, ar condicionado) e projeto de estrutura.

Optar apenas por uma das etapas do projeto arquitetônico, como um estudo preliminar ou um anteprojeto, não é uma boa saída para economizar, segundo os profissionais. “Se a pessoa quiser somente um estudo preliminar, por exemplo, sairá mais caro do que eu cobraria dentro do projeto completo, que fica em média 15% mais barato, além de garantir mais harmonia e eficácia à obra. Eu raramente aceito um trabalho se não for para fazer por inteiro para não comprometer o resultado”, comenta Vinicius Andrade, do escritório Andrade Morettin Arquitetos Associados.

“O ideal é contratar o projeto inteiro para que exista uma linha coerente de desenvolvimento. Uma das vantagens de estipular preços para cada fase é a possibilidade de cancelamento do contrato ao final de qualquer etapa, caso haja insatisfação do cliente com o arquiteto ou alguma interferência externa que impossibilite a continuidade do projeto”, complementa Célio Diniz, da DDG Arquitetura, situada no Rio.

Economia de tempo e dinheiro

Em vez de gerar economia, dispensar o trabalho de um arquiteto pode fazer com que a obra demore até o dobro do tempo para ser concluída e custe até 30% mais por erros de execução – que causam retrabalho, atraso, desperdício e assim por diante. Além disso, sem as soluções estéticas e funcionais da arquitetura, o imóvel tende ainda a ser desvalorizado comercialmente.

Portanto, como o valor destinado ao projeto arquitetônico corresponde a uma pequena parcela do custo total da obra, é um investimento que vale à pena para garantir a qualidade do imóvel e a realização de ter um espaço do seu jeito.

Para Célio Diniz, do escritório carioca DDG, a chave para uma obra com boa qualidade e custo adequado é o planejamento. Como um dos itens mais caros é a remuneração de mão-de-obra, qualquer atraso no cronograma gera custos extras. “Um projeto bem detalhado e bem planejado pode prever e evitar problemas na obra que significam custos adicionais. Existe uma tendência a se economizar no projeto contratando profissionais pelo menor preço sem se preocupar com o que ele vai desenhar. É preciso entender muito bem o que cada arquiteto oferece antes de escolher um. Não vale à pena economizar no projeto se pensarmos que ele vai definir todo o andamento da obra e custa em média até 15% do valor total do empreendimento”, pontua.

Fernando Forte calcula que um projeto bem feito pode representar uma economia de 20% a 25% no valor total do empreendimento. “Um bom projeto contribui para que a obra seja executada de acordo com o orçamento previsto e permite ao cliente organizar melhor a parte financeira”, diz. E alerta: “Desconfie se o projeto custar entre 1% e 2% do valor da obra. Certamente será um projeto de má qualidade ou o profissional acabará tirando a diferença de preço com comissão no momento da compra de materiais -a chamada reserva técnica.”

Para Henrique Cambiaghi, da AsBEA, “uma obra sem arquiteto equivale a um diagnóstico médico sem exames”. Marco Donini enfatiza que o trabalho do arquiteto vai muito além de estética. “Contratar um arquiteto não significa somente um upgrade estético na obra, mas, sim, tratar a questão da moradia com a seriedade necessária. Quando o cliente entende porque contratar um arquiteto, entende o que é viver melhor e se torna parceiro de projeto. A partir disso, não está gastando e sim investindo em economia, racionalidade e realização”.

*Sobre as tabelas

A reportagem levantou 14 orçamentos referentes a novas construções e a reformas em existentes para que o leitor tenha uma noção mais precisa dos valores praticados por escritórios de arquitetura. Foram consultados escritórios de São Paulo e um de Belo Horizonte que enviaram à redação orçamentos reais de onde foram extraídos os valores da tabela abaixo. A variação de valor se deve ao nível de experiência e infra-estrutura dos escritórios.

Os preços indicados na tabela incluem, em geral, as três etapas principais do desenvolvimento de um projeto de arquitetura:

 Estudo preliminar: análise do terreno, dimensionamento da obra e definição do programa de necessidades (número de quartos, banheiros e demais ambientes que os proprietários desejam ter), levantamento da legislação local, proposta de sistemas construtivos, primeiras plantas e desenhos conceituais

 Anteprojeto: consiste no desenvolvimento completo da proposta definida no estudo preliminar. Pode incluir a compatibilização de projetos complementares (hidráulica, elétrica, telefonia, entre outros), assim como a definição de acabamentos e revestimentos. Desenhos das plantas de todos pavimentos, da planta de situação, cortes, elevações, são produzidos nesta fase

 Projeto executivo: nesta etapa, todos os desenhos produzidos no anteprojeto recebem todas as cotas e são pormenorizados os detalhes para permitir a execução da obra. Também é feita a coordenação dos projetos complementares para garantir a compatibilidade eles e entre eles e o projeto da construção

Acompanhamento da obra: os arquitetos acompanham as obras que projetam, mas para assumirem a responsabilidade pela supervisão e responder por prazos ou pelo orçamento, por exemplo, podem cobrar.

Para supervisionar a obra ou participar de reuniões com os clientes e/ou outros projetistas, os profissionais cobram por hora de trabalho, e os valores variam bastante. Entre os escritórios ouvidos pela reportagem de UOL Casa e Imóveis há os que cobram R$ 140,00 por hora a R$ 400,00 por hora.

Outra forma de remuneração pelo trabalho de supervisionar a obra é o pagamento mensal por visitas de uma ou duas horas, semanais. Os valores chegam a R$ 1.500,00 por mês.

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Sergio Bernardes

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