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Você sabe o que é cortiça ?

 

Você sabe o que é cortiça ?

Você sabe o que é cortiça ? É um material de origem vegetal da casca (súber) dos sobreiros (Quercus suber), leve e com grande poder isolante. A razão pela qual a cortiça possui estas características é a sua composição rica em suberina, uma substância lipídica (gordurosa) que se acumula na parede celular. A presença desta substância numa primeira fase impede a entrada de agentes patogênicos e de qualquer substâncias tóxica na célula e numa fase posterior a passagem de nutrientes para a célula, causando a sua morte.

A primeira extração  ocorre, normalmente, quando a árvore atinge entre 25 a 30 anos, sendo que a extração ocorre nos meses de Junho a Agosto. Ela, por vezes com espessura considerável, recebe o nome de virgem e distingue-se substancialmente da cortiça de reprodução extraída nos períodos seguintes: é designada por secundeira na segunda tiragem e por amadia nas tiragens ou extrações subsequentes. A cortiça amadia é a de melhor qualidade, sendo por isso a mais valorizada, e a única que pode ser utilizada para o fabrico de rolhas. A partir desta fase, a cortiça é extraída a cada nove anos.

Atualmente, a cortiça é uma matéria-prima nobre cuja utilização se estende a variadas utilizações como sejam os revestimentos de solos, os isolamentos térmico e acústico, na fabricação de instrumentos musicais, em artigos de decoração, nos componentes para calçados e para o sector industrial de diversos segmentos automóvel, bebidas, construção, alvenaria, decoração, entre outros.

“Retirada a cada nove anos, sem que nenhuma árvore seja cortada durante este processo, a cortiça dá origem a uma infinidade de produtos, desde os tradicionais, aos mais inovadores e inesperados. O principal é a rolha, mas nem toda a cortiça possui os requisitos necessários para se transformar nesse nobre objeto.”

Cada sobreiro demora 25 anos até poder ser descortiçado pela primeira vez e só a partir do terceiro descortiçamento (aos 43 anos) a cortiça, então denominada «amadia», tem a qualidade exigida para a produção de rolhas. As duas primeiras extrações – cortiça «virgem» e «secundeira» –, assim como a que é retirada da base da árvore, resultam em matéria-prima para isolamento, pavimentos e produtos para áreas tão diversas como a construção, a moda, o design, a saúde, a produção de energia ou a indústria aeroespacial.

A extração é feita por profissionais altamente especializados, sempre entre maio e agosto, quando a árvore se encontra numa fase mais ativa do crescimento e se torna mais fácil descortiçá-la sem ferir o tronco. O sobreiro é a única árvore cuja casca se autorregenera, adquirindo uma textura mais lisa após cada extração. Pode ser descortiçado cerca de 17 vezes ao longo de uma longevidade que é, em média, de 200 anos. CDA

cortica

 

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O que é Curva de Nível?

Refere-se à linha traçada em plantas que indicam o relevo do terreno. É chamada de “curva”, pois normalmente a linha que resulta do estudo das altitudes de um terreno são geralmente manifestadas por linhas curvas.Curva de nívelÉ representada na planta de metro em metro ou a cada 5 metros, de acordo com a precisão requerida. A curva de nível é obtida através da projeção horizontal da interseção do terreno com um plano horizontal, o que resulta em uma linha curva e que passa por todos os pontos do terreno que têm a mesma altitude.

Numa planta topográfica, uma curva de nível caracteriza-se como uma linha imaginária que une todos os pontos de igual altitude de uma região representada. É chamada de “curva” pois normalmente a linha que resulta do estudo das altitudes de um terreno são em geral manifestadas por curvas.

São associadas a valores de altitude em metros (m)

Portanto, a curva de nível serve para identificar e unir todos os pontos de igual altitude de um certo lugar.

Esta pode ser interpretada como uma batata, se a cortarmos em camadas, depois gradualmente desenharmos cada “camada” da batata em uma folha de papel, poderemos interpretar o desenho como uma planta de altitudes de um lugar. Se repetirmos o acto varias vezes no mesmo papel poderemos unir os pontos de iguais altitudes formando uma curva de nível.

As curvas de nível indicam uma distância vertical acima, ou abaixo, de um plano de referência de nível. Começando no nível médio dos mares, que é a curva de nível zero, cada curva de nível tem um determinado valor. A distância vertical entre as curvas de nível é conhecida como equidistância, cujo valor é encontrado nas informações marginais da carta topográfica.

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O que é Cota?

É a denominação dada a toda e qualquer medida expressa em plantas arquitetônicas. É a linha onde marcam os pontos que limitam um ambiente ou uma parede, especificando nesta o seu valor, normalmente expresso em metros.CotaO projeto que apresenta todas as cotas necessárias à sua execução é chamado de um projeto cotado.

A cotagem em desenho arquitetônico contempla as especificações contidas nas normas técnicas NBR 10126/ 87 e NBR 6492/ 94, principalmente.

Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas, a definição de cotagem é a seguinte:“Representação gráfica no desenho da característica do elemento, através de linhas, símbolos, notas e valor numérico, numa unidade de medida.”

Esta característica pode ser uma dimensão como comprimento, raio, diâmetro, corda, arco; ângulo (no caso de chanfros – que equivalem às paredes que formam ângulos diferentes de 90º no desenho arquitetônico – ou seções circulares); forma ou posição junto a um sistema de coordenadas. Uma cota pode incluir estas diferentes características, se necessário.

Cotas devem ser aplicadas toda vez que se fizer necessário – sem redundâncias, com muitas cotas definindo o mesmo elemento – para descrever completamente, de maneira clara, uma parte relevante. Na aplicação destas cotas, é importante colocá-las na vista ou corte que melhor represente o detalhe em que se deseja cotar. Nos cortes, apenas as cotas verticais são demonstradas.

As cotas são construídas com a utilização das linhas auxiliares, linhas de cota (que seguem a norma NBR 8403), limites específicos entre linha de cota e a respectiva cota, e indicadores. Linhas auxiliares ou de extensão (1) são aquelas que despontam, após um pequeno espaço, dos limites do elemento a ser cotado; podem ser usadas linhas do desenho para este fim, o que não ocorre com linha de cota. Linhas de cota (2) são paralelas à parede ou vão de janela a ser cotada, onde, pouco acima, sem ser tocadas, são dispostas as informações da cota. Nos limites entre linhas de cota e auxiliares, no desenho arquitetônico, são usados traços oblíquos a 45º ou pontos, ambos grafados mais fortemente (3). Indicadores (como omodelo em vermelho) servem para cotar em locais mais convenientes quando da falta de espaço. Veja todos estes elementos no exemplo:

Por mais que seja possível usar as linhas do desenho como linhas auxiliares, se deve buscar cotar ao máximo fora do desenho, sempre dispondo as informações para a leitura na base-direita da folha. Estas informações devem ser em algarismos maiúsculos ou números sempre não inclinados. Para o uso de softwares gráficos, se recomenda fontes como Arial ou Romand, que são mais limpas e menos rebuscadas, facilitando a leitura. Os caracteres inseridos devem ter tamanho suficiente para garantir a legibilidade no documento original e em possíveis cópias reduzidas. A norma NBR 6492 contempla apenas o uso de réguas com letras como instrumento, sendo a fonte demonstrada semelhante à Arial Rounded MT Bold:

As dimensões de vãos de portas e janelas que são cotadas correspondem ao vão após o acabamento, que irá receber as respectivas esquadrias. Estas recebem um código alfanumérico, na forma En, sendo E a letra inicial da esquadria (P ou J) e n um número natural que serve de índice para aquele tipo de esquadria. Usa-se o mesmo código para esquadrias iguais. Através deste código, podem ser referenciadas em uma tabela opcional as dimensões principais das esquadrias, material, tipo e quantidade. As dimensões citadas são: largura da esquadria, altura da esquadria e altura do peitoril (no caso de portas, quando igual à zero, pode ser omitida). A altura do peitoril é definida com base no nível acabado interno. Veja algumas formas de representação, sendo a forma L X H / P a via de regra:

Não se escrevem unidades de medida nas cotas. Todavia, estas unidades são normalizadas de acordo com as dimensões do elemento a ser cotado. De acordo com a ABNT, para comprimentos maiores que um metro, a unidade de medida da cota é o metro [m]. Se a cota for menor que um metro, a unidade de medida é o centímetro [cm]. Para especificações em milímetros [mm], utiliza-se a notação sobrescrito sublinhada para representar o valor da cota. Estas especificações não servem para cotagem de nível, que sempre possui o metro [m] como unidade.

A cotagem de nível utiliza os símbolos [1] e [2], sendo o primeiro utilizado em plantas, com a indicação de nível acabado e nível em osso da superfície, em relação a um plano estabelecido como marco zero. Abaixo deste, são usados níveis negativos e, trivialmente, positivos acima. O segundo é usado em cortes e fachadas (sendo o único tipo de cotagem aceito nesta última), apesar de que o símbolo [1] seja permitido. Nas cotagens de nível de cortes e fachadas, apenas interessa o nível acabado, não havendo especificação por sigla (N.A. ou N.O.). Não se deve cotar o nível de cada degrau de uma escada, apenas de seus patamares.

Além de todas as regras de cotagem apresentadas, a maior de todas as regras é a legibilidade e funcionalidade na disposição dos elementos de construção das cotas, buscando ao mínimo possível que ocorram cruzamentos entre linhas de cota e auxiliares, linhas de cota/auxiliares/números com o desenho incluindo as hachuras; que as letras sejam limpas, isentas de detalhes curvos e rebuscados. A funcionalidade exigida na elaboração das cotas se faz necessária pensando nas etapas de execução do projeto arquitetônico descrito, de forma que não sobre margens para futuros cálculos.

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O que é Corte?

É a denominação dada a representações de vistas ortográficas e indica basicamente pés-direitos e alturas dos elementos construtivos. São elaborados basicamente para esclarecimentos dos detalhes internos relacionados à altura e que por sua vez não constam na planta baixa. É obtido quando passamos um plano de corte e projeção vertical pela construção, em geral, um plano paralelo as paredes e retiramos a parte frontal e as informações que o complementam.CorteO corte longitudinal é aquele que passa entre a construção de frente para os fundos, e o transversal de uma lateral a outra. Deve mostrar maior número de detalhes e permitir representar paredes, portas e janelas, e visualizar a posição de elementos estruturais e telhados.   A orientação dos cortes é feita na direção dos extremos mais significantes do espaço cortado. O sentido de visualização deve ser indicado em planta, bem como a sua localização.10- corel*Clique na imagem acima, para saber mais.

O que é Coreto?

Denominação dada a um pequeno pavilhão, possui em geral uma estrutura em ferro sobre soco de alvenaria, possui cobertura e é situado ao ar livre, geralmente encontrado em praças públicas ou em jardins.CoretoTem a finalidade de abrigar bandas musicais, festas, apresentação etc.; para fins políticos e culturais.

Conheça também Concha acústica

Concha acústica

O som dos instrumentos musicais propaga-se, salvo algumas exceções, em todas as direções. Quando se criam grandes auditórios, e de forma a não se perder a pressão sonora das orquestras, criam-se conchas acústicas. A concha acústica é um equipamento (fixo ou móvel) disposto à volta da orquestra mas aberto para o lado da platéia, refletindo o som em direção ao público. As conchas acústicas podem ser ao ar livre ou estar dentro de uma sala de espetáculos. As conchas acústicas ao ar livre normalmente são fixas, construídas em alvenaria, podendo no entanto ser em madeira, vidro ou metal. As conchas acústicas nas salas de espetáculos são, normalmente, flexíveis de forma a que a sua presença não impeça a utilização do palco para outro tipo de espetáculos. Sendo amovíveis têm que ser construídas em materiais leves e esbeltos, como a madeira ou fibras de vidro.

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O que é Concreto Pesado?

É a denominação dada ao tipo de concreto armado ou concreto simples, contendo em sua composição agregados graúdos minérios. Sua aplicação mais freqüente na construção de paredes estruturais ou de vedação, compartimentos que necessitem de proteção contra a irradiação como em câmaras de raios X, paredes de reatores atômicos etc.

O   concreto   pesado   é  obtido  através   da   utilização   de agregados com maior massa específica aparente em sua composição, como por exemplo, a hematita, a magnetita e a barita.

Sua dosagem deve proporcionar que a massa específica do concreto atinja valores superiores a 2800 kg/m³, oferecendo à mistura boas características mecânicas, de durabilidade e capacidade de proteção contra radiações.

Este concreto tem sua aplicação mais freqüente na construção de câmaras de raios-X ou gama, paredes de reatores atômicos, contra-pesos, bases e lastros.

Transcrição de Concreto Pesado Para Fins de Blindagem Utilizado na Usina N

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O concreto pesado tem propriedades significativas quando se trata de blindagem. Massa específica elevada, resistência, baixo calor de hidratação e bom desempenho em altas temperaturas são algumas das características que pesam na escolha desse material para essa finalidade. Esse concreto tem a capacidade de enfraquecer a intensidade e o poder de penetração dos raios –x e raios gama. Para a melhor compreensão das propriedades e funções do concreto, foi descrito o estudo feito para a aplicação do mesmo na usina nuclear de Angra l, localizada em Angra dos Reis, assim tendo como base de fundamentação algumas referências no assunto. Os resultados do estudo geraram uma dosagem que por sua vez, satisfez todos os padrões definidos inicialmente.
Introdução
Definição
é obtido com o uso de agregados pesados naturais, esses agregados possuem massa especifica elevada, em torno de 50% maior que a de concretos comuns.
o mesmo deve conter massa especifica seca superior a 2800 kg/m³.
agregados pesados mais utilizados para a produção do concreto pesado são a hematita, a barita e a magnetita.
Propriedades
Atenua os raios-x e raios gama;
Massa específica elevada;
Grande número de átomos de oxigênio e hidrogênio;
Baixo calor de hidratação;
Bom desempenho em altas temperaturas;O concreto de blindagem é utilizado em locais que precisam de proteção contra efeitos radioativos, esta proteção “ocorre na transferência de energia na colisão com os elétrons dos átomos do material.
Exemplos: câmaras de raios-X ou gama, paredes de reatores atômicos, contra-pesos, bases e lastros.

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O que é Concreto Armado?

Denominação dada ao concreto devido ao fato de receber uma armadura metálica que é responsável em resistir os esforços de tração e cisalhamento nas peças que forma. E o concreto em si, resiste à compressão. Tornou-se um dos mais importantes elementos da arquitetura no século XX.

Sua armadura é de estrutura montada por barras de aço de diâmetros variados, que dão resistência à tração.

Para obter um bom concreto devem ser efetuadas as operações básicas de produção deste material. As operações básicas do concreto armado são: Dosagem; Mistura; Transporte; Lançamento; Adensamento; Cura.Usualmente é feito no canteiro de obas com fôrmas de madeira, e quando feitas neste espaço são destinadas em áreas específicas para a sua execução, onde é feita a dobragem do ferro; o concreto feito na central de concretos; e também a central de formas.

É uma mistura de basicamente:

– Agregados graúdos: que são pedras britadas, seixos rolados, etc.       – Agregados miúdos: como areia e pedregulhos.                                               – Aglomerantes: cimento, a cal já não pode ser utilizada, pois acaba corroendo as estruturas de ferro, comprometendo-a.                                  – Água                                                                                                                                         – Adições minerais e aditivos.

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O que é Coluna Jônica?

A ordem jônica é uma das ordens arquitetônicas clássicas, é caracterizada por capitel ornado com duas volutas laterais, uma altura referente a nove vezes maior que o seu diâmetro. Possui base e tem fuste canelado, arquitrave ornamentada com frisos e base simples.

Na arquitetura grega, os templos eram as edificações que despertavam o maior interesse, construídos não só para reunir pessoas em seu interior para cultos religiosos, como também para proteger da chuva ou do sol as esculturas de suas divindades. A característica mais evidente dos templos gregos é a simetria entre o pórtico da entrada – pronau – e o dos fundos – opistódomo.

O núcleo do templo grego era formado pelo pronau, pelo naos (recinto onde ficava a imagem da divindade) e pelo opostódomo. Esse núcleo era cercado pelo peristilo(colunata, ou série de colunas). Em cidades mais ricas, o peristilo chegou a ser formado por duas séries de colunas em torno do núcleo do templo.

O templo era construído sobre uma base de três degraus. O degrau mais elevado chamava-se estilóbata e sobre ele eram erguidas as colunas do peristilo e as paredes do núcleo do templo. As colunas do templo sustentavam um entablamento horizontal, formado por três partes: a arquitrave, o friso, e a cornija. As colunas e o entablamento eram construídos segundo os modelos da ordem dórica ou da ordem jônica.

A Ordem Jônica surge a leste da Grécia oriental e seria, por volta de 450 a.C., adotada também por Atenas. Desenvolvendo-se paralelamente ao dórico apresenta, no entanto, formas mais fluidas e uma leveza geral, sendo mais utilizado em templos dedicados a divindades femininas. A coluna possui uma base larga, tem geralmente nove módulos de altura, o fuste é mais elegante e apresenta vinte e quatro caneluras. O capitel acentua a analogia vegetal da coluna pela criação de um elemento novo entre o coxim e o ábaco de caráter fitomórfico. Este elemento dispõe de dois “rolos” consideravelmente projetados para os lados, as volutas. O friso passa a ter elemento único decorado em continuidade.

O Erecteion de Atenas, talvez o mais belo dos templos jônicos, levantando em honra de um lendário herói ateniense chamado Erecteu, terminou sua construção em 406 a.C., estando localizado sobre a Acrópole da cidade. A ordem jónica percorreu uma lenta evolução desde a sua criação (séc. VI a.C.) até à sua constituição final no período clássico. A ordem jónica é caracterizada pela existência de: uma base seguida ou não de um plinto ; tem igualmente um fuste delgado, na generalidade feito por uma só pedra, que possui mais caneluras, do que as existentes na ordem dórica; estas apresentam-se mais profundas e semicirculares, não possuem quaisquer arestas vivas e a sua ênfase mostra-se pouco notória; do mesmo modo apresenta um capitel muito característico com faces iguais duas a duas (normalmente são quatro volutas ou espirais unidas por linhas curvas); apresenta ainda uma arquitrave composta por três faixas progressivamente salientes e um friso contínuo e decorado.

O estilo jónico revela uma ligação entre o interior e o exterior do templo e entre as paredes e os suportes; nota-se igualmente a existência de colunas esbeltas, decorativas, conectadas com o símbolo feminino e apresentando-se menos rigorosas. Temos como exemplos de templos estritamente ligados com a ordem jónica: o Templo de Atena Níké, o Tesouro de Delfos e o Parténon. A junção da ordem dórica e da ordem jónica originou o que designamos por propileus, ou seja, a entrada monumental dos antigos edifícios gregos.

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O que é Coluna Dórica?

Coluna pertencente à ordem dórica possui simplicidade em sua forma, e das três formas é a mais rústica. Sendo uma versão em pedras das peças de madeira. Neste estilo as colunas têm caneluras, por ser a maneira mais fácil de adornar o tronco de madeira.                           Este tipo de ordem não possui base, tem o fuste canelado e capitel possui filetes que é suportado por ábaco quadrado.

Surgiu nas costas do Peloponeso, ao sul, no início do século VII a.c. A ordem dórica, a mais antiga das existentes na arte grega, apresenta: formas geométricas, regras rígidas, uma elegância formal e um equilíbrio de proporções. É principalmente empregada no exterior de templos dedicados a divindades masculinas e é a mais simples das três ordens gregas definindo um edifício em geral baixo e de caráter sólido. A coluna não tem base, tem entre quatro e oito módulos de altura, o fuste é raramente monolítico e apresenta vinte estrias ou sulcos verticais denominados de caneluras. O capitel é formado pelo équino, ou coxim, que se assemelha a uma almofada e por um elemento quadrangular, o ábaco. O friso é intercalado por módulos compostos de três estrias verticais, os tríglifos, com dois painéis consecutivos lisos ou decorados, as métopas. A cornija apresenta-se horizontal nas alas, quebrando-se em ângulo nas fachadas de acordo com o telhado de duas águas.

A versão romana transmite, em geral, maior leveza através das suas dimensões mais reduzidas.

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O que é Coluna Coríntia?

Coluna caracterizada por folhas de acanto no capitel. E suas principais características são os acantos estilizados, com pontas curvadas para fora, com quatro volutas menores nos cantos; mais esguia com aproximadamente 11 vezes o diâmetro; fuste mais delgado do que a ordem jônica; precisão de detalhes que visava a expressão de luxo e poder; o entablamento e o frontão, ricamente adornados com relíquias.3- Combo 2*Clique na imagem acima, para saber mais.