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Casas Flutuantes

Casas Flutuantes

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Ficha Técnica

Arquitetos: H & P Arquitetos

Localização: Hoan Kiem District, Hanoi, Vietnã

Arquiteto Responsável: Doan Thanh Ha, Tran Ngoc Phuong

Equipe Design: Chu Kim Thinh, Erimescu Patricia, Nguyen Van Manh, Nguyen Khanh Hoa, Nguyen Quynh Trang, Tran Quoc Thang, Pham Hong Son, Hoang Dinh Toan, Pham Quang Thang, Nguyen Hai Hue, Nguyen Phuoc Khac

Área: 44,00 m2

Projeto Ano: 2013


 

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RESUMO

O escritório vietnamita H&P Architects apresentou uma proposta de residência que resiste à cheia das águas; um projeto barato e fácil de construir, cuja base é feita de bambu colhido no local. As casas são construídas sobre plataformas de tambores de óleo reciclados que as fazem flutuar durante as inundações, porém, sem sair do lugar, pois são presas através de âncoras.

Optou-se pelo bambu como material predominante não apenas por ser abundante na região, mas também por ser versátil, durável e tradicional nas construções locais. Tetos e paredes e pisos estão dispostos entre estacas de aço que seguram as casas durante as inundações, fazendo-as funcionar como barcos ancorados.

O piso é elevado, pois deste modo protege-se a casa de animais e da umidade, e também reserva-se este espaço para a instalação dos tambores. As coberturas são únicas, concebidas para este tipo de clima; cortes triangulares se abrem em todas as direções, proporcionando sombra e ventilação cruzada.

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As portas horizontais em ambos os lados da casa também se abrem, criando pátios e toldos. Quando começa a chover, a casa pode se fechar, protegendo os habitantes em seu interior.

Além da proteção contra inundações, as casas também apresentam jardins verticais em suas paredes externas, onde podem ser plantadas hortaliças para consumo familiar. Um sistema de captação de águas pluviais também é incorporado ao projeto, e pode ser desativado em caso de inundação. As casas apresentam espaços flexíveis que podem ser adaptados segundo as necessidades específicas de cada família, podendo inclusive, se expandir, no caso de famílias maiores.


Esse foi mais um dos Projetos apresentados no ALAC – Atelier Livre de Arquitetura Contemporânea. Um Curso gratuito que sempre está com inscrições abertas para estudantes e profissionais que buscam se atualizar.

Conheça: http://www.colegiodearquitetos.com.br/atelier-livre-de-arquitetura-contemporanea/

Casa Pachamanca

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Casa Pachamanca

Ficha Técnica

Arquitetos:  51-1 arquitectos

Localização: Las Casuarinas, Lima, Peru

Autores: César Becerra, Fernando Puente Arnao, Manuel de Rivero

Área: 682.0 m²

Ano do projeto: 2012

Fotografias: Cristobal Palma / Estudio Palma 

Equipe de Projeto: César Becerra, Fernando Puente Arnao and Manuel de Rivero with Edinson Cueva, Sara Gagliarini, David Ávila, Gianfranco Palomino, Mauricio Gilbonio, Militza Carrillo, Eduardo Peláez, Favio Chumpitaz

Construção: Américo Chavez

Engenharia Estrutural: Salcedo Ingenieros

Paisagismo: Luis Camacho

Interiores: Contemporanea, Liz Sosa Design

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Do arquiteto. A Pachamanca é uma técnica milenar peruana de cozinhar sob a terra com pedras e especiarias.

Um casal de cozinheiros nos pediu o projeto de uma casa para eles e suas filhas.

O terreno é um terraço numa colina, com vistas panorâmicas de Lima. Os clientes nos encomendaram uma casa que respeitasse o entorno e que fosse rica em conceitos, não em materiais.

A absoluta falta de chuva em Lima (menos de 8,00 mm por ano) determina uma paisagem árida, onde o verde aparece apenas quando se rega com água trazida dos cumes andinos a cem quilômetros de distância.

Em Lima, o verde é um luxo. Ao invés de um edifício, desenhamos uma paisagem verde exuberante. Os edifícios tendem a envelhecer e a ficarem mais feios, enquanto a vegetação cresce e se torna mais bonita com o passar do tempo.

Manipulando o terreno geramos um relevo, uma paisagem, que tem sua vegetação criada de acordo com as diferentes alturas: árvores; ervas; hortaliças; etc.

Uma vez definida a nova paisagem, esta se habituou ao programa da casa: dormitórios, banheiros, cozinha, sala de jantar, estar, escritório, garagem. Com especial atenção às qualidades espaciais e as vistas geradas.

A casa não possui uma estrutura hierárquica, têm diversas entradas, níveis e percursos, desfazendo o limite entre interior e exterior.

A casa – como uma paisagem exuberante – intencionalmente mostra uma rica diversidade de acabamentos e texturas: diferentes cortes de pedra da área, muitos tipos de madeira reciclada, estampas de concreto, etc.

Barroco e Povera, ao mesmo tempo, como uma Pachamanca.


Esse foi mais um dos Projetos apresentados no ALAC – Atelier Livre de Arquitetura Contemporânea. Um Curso gratuito que sempre está com inscrições abertas para estudantes e profissionais que buscam se atualizar.

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BIQ House

A Casa BIQ foi concluída e lançada no final de março de 2013, bem a tempo para ser apresentada como uma das maiores atrações da Exposição Internacional de Construção de Hamburgo (IBA – 2013), na Alemanha.

O projeto foi executado pela empresa de design internacional Arup, pela empresa alemã SSC (StrategicScience Consultants) e elaborado pelo arquiteto Splitterwerkde Graz. E porque ela é tão interessante? Deve ser o que você está se perguntando.

A BIQ é um dos mais perfeitos exemplos de uma casa natural, eficiente e única. Ela é o primeiro edifício do mundo a ter uma fachada com biorreatores. E o que isso significa? Significa que sua fachada produz energia a partir de microalgas que são cultivadas dentro dos elementos de vidro que compõem a sua “bio pele”.

O edifício é praticamente todo revestido com tiras de vidro, semelhantes a persianas, na cor verde, onde são cultivadas as micro algas verdes com fotobiorreatores integrados a reatores. Estas tiras de vidro além de serem utilizadas para produzir energia, podem controlar a luz e proporcionar sombra.

E como ele funciona?

Primeiramente, é muito importante entender que microalgas são produzidas dentro destas células verdes que revestem a fachada do edifício. E que tanto para produzir energia como para gerar sombreamento estas microalgas precisam crescer.

No verão as algas absorvem os raios do sol que, junto com dióxido de carbono e outros nutrientes líquidos – fornecidos através de um circuito de abastecimento interno de água depositados nos painéis – promovem a fotossíntese. Este processo ajuda a alga a crescer e assim propiciar sombreamento no edifício, conseguindo assim, manter a temperatura interna do edifício baixa de uma forma mais natural, sem a necessidade de utilização de um sistema de ar condicionado. Todo este processo de fotossíntese, crescimento e sombreamento podem ser observados a partir do exterior da edificação.

No inverno, o sistema de calefação, responsável pelo aquecimento da casa BIQ, é abastecido pela água quente produzida por estas plantinhas. A fachada recolhe a energia por absorção da luz que não é utilizada pelas algas e gera calor, tal como numa unidade de energia solar térmica, a qual é diretamente usada para a água quente sanitária e para o aquecimento.

Como produz energia?

As algas depois de florescerem e se multiplicarem são colhidas, para assim, serem utilizadas como biomassa na produção de biogás. Este processo acontece na sala técnica da BIQ, com o auxilio de máquinas responsáveis por transformar a polpa grossa e fermentada das algas em biogás. As algas, em comparação com as plantas terrestres, são mais eficientes para este processo, pois produzem até cinco vezes mais biomassa/hectare que as plantas convencionais. E fora isto, possuem muitos óleos que são também utilizados na produção de energia.

Dentro de cada metro quadrado da fachada, é possível extrair cerca de quinze gramas de biomassa por dia, o que ao final de um ano produz cerca de 4500 kWh de energia elétrica – o que equivale a mais ou menos o consumo anual de uma família com quatro pessoas (4000 kWh).

O projeto de arquitetura consiste em um edifício residencial de cinco andares, no qual existem 15 módulos de diferentes tamanhos que variam de 50 a 120 m². O último pavimento, no quinto andar, é o único com um sistema de cobertura e fechamento lateral realizado em alvenaria convencional, enquanto que nos outros andares foram utilizadas as placas de vidro com algas. A ideia dos arquitetos era projetar um modelo de vida futurista e versátil, baseado nos padrões do futuro. O design de interiores foi pensado de modo que as habitações pudessem ser personalizáveis e com possibilidade de serem modificadas simplesmente pressionando um botão.

Por fim, não podemos deixar de ressaltar que o revestimento com algas também servem como um ótimo isolamento acústico. E assim, podemos ver que a tendência para o futuro da construção civil é a de que as fachadas não sejam apenas um elemento de vedação e decorativo, mas um elemento ativo para o funcionamento da edificação.

Segundo o líder de investigação da Arup na Europa, Jan Wurm, “O uso de processos bioquímicos para o sombreamento constitui uma solução realmente inovadora e sustentável, o que é muito importante assistir a sua aplicação num cenário real. Além de gerar energia renovável e promover sombra para manter o interior do edifício refrigerado nos dias ensolarados, o nosso desenho também cria uma aparência interessante que os arquitetos e proprietários irão gostar”.

  1. biorreatores de BIQ são aparafusadas para os lados virados para sul do edifício e são projetados para trabalhar com quase nenhuma intervenção humana ou de limpeza. Cada biorreator é de três polegadas de espessura, mais de oito pés de altura, e tem cerca de seis litros de água entre os painéis de vidro laminado de segurança.
  2. Um sistema circulatório complexo mantém as algas vivo e empurra a água, fósforo e azoto através dos biorreactores. A comida de alimentação de dióxido de carbono vem do tubo de escape de um gerador de rés-do-chão. (Em instalações futuras, as algas pode engolir CO2 emitido a partir de outros prédios.) Explosões de ar comprimido evitar que o crescimento de algas muito grosso, enquanto pequenas contas raspar o vidro e manter os organismos do apego a ele.
  3. Quando as algas reproduzir, eles emitem calor, o que significa que num dia ensolarado a água no bioreactor pode atingir 100 ° F. Que os cursos de água através de um trocador e aquece um segundo abastecimento de água, que circula através de tubos embutidos nos pisos para aquecer os quartos, ou para pré-aquecer a água utilizada nos chuveiros e cozinhas. água quente excesso é armazenado em oito furos 260-plus-pé-profundas sob o edifício. Ao todo, as algas do biorreatores produzir calorias suficientes para aquecer quatro apartamentos durante todo o ano.
  4. Pelo menos a cada semana, as algas são filtrados da água e transportado três milhas a uma universidade, onde são processados ​​para o metano e hidrogênio. Se eles foram queimados, eles poderiam ser usados ​​para gerar eletricidade, embora esta pode ser uma forma dispendiosa e ineficaz para negar as emissões de carbono.

Esse foi mais um dos Projetos apresentados no ALAC – Atelier Livre de Arquitetura Contemporânea. Um Curso gratuito que sempre está com inscrições abertas para estudantes e profissionais que buscam se atualizar.

Conheça: http://www.colegiodearquitetos.com.br/atelier-livre-de-arquitetura-contemporanea/

Museu do Corpo Humano

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Museu do Corpo Humano

 

Ficha Técnica

Arquitetura: BIG

Líder do Projeto: Gabrielle Nadeau

Coordenador do Projeto: Jakob Sand

Cliente: Ville de Montpellier

Arquiteto Local: A+ Architecture

Engenharia Estrutural + MEP: Egis Bâtiment Méditerranée

Paisagismo: Base

Consultor de Finanças: L’Echo

Consultor de Sustentabilidade: Celsius Environnement

Consultoria Acústica: Cabinet Conseil Vincent Hedon

Área: 7800.0 m²

Ano: 2018

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Resumo

Museu do Corpo Humano

BIG foi anunciado como o vencedor do concurso internacional para a nova Cité du Corps Humain (Museu do Corpo Humano) em Montpellier.

Radicado na longa história médica da cidade, com a escola de medicina de renome mundial, que data do século X, o museu de 7800 m² busca “explorar o corpo humano a partir de um enfoque artístico, científico e social através de atividades culturais, exposições interativas, performances e oficinas”.

Seu projeto, guiado por oito formas ondulantes que “se costuram” para criar um espaço contínuo subjacente, serviram como mediador entre a natureza e a cidade, o Parque Charpak e a prefeitura da cidade de Montpellier. As impressionantes vistas, acesso de luz do dia e conexões internas serão reveladas pelo volume inconstante do museu.

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“Como a mescla de duas substâncias incompatíveis – aceite e vinagre – o pavimento urbano e a grama do parque fluem juntos se abraçando mutuamente, formando bolsões em terraços com vistas para o parque, elevando ilhas de natureza acima da cidade. Uma série de pavilhões aparentemente singulares se costuram entre si para formar uma instituição unificada – como dedos individuais unidos em uma aderência mútua”, explica Bjarke Ingels.

A cobertura do museu funciona como um jardim ergonômico – uma paisagem vegetal e mineral dinâmica que permite aos visitantes explorar e expressar seus corpos de diversas formas – desde a contemplação à atuação, do relaxamento ao exercício.

As fachadas do Museu do Corpo Humano são transparentes, o que maximiza a conexão visual e física com o entorno. Na fachada sinuosa que oscila entre o Norte e Sul, Leste e Oeste, a orientação da gelosia varia constantemente, protegendo da luz solar enquanto se assemelha a padrões de uma impressão digital humana.

O júri, encabeçado pela prefeita da cidade, Sra. Hélène Mandroux, escolheu o BIG entre outras cinco equipes internacionais, pré-selecionadas, e elogiou o desenho do escritório por sua combinação de qualidades inovadoras, meio-ambientais e funcionais. O novo museu contribuirá ao rico patrimônio científico e cultural de Montpellier, que atrai a turistas, famílias, grupos de escolas, acadêmicos e amantes da arte.


Esse foi mais um dos Projetos apresentados no ALAC – Atelier Livre de Arquitetura Contemporânea. Um Curso gratuito que sempre está com inscrições abertas para estudantes e profissionais que buscam se atualizar.

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O Croqui na Arquitetura

Paulo Pinhal

Sou de um tempo em que, para ingressar no Curso de Arquitetura e Urbanismo tínhamos uma prova de qualificação chamada de LA – Linguagem Arquitetônica, onde o aluno tinha que saber pelo menos se expressar graficamente suas ideias e se este aluno não passasse nesta prova, não poderia ingressar no curso de arquitetura. Por conta do grande número de Cursos de arquitetura no Estado de São Paulo, são poucas as instituições que ainda fazem esta prova.

O que percebemos é que a nova geração de arquitetos antenados nas ferramentas digitais e suas facilidades de encontrarem projetos e componentes prontos, fazem com que tenhamos uma geração de profissionais que produzem projetos genéricos. Não são todos profissionais, pois temos dentro deste universo de arquitetos, os que assimilaram o “Processo dos antigos” e fazem a diferença. O que vem a ser o “Processo dos antigos”?. Nada mais é do que criar e desenhar a mão um projeto no papel, ou seja, elaborar um croqui.

O Desenho é uma linguagem universal e nem sempre temos em mão um Tablet, Notebook ou um Computador, no entanto, quando expressamos graficamente as nossas idéias, conseguimos compartilhar com o cliente ou com a mão de obra executora o que deverá acontecer. Fica menor a distância do que projetamos para o que é executado.

Este ano de 2016, o CDA – Colégio de Arquitetos resolveu oferecer para os seus alunos e ex-alunos gratuitamente o Curso de Croqui (clique aqui para conhecer), para que retomemos o Processo dos antigos, e que possamos explorar a nossa criatividade brasileira. A partir do croqui elaborado deixamos a liberdade de escolha da melhor ferramenta digital que o arquiteto quiser usar.


Contato
Rua Boa Vista, 117 – Centro – Mogi das Cruzes – SP
Tel. (11) 2819-3776 | (11) 4726-1336
E-mail: cda@colegiodearquitetos.com.br

Saúde nas Habitações

Paulo Pinhal

Uma em cada quatro pessoas doentes no mundo sofre de algum mal relacionado as questões ambientais, que poderiam ser perfeitamente evitadas, revelou um estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Casa doente, família doente. Alguns fatores contribuem para uma habitação saudável: Insolação e Ventilação.

A falta de insolação nos ambientes, contribui para a proliferação de fungos, que muitas vezes sãos os causadores de infecções respiratórias e alérgicas. O ideal é que tenhamos o sol entrando em nossos ambientes por pelo menos 20 minutos diários.

O aproveitamento da insolação, pode ser a solução para uma construção saudável. Um projeto com uma boa implantação da edificação no terreno, melhora a qualidade ambiental da habitação.

Outro fator que contribui para as doenças respiratórias é a umidade existente dentro do ambiente. Obras mal executadas causando umidades no teto, paredes ou pelo chão, criando ambientes favoráveis a criação de fungos e bactérias, tornando em alguns casos ambientes insalubres. A maneira de combater a umidade é por meio da ventilação interna e impermeabilização correta. As implantações corretas das portas e janelas, proporcionam ventilação adequada para a edificação evitando a umidade.

A participação efetiva de um arquiteto com projetos completos podem fazer toda a diferença para ter um ambiente saudável. Existem cursos que o CDA Colégio de Arquitetos oferece, que simulam os ambientes antes de construídos.

Antes de construir, consulte um arquiteto que ele está capacitado para transformar qualquer habitação em um ambiente saudável.


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Os sete princípios do Arquiteto da Felicidade

Os sete princípios do Arquiteto da Felicidade

 Texto de  Robert Jeferson de Melo e Silva

1. Seja mais que um arquiteto

Minha convicção é que a Felicidade é algo de tal importância na vida das pessoas que é impossível fazê-la caber dentro de um ofício e uma faculdade.

Então é preciso ser mais. Um arquiteto da felicidade tem que gostar de outras áreas para complementar a visão ampla que a felicidade exige.

É preciso gostar de filosofia, sociologia, política, geografia, direito, engenharia, pedagogia, administração, etc. É preciso compreender que a arquitetura só é capaz de atender a uma pequena fração das insatisfações da vida das pessoas.

Quando se tem a consciência daquilo que a arquitetura é realmente capaz de atender, é possível ter a dimensão exata do quão feliz pode ser o trabalho do arquiteto.

Os sete princípios do Arquiteto da Felicidade

2. Coloque Felicidade em tudo o que fizer

Assumir um compromisso com a Felicidade significa ser feliz em tudo o que a gente acredita e se propõe a fazer.

Significa que a felicidade deve estar presente desde o preparo de um bolo, quando for fazer compras, vestir uma roupa e, até num projeto de arquitetura.

Não basta somente projetar espaços eficientes ou ideais  se estes não fizerem parte importante da vida da pessoa. Quanto mais a felicidade fizer parte do que fazemos, mais natural serão os resultados das nossas ações e projetos.

3. Cuide de todas as dimensões do tipo de vida que valoriza

O segredo de uma vida feliz é alcançar o equilíbrio entre todas as dimensões que afetam a nossa felicidade.

É preciso ter atenção com dinheiro e padrão de vida, saúde, educação, trabalho, amigos e relacionamentos, cultura e lazer, sociedade e meio-ambiente e saber empenhar os recursos de tempo, financeiros e capacidade pessoal, voltados ao objetivo que cada um se propõe a seguir.

Ter a noção ampla de como cada um nos afeta é fator que dá a segurança necessária para desenvolver projetos mais eficientes e mais relacionados com o ser humano.

4. Busque uma vida mais feliz e desenvolvida

Não é possível viver a felicidade sem um objetivo a perseguir. Planejar onde quer se chegar é buscar em determinado tempo uma condição mais feliz e desenvolvida que no tempo presente.

Criar metas é um exercício diário de ousadia e paciência, onde nem sempre o objetivo é exatamente aquilo que no futuro alcançaremos.

Uma luz que se enxerga no fim de um túnel não significa necessariamente um único ponto. À medida que nos aproximamos, eles podem ser muitos pontos de luzes espalhados que nos obrigarão a fazer escolhas e rever planos em algum momento na vida.

Da mesma forma, os planos não podem ser tão rígidos que não se permitam uma reavaliação dos seus rumos. Mas o importante é tomar as decisões necessárias para continuar a persegui-lo.

5. Compartilhe seus ideais

A Felicidade não é um projeto pessoal de bem-estar. Se o fosse estaria condenado ao fracasso. É impossível ser feliz sozinho.

Então não nos resta outra escolha a não ser anunciar a paz, a liberdade e a felicidade para aqueles que nos cercam. Promover a felicidade significa usar de todos os meios possíveis de comunicação para fazer as pessoas refletirem e despertarem para esta busca.

É preciso fé e esperança num mundo melhor e que ele será tão mais feliz quanto nós permitirmos que ele se desenvolva para todos. Só assim teremos mais arquitetos, engenheiros, professores, médicos e toda a força de trabalho em prol de uma vida mais feliz e desenvolvida para todos.

6. Facilite a vida

A vida é tão feliz quanto mais simples ela se torna. Por mais nobre que seja a intenção, não é preciso desenvolver projetos mirabolantes e complexos para as pessoas. Elas não tem tempo para isso.

Facilitar não significa fazer no lugar da outra pessoa, e sim dar meios que ela possa fazer e alcançar seus objetivos pessoais. Não meça esforços em aperfeiçoar o modo que se comunica, reveja sempre o método, a linguagem, a forma de acesso, a gestão e formas de financiar a atividade.

Jamais duvide da inteligência do outro. Talvez ele tenha uma ideia mais simples que a sua.

7. Fortaleça os relacionamentos

Relações entre pessoas se dão através de diversas formas, sejam em negócios, no ambiente de trabalho, amizades, família  relacionamentos afetivos. Tanto no pessoal, como no profissional. Tanto no real, como no virtual.

O significado que imprimimos nas relações é que dão a medida de importância que as pessoas fazem para nós. Sendo a impressão uma ação intencional que fazemos no nosso ambiente, que ela seja a mais feliz possível.

É necessário dar significado as coisas que fazemos, celebrar momentos reais, dar presentes, promover atividades de encontro. Desde uma reunião de ocasião a uma gincana, são esses momentos que pontuam e marcam na nossa mente o quão felizes somos ou fomos.

Gostou da lista? Se identificou com alguns desses princípios?

Então seja um Arquiteto, Engenheiro, Advogado, Professor da Felicidade. Leve os princípios também para sua família, amigos, planejamentos de carreira, financeiros, relacionamentos e hábitos. pessoais

Uma vida mais feliz e um mundo mais desenvolvido depende daquilo que desejamos ser. Faça a felicidade morar na sua vida.

 

Fonte: http://arquitetodafelicidade.com.br

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Transformer House

Transformer House

O CDA sempre antenado no que acontece  pelo mundo. Veja este projeto de uma casa sobre um caminhão que se transforma. Projeto patenteado em 2010, onde mesmo não tendo legenda em português é possível entender o seu funcionamento.

No ALAC – Atelier Livre de Arquitetura Contemporânea que o CDA desenvolve todas as quintas feiras na UMC – Universidade de Mogi das Cruzes, são abordados e refletidos sobre projetos deste tipo.

Se você tem interesse de participar, faça a sua inscrição no site e venha. A atividade é gratuita e pode gerar um certificado.

Veja o vídeo…

O projeto russo, que informalmente é chamado de “Transformer House”, ainda não está sendo colocado em prática porque não há tecnologia suficiente para implementar totalmente a ideia. Provavelmente só veremos a sua aplicação daqui a uns anos, quando os avanços proporcionarem materiais mais leves e práticos de serem manuseados.

O objetivo desse projeto não é apenas proporcionar um método prático e rápido para erguer uma casa, mas oferecer abrigo em situações de emergência. Desastre naturais graves costumam destruir residências e deixar muitos desabrigados. Caso essa ideia se tornasse uma realidade, a formação de abrigos seria muito facilitada.

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Fonte: Tecnomundo


Esse foi mais um dos Projetos apresentados no ALAC – Atelier Livre de Arquitetura Contemporânea. Um Curso gratuito que sempre está com inscrições abertas para estudantes e profissionais que buscam se atualizar.

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