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Rosácea é:

Caixilho de dimensões grandes e circulares. Ornato colocado no centro dos tetos ou abóbadas que lembra uma rosa.

A rosácea é um elemento arquitetônico ornamental usado no seu auge em catedrais durante o período gótico. Dentro do eixo condutor deste período artístico, a rosácea transmite, através da luz e da cor, o contacto com a espiritualidade e a ascensão ao sagrado.

Trata-se de uma abertura circular onde um desenho geométrico de bandas de pedra (traceria) é preenchido com vidro colorido, vitral. As cores são fortes, acentuando o realismo da representação pela combinação de variados tons da mesma cor.

Localização na catedral

A rosácea apresenta-se sobre o portal da fachada principal a Oeste ou no transepto, em pelo menos um dos seus extremos.

Temas de representação

A decoração é feita no sentido radial, estilizando a representação das pétalas de uma rosa (daí o nome), e relata a história bíblica de uma figura que surge ao centro da composição. Os temas mais retratados abrangem a Virgem com o Menino, cenas da vida de Cristo e dos apóstolos e as mais variadas histórias bíblicas. Raramente se observam símbolos zodiacais ou das estações do ano, assim como referências a heráldica medieval.

Metamorfose formal

A rosácea teve origem no oculus romano transformando-se em janela durante o período românico. Acompanhando, em meados do século XII, o desenvolvimento do gótico e as suas inovações técnicas, em que ao direcionar e distribuir o peso pelas abóbadas e pelos contrafortes se torna possível “abrir” grandes vãos de parede à entrada da luz, a rosácea acaba por aumentar consideravelmente as suas dimensões. Meados do século XIII pode já abranger a largura total da nave.

Nas suas primeiras aparições surge sob um arco circular, como são exemplo disso as rosáceas da Catedral de Mantes, da Catedral de Notre-Dame de Paris, da Catedral de Laon e da Catedral de Chartres e, mais tarde, sob um arco quebrado, como se observa na Catedral de Reims. Em seguida passa a ser inscrita num quadrado, como no extremo sul do transepto da Catedral de Notre Dame em Paris e uma última transformação remete ainda a rosácea para o centro de uma composição de janelas, cobrindo a totalidade da fachada do transepto, como se pode constatar na Catedral de Rouen. No gótico flamejante (gótico tardio) as subdivisões de pedra da rosácea passam a ter um desenho rendilhado de curvas extremamente intrincado (traceria).

 

Régua é:

Prancha estreita e comprida de madeira. perfil quadrado de alumínio que nivela pisos e paredes, enquanto a massa ainda está mole.

 

Rústico é:

Tosco. Simples. Construção feita de acordo com técnicas artesanais que aproveita os materiais da região onde se ergue.

Roxinho é:

Madeira encontrada em Pernambuco. O roxinho recebe o nome de sua cor e serve para a construção de vigas, pilares e dormentes.

Rótula é :

Semelhante ao muxarabiê, é um caixilho de porta ou janela fechado com uma grade de pequenas tiras de madeira cruzadas diagonalmente. Com as rótulas, obtém-se sombreamento nos ambientes, ventilação, e também pode-se olhar para fora sem ser visto.

Rodapé é:

Faixa de proteção ao longo das bases das paredes, junto ao piso. Os rodapés podem ser de madeira, cerâmica, pedra, mármore etc.


 

Ripa é:

Peça de madeira, em que se apóiam as telhas. Qualquer peça de madeira fina, estreita e comprida.

Rococó é:

Vertente do Barroco que se caracteriza pelo excesso de detalhes e adornos, a maioria folhada a ouro. O termo serve também para designar obras e objetos de mau gosto pelo excesso de detalhes.

Retábulo é:

Nas igrejas, peça de madeira ou pedra trabalhada em motivos religiosos na qual se encosta o altar.

Revestimento é:

Designação genérica dos materiais que são aplicados sobre as superfícies toscas e que são responsáveis pelo acabamento.

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