Casa Pachamanca

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Casa Pachamanca

Ficha Técnica

Arquitetos:  51-1 arquitectos

Localização: Las Casuarinas, Lima, Peru

Autores: César Becerra, Fernando Puente Arnao, Manuel de Rivero

Área: 682.0 m²

Ano do projeto: 2012

Fotografias: Cristobal Palma / Estudio Palma 

Equipe de Projeto: César Becerra, Fernando Puente Arnao and Manuel de Rivero with Edinson Cueva, Sara Gagliarini, David Ávila, Gianfranco Palomino, Mauricio Gilbonio, Militza Carrillo, Eduardo Peláez, Favio Chumpitaz

Construção: Américo Chavez

Engenharia Estrutural: Salcedo Ingenieros

Paisagismo: Luis Camacho

Interiores: Contemporanea, Liz Sosa Design

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Do arquiteto. A Pachamanca é uma técnica milenar peruana de cozinhar sob a terra com pedras e especiarias.

Um casal de cozinheiros nos pediu o projeto de uma casa para eles e suas filhas.

O terreno é um terraço numa colina, com vistas panorâmicas de Lima. Os clientes nos encomendaram uma casa que respeitasse o entorno e que fosse rica em conceitos, não em materiais.

A absoluta falta de chuva em Lima (menos de 8,00 mm por ano) determina uma paisagem árida, onde o verde aparece apenas quando se rega com água trazida dos cumes andinos a cem quilômetros de distância.

Em Lima, o verde é um luxo. Ao invés de um edifício, desenhamos uma paisagem verde exuberante. Os edifícios tendem a envelhecer e a ficarem mais feios, enquanto a vegetação cresce e se torna mais bonita com o passar do tempo.

Manipulando o terreno geramos um relevo, uma paisagem, que tem sua vegetação criada de acordo com as diferentes alturas: árvores; ervas; hortaliças; etc.

Uma vez definida a nova paisagem, esta se habituou ao programa da casa: dormitórios, banheiros, cozinha, sala de jantar, estar, escritório, garagem. Com especial atenção às qualidades espaciais e as vistas geradas.

A casa não possui uma estrutura hierárquica, têm diversas entradas, níveis e percursos, desfazendo o limite entre interior e exterior.

A casa – como uma paisagem exuberante – intencionalmente mostra uma rica diversidade de acabamentos e texturas: diferentes cortes de pedra da área, muitos tipos de madeira reciclada, estampas de concreto, etc.

Barroco e Povera, ao mesmo tempo, como uma Pachamanca.


Esse foi mais um dos Projetos apresentados no ALAC – Atelier Livre de Arquitetura Contemporânea. Um Curso gratuito que sempre está com inscrições abertas para estudantes e profissionais que buscam se atualizar.

Conheça: http://www.colegiodearquitetos.com.br/atelier-livre-de-arquitetura-contemporanea/

Humanização em Plantas

O Curso de Planta Humanizada no CorelDRAW tem objetivo de ensinar uma ferramenta que facilita na venda de Projetos Arquitetônicos.

O Software CorelDRAW, é uma ferramenta gráfica que auxilia nas apresentações e montagens de desenhos gráficos para impressão quer seja um catálogo, revista, banners etc.

A Planta Humanizada no CorelDRAW ajuda na venda de projetos, pois grande parte da população consegue entender os desenhos de plantas ou fachadas feita pelo software.
O Curso do Colégio de Arquitetos apresenta de maneira simples e profissional como utilizar esta ferramenta em  04 horas.

Local do Curso :

Rua Boa Vista, 84 , centro , Mogi das Cruzes.


certificadoProfessor
Paulo Pinhal

Curso com Certificado


Conteúdo:

Introdução ao Corel Draw,  compreendendo o entendimento da arquitetura do software e suas principais ferramentas para a utilização em Plantas Humanizadas. Acompanha 2 apostilas digitais, uma sobre o Corel e suas principais ferramentas e outra sobre humanização de projetos.

Exercícios práticos, importando arquivo do AutoCad e aplicação das ferramentas aprendidas e macetes de rotina de escritório que fazem com que o aluno termine o curso produzindo material satisfatório.


Planta Humanizada – 04 horas presenciais

 

EM BREVE NOVAS TURMAS.

Investimento : 

O valor do investimento é de R$ 200,00 e a inscrição acontece mediante comprovante do pagamento via Pagseguro, que pode ser pagos em parcelas ou com 10% de descontos para os pagamentos a vista.  Clique no botão Pagseguro para fazer a inscrição.




Assim que fizer a inscrição, mandar e-mail para cda@colegiodearquitetos.com.br com nome, endereço, RG e CPF dos alunos que participam do grupo para a confecção dos certificado

INFORMAÇÕES

*O aluno deverá trazer computador e mouse para melhor aproveitamento do curso.

**Caso não atinja o número mínimo de alunos, a data poderá ser alterada.


Cancelamento

* Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, nos informe pelo menos 05 dias de antecedência ao curso;
** Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, após pagamento, será retido 20% do valor do curso referente as taxas operacionais para devolução. O ressarcimento acontecerá no dia 10 do mês subsequente da confirmação de cancelamento e será realizado por transferência bancária.
Certificado
*Será entregue no final do Curso

ENTRE EM CONTATO

Rua Boa Vista, 108– Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
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Em implantação na unidade da Av. Paulista

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BIQ House

A Casa BIQ foi concluída e lançada no final de março de 2013, bem a tempo para ser apresentada como uma das maiores atrações da Exposição Internacional de Construção de Hamburgo (IBA – 2013), na Alemanha.

O projeto foi executado pela empresa de design internacional Arup, pela empresa alemã SSC (StrategicScience Consultants) e elaborado pelo arquiteto Splitterwerkde Graz. E porque ela é tão interessante? Deve ser o que você está se perguntando.

A BIQ é um dos mais perfeitos exemplos de uma casa natural, eficiente e única. Ela é o primeiro edifício do mundo a ter uma fachada com biorreatores. E o que isso significa? Significa que sua fachada produz energia a partir de microalgas que são cultivadas dentro dos elementos de vidro que compõem a sua “bio pele”.

O edifício é praticamente todo revestido com tiras de vidro, semelhantes a persianas, na cor verde, onde são cultivadas as micro algas verdes com fotobiorreatores integrados a reatores. Estas tiras de vidro além de serem utilizadas para produzir energia, podem controlar a luz e proporcionar sombra.

E como ele funciona?

Primeiramente, é muito importante entender que microalgas são produzidas dentro destas células verdes que revestem a fachada do edifício. E que tanto para produzir energia como para gerar sombreamento estas microalgas precisam crescer.

No verão as algas absorvem os raios do sol que, junto com dióxido de carbono e outros nutrientes líquidos – fornecidos através de um circuito de abastecimento interno de água depositados nos painéis – promovem a fotossíntese. Este processo ajuda a alga a crescer e assim propiciar sombreamento no edifício, conseguindo assim, manter a temperatura interna do edifício baixa de uma forma mais natural, sem a necessidade de utilização de um sistema de ar condicionado. Todo este processo de fotossíntese, crescimento e sombreamento podem ser observados a partir do exterior da edificação.

No inverno, o sistema de calefação, responsável pelo aquecimento da casa BIQ, é abastecido pela água quente produzida por estas plantinhas. A fachada recolhe a energia por absorção da luz que não é utilizada pelas algas e gera calor, tal como numa unidade de energia solar térmica, a qual é diretamente usada para a água quente sanitária e para o aquecimento.

Como produz energia?

As algas depois de florescerem e se multiplicarem são colhidas, para assim, serem utilizadas como biomassa na produção de biogás. Este processo acontece na sala técnica da BIQ, com o auxilio de máquinas responsáveis por transformar a polpa grossa e fermentada das algas em biogás. As algas, em comparação com as plantas terrestres, são mais eficientes para este processo, pois produzem até cinco vezes mais biomassa/hectare que as plantas convencionais. E fora isto, possuem muitos óleos que são também utilizados na produção de energia.

Dentro de cada metro quadrado da fachada, é possível extrair cerca de quinze gramas de biomassa por dia, o que ao final de um ano produz cerca de 4500 kWh de energia elétrica – o que equivale a mais ou menos o consumo anual de uma família com quatro pessoas (4000 kWh).

O projeto de arquitetura consiste em um edifício residencial de cinco andares, no qual existem 15 módulos de diferentes tamanhos que variam de 50 a 120 m². O último pavimento, no quinto andar, é o único com um sistema de cobertura e fechamento lateral realizado em alvenaria convencional, enquanto que nos outros andares foram utilizadas as placas de vidro com algas. A ideia dos arquitetos era projetar um modelo de vida futurista e versátil, baseado nos padrões do futuro. O design de interiores foi pensado de modo que as habitações pudessem ser personalizáveis e com possibilidade de serem modificadas simplesmente pressionando um botão.

Por fim, não podemos deixar de ressaltar que o revestimento com algas também servem como um ótimo isolamento acústico. E assim, podemos ver que a tendência para o futuro da construção civil é a de que as fachadas não sejam apenas um elemento de vedação e decorativo, mas um elemento ativo para o funcionamento da edificação.

Segundo o líder de investigação da Arup na Europa, Jan Wurm, “O uso de processos bioquímicos para o sombreamento constitui uma solução realmente inovadora e sustentável, o que é muito importante assistir a sua aplicação num cenário real. Além de gerar energia renovável e promover sombra para manter o interior do edifício refrigerado nos dias ensolarados, o nosso desenho também cria uma aparência interessante que os arquitetos e proprietários irão gostar”.

  1. biorreatores de BIQ são aparafusadas para os lados virados para sul do edifício e são projetados para trabalhar com quase nenhuma intervenção humana ou de limpeza. Cada biorreator é de três polegadas de espessura, mais de oito pés de altura, e tem cerca de seis litros de água entre os painéis de vidro laminado de segurança.
  2. Um sistema circulatório complexo mantém as algas vivo e empurra a água, fósforo e azoto através dos biorreactores. A comida de alimentação de dióxido de carbono vem do tubo de escape de um gerador de rés-do-chão. (Em instalações futuras, as algas pode engolir CO2 emitido a partir de outros prédios.) Explosões de ar comprimido evitar que o crescimento de algas muito grosso, enquanto pequenas contas raspar o vidro e manter os organismos do apego a ele.
  3. Quando as algas reproduzir, eles emitem calor, o que significa que num dia ensolarado a água no bioreactor pode atingir 100 ° F. Que os cursos de água através de um trocador e aquece um segundo abastecimento de água, que circula através de tubos embutidos nos pisos para aquecer os quartos, ou para pré-aquecer a água utilizada nos chuveiros e cozinhas. água quente excesso é armazenado em oito furos 260-plus-pé-profundas sob o edifício. Ao todo, as algas do biorreatores produzir calorias suficientes para aquecer quatro apartamentos durante todo o ano.
  4. Pelo menos a cada semana, as algas são filtrados da água e transportado três milhas a uma universidade, onde são processados ​​para o metano e hidrogênio. Se eles foram queimados, eles poderiam ser usados ​​para gerar eletricidade, embora esta pode ser uma forma dispendiosa e ineficaz para negar as emissões de carbono.

Esse foi mais um dos Projetos apresentados no ALAC – Atelier Livre de Arquitetura Contemporânea. Um Curso gratuito que sempre está com inscrições abertas para estudantes e profissionais que buscam se atualizar.

Conheça: http://www.colegiodearquitetos.com.br/atelier-livre-de-arquitetura-contemporanea/

Aula 04 – Cubismo

Cubismo – O Cubismo é um movimento artístico que ocorreu entre 1907 e 1914, tendo como principais fundadores Pablo Picasso e Georges Braque. O Cubismo tratava as formas da natureza por meio de figuras geométricas, representando todas as partes de um objeto no mesmo plano. A representação do mundo passava a não ter nenhum compromisso com a aparência real das coisas.

O quadro“Les demoisellers d’Avignon” (ou “As Senhoritas de Avignon”, em português), de 1907, autoria de Picasso, é considerado o marco inicial deste movimento inovador.

De modo geral, o cubismo é marcado pela representação de figuras da natureza a partir do uso de formas geométricas, promovendo a fragmentação e decomposição dos planos e perspectivas. O artista cubista deixa de ter o compromisso em utilizar a aparência real das coisas, como acontecia durante o Renascimento.

A arte cubista é considerada uma “arte mental”, onde cada aspecto da obra deve ser analisado e estudado de modo individual.

Cubos, cilindros e esferas são algumas das formas usuais no cubismo, que se distingue da arte abstrata pelo uso concreto de todas as formas.

Além de Picasso e Braque, outros artistas que ficaram imortalizados como ícones desta vanguarda são Juan Gris (1887 – 1927) e Fernand Léger (1881 – 1955).

Fases do Cubismo

O movimento cubista ficou marcado por três fases: o cubismo cézanniano (1907 – 1909), cubismo analítico (1910 – 1912) e o cubismo sintético (1913 – 1914).

Cubismo Cézanniano

As obras de Paul Cézanne serviram de inspiração para a consolidação do cubismo.

Também conhecido por “cubismo pré-analítico”, esta é considerada a fase inicial do cubismo (1907 – 1909), onde a principal base era o trabalho de Cézanne, com forte influência da arte africana e devido ao uso de formas simplificadas.

Cubismo Analítico

É tido como o “cubismo puro” e de difícil interpretação, onde as figuras são decompostas, através do uso de diversas formas geométricas.

As obras permeiam os tons monocromáticos, com predominância do verde, marrom e cinza.

Cubismo Sintético

A grande característica desta fase foi a introdução da técnica de colagem para reconstruir as imagens que outrora eram decompostas.

Ao contrário do cubismo analítico, nesta etapa as imagens passam a manter a sua fisionomia, mas de modo reduzido, apresentando apenas o que for essencial para o seu reconhecimento.

Características do Cubismo

Entre algumas das principais características do cubismo, destaca-se:

  • Utilização de formas e volumes geométricos;
  • Decomposição das imagens em formas geométricas;
  • Reconstrução das imagens através do uso de colagens;
  • Renúncia do uso das perspectivas, principalmente as tridimensionais;
  • Cores fechadas (predominância do branco, preto, cinza, marrom e ocre);
  • Pintura escultórica;
Cubismo no Brasil

No Brasil, as primeiras manifestações do cubismo surgiram após a Semana de Arte Moderna de 1922.

Nenhum artista brasileiro utilizou a essencial pura e bruta do cubismo europeu, no entanto, algumas das características deste movimento foram adotadas por Tarsila do Amaral (1886 – 1973), Anita Malfatti (1889 – 1964), Rego Monteiro (1899 – 1970) e Di Cavalcanti (1897 – 1976).

Cubismo na Literatura

A vanguarda cubista também atingiu outros ramos artísticos, como a literatura.

Neste caso, o cubismo literário focava-se na ideia da “destruição” da sintaxe. Os versos eram fragmentados e descontínuos, ou seja, não há uma linearidade na história narrada.

Um dos principais nomes deste movimento literário foi o poeta francês Guillaume Apollinaire (1880 – 1918).

Clique para conhecer:

01. Cubismo

02. Tratado sobre Cubismo

03. Cubismo 02

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1. O que é o movimento Cubista, qual sua origem e representações?

2. Qual é a influência do Cubismo nas artes?

3. Por que o movimento se chama Cubismo?

4. Quais os principais representantes do movimento Cubista?

5. Quanto tempo durou o movimento Cubista?

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Fauvismo Art Nouveau
Expressionismo Cubismo
Surrealismo Dadaísmo
Futurismo Expressionismo Abstrato
Arte Fantástica Pop Art
Minimalismo Modernismo
Construtivismo Neoplasticismo
Suprematismo Abstracionismo
Vanguardas Européias Vanguarda Russa
Vanguarda Negativa Arte Conceitual
Performance Body Art

 

Aula 03 – Expressionismo

Expressionismo  Denominam-se genericamente expressionistas os vários movimentos de vanguarda do fim do século XIX e início do século XX que estavam mais interessados na interiorização da criação artística do que em sua exteriorização, projetando na obra de arte uma reflexão individual e subjetiva.

O expressionismo é um movimento artístico que procura a expressão dos sentimentos e das emoções do autor, não tanto a representação objetiva da realidade. Este movimento revela o lado pessimista da vida, desencadeado pelas circunstâncias históricas de determinado momento. A face oculta da modernização, o isolamento, a alienação, a massificação se fizeram presentes nas grandes cidades e os artistas acharam que deveriam captar os sentimentos mais profundos do ser humano, assim, o principal motor deste movimento é a angústia existencial.

O maior objetivo é potencializar o impacto emocional do expectador exagerando e distorcendo os temas. As emoções são representadas sem existir um comprometimento com a realidade externa, mas com a natureza interna e as impressões causadas no expectador. A força psicológica está representada através de cores fortes e puras, nas formas retorcidas e na composição agressiva. Desta forma, nem a perspectiva nem a luz importam muito, visto que são propositalmente alteradas. Este movimento artístico surge num período entre-guerras, todo o horror e o desespero sentido pelos acontecimentos da guerra e pelo sentimento da iminência de uma nova situação belicosa, foram colocados nas obras de arte.

Esse movimento é potencialmente a representação dos sentimentos/impressões/desejos entre outras características, dos artistas da época, sobre a realidade que eles tinham ao seu redor. É a principal característica, representar através da expressão dos sentimentos suas criações. Esse movimento surge em oposição ao Impressionismo, pois ressalta a subjetividade das criações. Nada é óbvio, tudo precisa de uma interpretação para ser “entendido”.

Neste movimento, a intenção do artista é de recriar o mundo e não apenas a de absorvê- lo da mesma forma que é visto. Aqui ele se opõe à objetividade da imagem, destacando, em contrapartida, o subjetivismo da expressão. Seu marco ocorreu na Alemanha, onde atingiu vários pintores num momento em que o país atravessava um momento de guerra.

As obras de arte expressionistas mostram o estado psicológico e as denúncias sociais de uma sociedade que se considerava doente e na carência de um mundo melhor. Pode-se dizer que o Expressionismo foi mais que uma forma de expressão, ele foi uma atitude em prol dos valores humanos num momento em que politicamente isto era o que menos interessava.

DANÇA – Mary Wigman foi um grande nome da dança expressionista, porém não foi o único. Ela buscava um uso mais dramático do gesto, tentando expressar com seus movimentos uma narrativa construída para comunicar-se com sua plateia. Wigman não se limitou a propagar modelos apreendidos, para ela era necessário construir uma nova arte, então desenvolveu sua própria dança que ficou conhecida como Ausdrucktanz (literalmente, a dança da expressão). Em suas criações ela relacionava-se com a música de forma a criar uma relação de diálogo com a música, ou seja, para ela a coreografia e a música deveriam ser criados ao mesmo tempo.

CINEMA – Com poucos recursos tecnológicos, se compararmos a atualidade, e com muita imaginação surgiu o cinema expressionista. Assim como nas outras formas de linguagem envolvidas no movimento, o cinema também usava o exagero do sentimento para criar as suas narrativas, para contar as suas histórias. Nesta época a maioria das obras cinematográficas era muda e por isso usavam o recurso de ter algo que tinha a função de uma legenda, contextualizando os acontecimentos para o espectador. Um dos maiores representantes dessa época é o filme Nosferatu, uma sinfonia de horrores, de Friederich Murnau. Mas não podemos deixar de nominar: Fausto, Metrópolis e O Vampiro de Dusseldorf.

MÚSICA – A música expressionista caracteriza-se pela emotividade intensa, dissonâncias extremas, melodias ásperas e angulosas, podendo ser atonal, dodecafônica e/ou serial. Assim como nas outras manifestações artísticas expressionistas, o compositor deposita em sua música seus sentimentos mais profundos, extremos e desesperados, dando à obra um caráter exagerado e soturno. Arnold Schoenberg, Alban Berg e Anton Webern,formadores da “ Segunda Escola de Viena” são os três principais compositores expressionistas, sendo o primeiro o criador do estilo, e os outros dois seus discípulos de maior renome. Atonalidade é a total ausência de uma nota central, esta ausência pode nos causar certo sentimento de confusão e de aleatoriedade nas primeiras audições de músicas atonais. Isso acontece porque temos a tendência de procurar na música dentro do sistema modal e tonal. Da ausência de uma nota central, também segue a ausência de tonalidade e modos, ou seja, na música atonal não existe algo como um acorde maior ou menor, e tampouco escalas ou modos como dórico, frígio etc. A música atonal é considerada por alguns críticos como o tonalismo levado ao extremo. O certo é que a música atonal trouxe para a música uma “liberdade” jamais experienciada antes.

ARTES VISUAIS – O principal precursor deste movimento foi o pintor holandês Vincent Van Gogh, que, com seu estilo único, já manifestava, através de sua arte, os primeiros sinais do expressionismo. Ele serviu como fonte de inspiração para os pintores: Érico Heckel, Francisco Marc, Paulo Klee, George Grosz, Max Beckmann, etc. Há ainda muitos outros pintores, entre eles, Pablo Picasso que também foram influenciados por esta manifestação artística. Outro importante pintor expressionista foi o norueguês Edvard Munch, autor da conhecida obra O Grito.

Clique para conhecer:

01. Expressionismo
Autor desconhecido

02. O Expressionismo, a Alemanha e a ‘Arte Degenerada’
João Grinspum Ferraz

A Casa Amarela – Tradução pelo Youtube

Paul Klee – Diário de um artista

Como os artistas vêem – Tradução pelo Youtube

Artistas brasileiros que participaram do movimento.

Lasar Segall

Anita Malfatti

Di Cavalcanti

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1. O que é Expressionismo e qual sua origem e representações?

2. Qual é a influência do Expressionismo nas artes?

3. Por que o movimento se chama Expressionismo?

4. Quais os principais representantes do movimento Expressionista?

5. Quanto tempo durou o movimento Expressionista?

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Fauvismo Art Nouveau
Expressionismo Cubismo
Surrealismo Dadaísmo
Futurismo Expressionismo Abstrato
Arte Fantástica Pop Art
Minimalismo Modernismo
Construtivismo Neoplasticismo
Suprematismo Abstracionismo
Vanguardas Européias Vanguarda Russa
Vanguarda Negativa Arte Conceitual
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Aula 20 – Arte Conceitual

Arte Conceitual – A arte conceitual é aquela que considera a ideia, o conceito por trás de uma obra artística, como sendo superior ao próprio resultado final, sendo que este pode até ser dispensável. A partir de 1960, essa forma de encarar a arte espalha-se pelo mundo inteiro, abarcando várias manifestações artísticas. Entretanto, desde Duchamp podem ser percebidos os primeiros indícios da sobrevalorização do conceito.

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01. Desmaterialização da Arte

02. A Arte Conceitual e o Espectador

03. Considerações acerca da Arte Conceitual

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1. O que é a Arte Conceitual, qual sua origem e representações?

2. Qual é a influência do Arte Conceitual, nas artes?

3. Por que o movimento se chama Arte Conceitual,?

4. Quais os principais representantes do movimento Arte Conceitual,?

5. Quanto tempo durou o movimento Arte Conceitual,?

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Fauvismo Art Nouveau
Expressionismo Cubismo
Surrealismo Dadaísmo
Futurismo Expressionismo Abstrato
Arte Fantástica Pop Art
Minimalismo Modernismo
Construtivismo Neoplasticismo
Suprematismo Abstracionismo
Vanguardas Européias Vanguarda Russa
Vanguarda Negativa Arte Conceitual
Performance Body Art

 

Museus de Arte pelo Mundo

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Aula 19 – Vanguarda Negativa

Vanguarda Negativa – Vanguardismos negativos são movimentos artísticos que pregam a separação entre a Arte e a sociedade, ao contrário dos movimentos denominados “vanguardismos positivos”, que se desenvolveram em mesma época. Para esses movimentos a arte é indiferente a qualquer elemento exterior a ela mesma, devendo existir por si própria, buscando-se, ao fazê-la, o extremo da qualidade técnica e conceitual que a obra pode adquirir, ficando em segundo plano a preocupação com o sentido ou a mensagem. Essa característica pode ser facilmente observada em poemas surrealistas. Surrealismo, Dadaísmo e Futurismo são os três movimentos constituintes da vanguarda negativa.

 

Clique para conhecer:

01. O Ethos Negativo e a Arte de Vanguarda

02. O Fim das Vanguardas

03. Buerger Peter – Teoria da Vanguarda

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1. O que são as Vanguardas Negativas, qual sua origem e representações?

2. Qual é a influência das Vanguardas Negativas nas artes gráficas?

3. Por que o movimento se chama Vanguardas Negativas?

4. Quais os principais representantes do movimento Vanguardas Negativas?

5. Quanto tempo durou o movimento Vanguardas Negativas?

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Fauvismo Art Nouveau
Expressionismo Cubismo
Surrealismo Dadaísmo
Futurismo Expressionismo Abstrato
Arte Fantástica Pop Art
Minimalismo Modernismo
Construtivismo Neoplasticismo
Suprematismo Abstracionismo
Vanguardas Européias Vanguarda Russa
Vanguarda Negativa Arte Conceitual
Performance Body Art

 

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Aula 12 – Modernismo

Modernismo – Chama-se genericamente modernismo (ou movimento moderno) o conjunto de movimentos culturais, escolas e estilos que permearam as artes e o design da primeira metade do século XX. Apesar de ser possível encontrar pontos de convergência entre os vários movimentos, eles em geral se diferenciam e até mesmo se antagonizam. Encaixam-se nesta classificação a literatura, a arquitetura, design, pintura, escultura e a música moderna.

Clique para conhecer:

01. A Semana de Arte Moderna (1922)

02. Semana de Arte Moderna e o Modernismo Brasileiro

03. A Arte Moderna

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1. O que é o Modernismo, qual sua origem e representações?

2. Qual é a influência do Modernismo nas artes gráficas?

3. Por que o movimento se chama Modernista?

4. Quais os principais representantes do movimento Modernista?

5. Quanto tempo durou o movimento Modernista?

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Fauvismo Art Nouveau
Expressionismo Cubismo
Surrealismo Dadaísmo
Futurismo Expressionismo Abstrato
Arte Fantástica Pop Art
Minimalismo Modernismo
Construtivismo Neoplasticismo
Suprematismo Abstracionismo
Vanguardas Européias Vanguarda Russa
Vanguarda Negativa Arte Conceitual
Performance Body Art

 

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Aula 11 – Minimalismo

Minimalismo – A palavra minimalismo se refere a uma série de movimentos artísticos e culturais que percorreram diversos momentos do século XX e que se preocuparam em se exprimir através de seus mais fundamentais elementos, especialmente nas artes visuais, no design, na música e na própria tecnologia. Em outros campos da arte, o termo também é usado para descrever as peças de Samuel Beckett, os filmes de Robert Bresson, os contos de Raymond Carver e até mesmo os projetos automobilísticos de Colin Chapman, entre outros.

Clique para conhecer:

01. Minimalismo – Victor Flores

02. Design Minimalista e suas Influências

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1. O que é o Minimalismo, qual sua origem e representações?

2. Qual é a influência do Minimalismo nas artes gráficas?

3. Por que o movimento se chama Minimalista?

4. Quais os principais representantes do movimento Minimalista?

5. Quanto tempo durou o movimento Minimalista?

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Fauvismo Art Nouveau
Expressionismo Cubismo
Surrealismo Dadaísmo
Futurismo Expressionismo Abstrato
Arte Fantástica Pop Art
Minimalismo Modernismo
Construtivismo Neoplasticismo
Suprematismo Abstracionismo
Vanguardas Européias Vanguarda Russa
Vanguarda Negativa Arte Conceitual
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Aula 02 – Art Nouveau

Art Nouveau – A Arte nova (do francês Art nouveau [aR.nu’vo]), foi um estilo estético essencialmente de design e arquitetura que também influenciou o mundo das artes plásticas.

Era relacionado com o movimento arts & crafts e que teve grande destaque durante a Belle époque, nas últimas décadas do século XIX e primeiras décadas do século XX. Relaciona-se especialmente com a 2ª Revolução Industrial em curso na Europa com a exploração de novos materiais (como o ferro e o vidro, principais elementos dos edifícios que passaram a ser construídos segundo a nova estética) e os avanços tecnológicos na área gráfica, como a técnica da litografia colorida que teve grande influência nos cartazes.

Devido à forte presença do estilo naquele período, este também recebeu o apelido demodern style (do inglês, estilo moderno).

Clique para conhecer:

01. Artigo – Art Noveau
Prof. Moisaniel

02. Artigo – Art Déco e Art Noveau – Confluências
Rodrigo Fernandes Pissetti
Carla Farias Souza

03. http://artnouveau2a.blogspot.com.br

Alphonse Mucha

Émile Gallé

Louis Comfort Tiffany

Gustav Klimt

Charles Rennie Mackintosh

René Lalique

Antoni Gaudí

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1. O que é a Art Nouveau, qual sua origem e representações?

2. Qual é a influência do Art Nouveau nas artes gráficas?

3. Por que o movimento se chama Art Nouveau?

4. Quais os principais representantes do movimento Art Nouveau?

5. Quanto tempo durou o movimento Art Nouveau?

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Fauvismo Art Nouveau
Expressionismo Cubismo
Surrealismo Dadaísmo
Futurismo Expressionismo Abstrato
Arte Fantástica Pop Art
Minimalismo Modernismo
Construtivismo Neoplasticismo
Suprematismo Abstracionismo
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