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O que é treliça ?

seloArmação formada pelo cruzamento de ripas de madeira. Quando tem função estrutural, chama-se viga treliça e pode ser feita de madeira, metal ou alumínio. As treliças ou “sistemas triangulados” são estruturas formadas por elementos rígidos, aos quais se dá o nome de barras. Estes elementos encontram-se ligados entre si por articulações/nós que se consideram, no cálculo estrutural, perfeitas (isto é, sem qualquer consideração de atrito ou outras forças que impedem a livre rotação das barras em relação ao nó). Nas treliças as cargas são aplicadas somente nos nós, não havendo qualquer transmissão de momento flector entre os seus elementos, ficando assim as barras sujeitas apenas a esforços normais/axiais/uniaxias (alinhados segundo o eixo da barra) de tracção ou compressão.
Designa-se treliça plana quando todos os elementos da mesma são dispostos essencialmente num plano.A definição de treliça tem, então, como base as seguintes simplificações:
Articulações perfeitas;
Articulações com graus de liberdade de rotação (rótulas);
Ausência de forças aplicadas nas barras.
Para o cálculo de esforços neste tipo de estrutura (quando a treliça apresenta isoestaticidade interna e externa) utilizam-se essencialmente 2 métodos:
Método do equilíbrio dos nós
Método de Ritter.                                                                                                                 fonte: http://www.pinhalarquitetura.com.br

 

O que é átrio ?

Átrio é: 

Principal aposento das casas nos primeiros tempos da Roma antiga. — Era usado como sala de estar e de lazer, e também como cozinha e dormitório. Tinha um fogão central e, no teto, acima dele, uma abertura para deixar sair a fumaça, como nos primitivos salões da Europa. O nome vem da palavra latina atrium, de ater, que significa preto, com referência ao teto enegrecido pela fumaça nesse aposento.

Também é conhecido como a entrada do edifício onde podemos contemplar todo o ambiente interno, que pode ser uma igreja ou um edíficio.

atrio

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O que é vitral ?

Vitral é:

Painel criado por um artista e executado com pedaços de vidro colorido rejuntados com chumbo.

Técnicas:

Abajour Tiffany.
As técnicas utilizadas para a produção de vitrais são:
Tradicional – empregada até aos nossos dias, emprega peças de chumbo em formato de “U” ou de “H” como suporte para os diversos vidros que constituem o painel. A cor nas peças de vidro era originalmente obtida pela adição de substâncias como o bismuto, o cádmio, o cobalto, o ouro, o cobre e outros, à massa de vidro em fusão. De peso elevado, os vitrais assim construídos apresentavam problemas de estrutura, estanquiedade, fragilidade, deformação, corrosão electrolítica, manutenção difícil, além de elevado custo.

Tiffany – criada por Louis Comfort Tiffany no início do século XX, também é referida como vidro e fita de cobre. As peças de vidro, envolvidas pela fita de cobre, são estanhadas e soldadas entre si. A coloração é obtida como na técnica tradicional. Embora pouco usada em grandes superfícies, permite a montagem de pequenas peças em três dimensões, como por exemplo caixas, candeeiros, e outras.

Fusing – consiste em fundir vários vidros num só.

Overlay – ténica contemporânea, que emprega um vidro-base (por exemplo, de tipo martelado, duplo, laminado, temperado ou outros), que recebe uma camada (“layer”) que contem as pistas em relevo e as áreas coloridas. Essa camada pode ser criada diretamente no vidro por reação química de resinas epóxi e materiais compósitos mas há empresas, como a britânica Decra-Led, que fornecem tiras de chumbo e películas de cor auto-colantes que, embora com pouca durabilidade, permitem uma montagem vertical em janelas já existentes.

Termoformado – consiste em dar volume a um vidro plano, utilizando um molde que dá forma ao vidro após este ser fundido a alta temperatura. Em conjunto com a técnica de “fusing” pemite criar vitrais tridimensionais, como por exemplo em candeeiros, cinzeiros, pratos, e outros.

‘Técnica de Grisalha e Esmaltes’ – Usada em conjunto com a técnica “tradicional”. A grisalha é uma “tinta” artesanal usada para pintar pormenores (caras, mãos, sombras) pequenos demais para serem recortados em chumbo. Adere ao vidro depois de um processo de cozedura, resultando geralmente em tons amarelo/castanho. Na sua fórmula entram componentes como o nitrato de prata, goma e componentes mais ou menos secretos ou exóticos, como o vinho ou mesmo a urina. Os esmaltes são produtos transparentes compostos por partículas de vidro e óxidos misturados e levados a uma temperatura de fusão, o que confere cores de grande vivacidade ao vidro.

Gemmail – uma justaposição de fragmentos de vidros coloridos, por vezes superpostos, que são colados uns aos outros, formando composições translúcidas.

Técnica de gravação – também denominada de foscagem, é baseada em moldes em metal, cera ou película, e permite gravar os vidros com ácido ou jato de areia. Por ser acromático, não é considerado verdadeiramente um “vitral”.
Pintura – produz um falso vitral. O vidro substitui a tela como suporte e são empregadas tintas translúcidas. De baixo custo e execução relativamente simples, apresenta baixa longevidade.

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