Casa Pachamanca

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Casa Pachamanca

Ficha Técnica

Arquitetos:  51-1 arquitectos

Localização: Las Casuarinas, Lima, Peru

Autores: César Becerra, Fernando Puente Arnao, Manuel de Rivero

Área: 682.0 m²

Ano do projeto: 2012

Fotografias: Cristobal Palma / Estudio Palma 

Equipe de Projeto: César Becerra, Fernando Puente Arnao and Manuel de Rivero with Edinson Cueva, Sara Gagliarini, David Ávila, Gianfranco Palomino, Mauricio Gilbonio, Militza Carrillo, Eduardo Peláez, Favio Chumpitaz

Construção: Américo Chavez

Engenharia Estrutural: Salcedo Ingenieros

Paisagismo: Luis Camacho

Interiores: Contemporanea, Liz Sosa Design

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Do arquiteto. A Pachamanca é uma técnica milenar peruana de cozinhar sob a terra com pedras e especiarias.

Um casal de cozinheiros nos pediu o projeto de uma casa para eles e suas filhas.

O terreno é um terraço numa colina, com vistas panorâmicas de Lima. Os clientes nos encomendaram uma casa que respeitasse o entorno e que fosse rica em conceitos, não em materiais.

A absoluta falta de chuva em Lima (menos de 8,00 mm por ano) determina uma paisagem árida, onde o verde aparece apenas quando se rega com água trazida dos cumes andinos a cem quilômetros de distância.

Em Lima, o verde é um luxo. Ao invés de um edifício, desenhamos uma paisagem verde exuberante. Os edifícios tendem a envelhecer e a ficarem mais feios, enquanto a vegetação cresce e se torna mais bonita com o passar do tempo.

Manipulando o terreno geramos um relevo, uma paisagem, que tem sua vegetação criada de acordo com as diferentes alturas: árvores; ervas; hortaliças; etc.

Uma vez definida a nova paisagem, esta se habituou ao programa da casa: dormitórios, banheiros, cozinha, sala de jantar, estar, escritório, garagem. Com especial atenção às qualidades espaciais e as vistas geradas.

A casa não possui uma estrutura hierárquica, têm diversas entradas, níveis e percursos, desfazendo o limite entre interior e exterior.

A casa – como uma paisagem exuberante – intencionalmente mostra uma rica diversidade de acabamentos e texturas: diferentes cortes de pedra da área, muitos tipos de madeira reciclada, estampas de concreto, etc.

Barroco e Povera, ao mesmo tempo, como uma Pachamanca.


Esse foi mais um dos Projetos apresentados no ALAC – Atelier Livre de Arquitetura Contemporânea. Um Curso gratuito que sempre está com inscrições abertas para estudantes e profissionais que buscam se atualizar.

Conheça: http://www.colegiodearquitetos.com.br/atelier-livre-de-arquitetura-contemporanea/

Humanização em Plantas -Corel Curso na Av. Paulista -SP

O Curso de Planta Humanizada no CorelDRAW tem objetivo de ensinar uma ferramenta que facilita na venda de Projetos Arquitetônicos.

O Software CorelDRAW, é uma ferramenta gráfica que auxilia nas apresentações e montagens de desenhos gráficos para impressão quer seja um catálogo, revista, banners etc.

A Planta Humanizada no CorelDRAW ajuda na venda de projetos, pois grande parte da população consegue entender os desenhos de plantas ou fachadas feita pelo software.
O Curso do Colégio de Arquitetos apresenta de maneira simples e profissional como utilizar esta ferramenta em  04 horas.

Local do Curso :  Av. Paulista, 726 – 17 andar – Conjunto 1707 – Bela Vista – São Paulo – SP

(Atendimento de secretaria somente na sede em Mogi das Cruzes – Rua Boa Vista, 108, centro, Mogi das Cruzes – SP)


certificadoProfessor
Paulo Pinhal

Curso com Certificado


Conteúdo:

Introdução ao Corel Draw,  compreendendo o entendimento da arquitetura do software e suas principais ferramentas para a utilização em Plantas Humanizadas. Acompanha 2 apostilas digitais, uma sobre o Corel e suas principais ferramentas e outra sobre humanização de projetos.

Exercícios práticos, importando arquivo do AutoCad e aplicação das ferramentas aprendidas e macetes de rotina de escritório que fazem com que o aluno termine o curso produzindo material satisfatório.


Planta Humanizada – 04 horas presenciais

Turma número 31

Dia 26 de outubro de  de 2017

Horário das 9h00 as 13h00

Investimento

Planta Humanizada
R$ 250,00
28 Outubro 2017
Planta Humanizada
R$ 450,00
28 Outubro 2017
Planta Humanizada
R$ 630,00
28 Outubro 2017
Planta Humanizada
R$ 800,00
28 Outubro 2017

O pagamento da inscrição é a garantia da vaga

Assim que fizer a inscrição, mandar e-mail para cda@colegiodearquitetos.com.br com nome, endereço, RG e CPF dos alunos que participam do grupo para a confecção dos certificados.


As vagas são limitadas e as inscrições deverão ser feitas até o dia 18 de Setembro de 2017.

INFORMAÇÕES

*O aluno deverá trazer computador e mouse para melhor aproveitamento do curso.

**Caso não atinja o número mínimo de alunos, a data poderá ser alterada.


Cancelamento

* Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, nos informe pelo menos 05 dias de antecedência ao curso;
** Em caso de cancelamento da inscrição por parte do aluno, após pagamento, será retido 20% do valor do curso referente as taxas operacionais para devolução. O ressarcimento acontecerá no dia 10 do mês subsequente da confirmação de cancelamento e será realizado por transferência bancária.
Certificado
*Será entregue no final do Curso

ENTRE EM CONTATO

Rua Boa Vista, 108– Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
(11) 2819 3776
(11) 4726 1336 – Atendimento e recados.
(11) 9 7371-0471 – Whatsapp

Em implantação na unidade da Av. Paulista

(11) 3192 – 3968
Email: cda@colegiodearquitetos.com.br

Curso Preparatório para adequação a LOUOS

A LOUOS – Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo de Mogi das Cruzes, importante instrumento urbano e  necessário, deixou de um dia para outro mais da metade da cidade com suas casas em situação irregularidades.

Hoje, por conta da Lei que entrou em vigor em dezembro de 2016, tem tirado o sono de Arquitetos, Engenheiros e Proprietários que precisam vender ou regularizar a propriedade junto a cartório e não tem como aprovar os projetos de construções existentes, dentro das novas regras.

Já existem movimentos de profissionais e proprietários para que sejam feita uma “Anistia” para que as edificações sejam regularizadas e fiquem dentro da lei. A partir dai, todas as construções seguem a legislação.

O problema é que a exemplos de outras experiências no passado com “Anistias”, sempre acontecem em um curto espaço de tempo, pois existem isenções de taxas para estimular a regularização.

OBJETIVO DO CURSO

Pensando nisto é que o Colégio de Arquitetos já começou a montar equipes com os nossos alunos para a elaborarem as peças gráficas necessárias para as regularizações das edificações com supervisão dos nossos professores arquitetos. Este serviço será oferecido para os profissionais Arquitetos, Engenheiros ou Proprietários a custos acessíveis, aproveitando o momento para que os alunos possam praticar a profissão que escolheu.


certificadoProfessor
Paulo Pinhal

Curso com Certificado


CONTEÚDO DO CURSO

  •  Levantamento (as built) de uma construção;
    Conhecendo os métodos e aplicação prática.
  • Cadastramento de todas as informações levantadas;
    Ambientes e suas metragens.
  • Desenho digital da construção no AutoCAD em formato padrão.

Local: Rua Boa Vista, 108 – Centro – Mogi das Cruzes – SP


TURMA – vagas limitadas

Dia 21 de outubro de 2017.

Horário – 9h00 as 18h00

Investimento 

Curso para a Anistia LOUOS
300,00
21 de Outubro 2017
Curso para a Anistia LOUOS
R$560,00
21 de Outubro 2017
Curso para a Anistia LOUOS
R$ 750,00
21 de Outubro 2017
Curso para a Anistia LOUOS
R$ 800,00
21 de Outubro 2017

As inscrições também podem ser feitas via transferência bancária ou diretamente em nossa sede à Rua Boa Vista, 108, centro, Mogi das Cruzes.

INFORMAÇÕES

*O aluno deverá trazer computador e mouse para melhor aproveitamento do curso.

**Caso não atinja o número mínimo de alunos, a data poderá ser alterada.

PRÉ REQUISITO

*Ter conhecimento em AutoCAD 2D básico.


ENTRE EM CONTATO

Rua Boa Vista, 108 – Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
(11) 2819 3776
(11) 4726 1336 – Atendimento e recados.
(11) 9 7371-0471 – Whatsapp
Email: cda@colegiodearquitetos.com.br

Curso de História da Arte do Século XX

Curso de História da Arte do Século XX 

Estrutura Completa do Curso – clique aqui

O Colégio de Arquitetos – Centro de Estudos de Arquitetura e Fomento Cultural é uma associação sem fins lucrativos, onde consta no item 3° de seu estatuto: “Fomentar a arte e a cultura, em todas as suas formas de expressões”. Constam ainda em ata que desde o dia 09 de outubro de 2008, que o Colégio de Arquitetos passou a ser o sucessor e mantenedor do CECAP – Centro Cultural Antônio do Pinhal.
O Curso de História da Arte do Século XX.” que vem funcionando desde janeiro de 2009, com participação de profissionais da área do jornalismo, pedagogia, artes, teólogos e arquitetura.
São estudados os movimentos artísticos do Século XX, bem como os artistas que foram protagonistas dos movimentos, além de exercícios para a reprodução de trabalhos de artes que podem ser: desenhos, vídeos, músicas, textos ou artigos científicos sob a influência do movimento artístico objeto de estudo, produzindo materiais para a mídia em geral e para exposição no CECAP – Centro Cultural Antonio do Pinhal, em Mogi das Cruzes, São Paulo, e outros locais públicos ou privados mediante futuras parcerias.


Requisito Mínimo

O Requisito mínimo para a participação no Curso é ter 18 anos de idade. O Curso é aberto para qualquer pessoa que goste de ler, debater, pesquisar e produzir material para a divulgação dos resultados obtidos nos encontros.


Aprendizagem EAD e atividades obrigatórias

Será disponibilizado conteúdo básico nos sites: www.pinhal.org e www.colegiodearquitetos.com.br com aulas em EAD – Ensino à Distância para os alunos inscritos. É necessário que o aluno assista aos vídeos para o desenvolvimento dos trabalhos que serão passados como exercícios.


INSCRIÇÃO

O aluno deverá fazer sua inscrição diretamente no site www.colegiodearquitetos.com.br, sendo a inscrição confirmada com o pagamento da taxa de matrícula no valor de R$ 35,00 (Trinta e cinco reais)  que dá direito a um Certificado.

História da Arte
R$ 35,00

Carteirinha de Estudantes

Tendo se matriculado o aluno poderá requerer a Carteirinha do CDA para ter acesso com descontos em Museus, Teatros, Cinemas e outros eventos culturais. A validade da carteirinha é de (Um ano), a contar da emissão, sendo que os seus custos e enviou pelo correio são de total responsabilidade do aluno.  A carteirinha é opcional.
Veja exemplo:

Certificado Digital de realização do Curso de História da Arte do Século XX. (Emitido sob as condições apresentadas no item 4.3 Avaliações).


Inscrições abertas para 2017- CURSO ONLINE

Início do Curso: Imediato após confirmação da inscrição.

Os alunos inscritos receberão as informações de acesso ao conteúdo na confirmação da inscrição.


FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO:

Nome Completo

RG

CPF

Data de Nascimento

Endereço Completo

CEP

Bairro

Cidade

Estado

Telefone

Celular

E-mail

captcha

*É necessário enviar uma foto 3×4 em imagem .jpg para a carteirinha do curso, assim que solicitado na confirmação da inscrição. 


Pagamento taxa de matrícula – Pagseguro
(Pode ser paga pelo Pagseguro, Depósito Bancário ou em nossa Sede)

História da Arte
R$ 35,00


CONTEÚDO

Módulo 1 – Conteúdo básico:
Clique aqui para acessar os conteúdos do Curso de História da Arte do Século XX

 

 

 

 

A senha será encaminhada via e-mail para acessar as páginas do curso.

Conheça os Museus de Arte pelo mundo:
http://www.colegiodearquitetos.com.br/museus-de-artes-mundo/


INFORMAÇÕES:

Rua Boa Vista, 108 – Centro – Mogi das Cruzes – São Paulo
Telefones
(11) 2819 3776
(11) 4726 1336
Email: cda@colegiodearquitetos.com.br

BIQ House

A Casa BIQ foi concluída e lançada no final de março de 2013, bem a tempo para ser apresentada como uma das maiores atrações da Exposição Internacional de Construção de Hamburgo (IBA – 2013), na Alemanha.

O projeto foi executado pela empresa de design internacional Arup, pela empresa alemã SSC (StrategicScience Consultants) e elaborado pelo arquiteto Splitterwerkde Graz. E porque ela é tão interessante? Deve ser o que você está se perguntando.

A BIQ é um dos mais perfeitos exemplos de uma casa natural, eficiente e única. Ela é o primeiro edifício do mundo a ter uma fachada com biorreatores. E o que isso significa? Significa que sua fachada produz energia a partir de microalgas que são cultivadas dentro dos elementos de vidro que compõem a sua “bio pele”.

O edifício é praticamente todo revestido com tiras de vidro, semelhantes a persianas, na cor verde, onde são cultivadas as micro algas verdes com fotobiorreatores integrados a reatores. Estas tiras de vidro além de serem utilizadas para produzir energia, podem controlar a luz e proporcionar sombra.

E como ele funciona?

Primeiramente, é muito importante entender que microalgas são produzidas dentro destas células verdes que revestem a fachada do edifício. E que tanto para produzir energia como para gerar sombreamento estas microalgas precisam crescer.

No verão as algas absorvem os raios do sol que, junto com dióxido de carbono e outros nutrientes líquidos – fornecidos através de um circuito de abastecimento interno de água depositados nos painéis – promovem a fotossíntese. Este processo ajuda a alga a crescer e assim propiciar sombreamento no edifício, conseguindo assim, manter a temperatura interna do edifício baixa de uma forma mais natural, sem a necessidade de utilização de um sistema de ar condicionado. Todo este processo de fotossíntese, crescimento e sombreamento podem ser observados a partir do exterior da edificação.

No inverno, o sistema de calefação, responsável pelo aquecimento da casa BIQ, é abastecido pela água quente produzida por estas plantinhas. A fachada recolhe a energia por absorção da luz que não é utilizada pelas algas e gera calor, tal como numa unidade de energia solar térmica, a qual é diretamente usada para a água quente sanitária e para o aquecimento.

Como produz energia?

As algas depois de florescerem e se multiplicarem são colhidas, para assim, serem utilizadas como biomassa na produção de biogás. Este processo acontece na sala técnica da BIQ, com o auxilio de máquinas responsáveis por transformar a polpa grossa e fermentada das algas em biogás. As algas, em comparação com as plantas terrestres, são mais eficientes para este processo, pois produzem até cinco vezes mais biomassa/hectare que as plantas convencionais. E fora isto, possuem muitos óleos que são também utilizados na produção de energia.

Dentro de cada metro quadrado da fachada, é possível extrair cerca de quinze gramas de biomassa por dia, o que ao final de um ano produz cerca de 4500 kWh de energia elétrica – o que equivale a mais ou menos o consumo anual de uma família com quatro pessoas (4000 kWh).

O projeto de arquitetura consiste em um edifício residencial de cinco andares, no qual existem 15 módulos de diferentes tamanhos que variam de 50 a 120 m². O último pavimento, no quinto andar, é o único com um sistema de cobertura e fechamento lateral realizado em alvenaria convencional, enquanto que nos outros andares foram utilizadas as placas de vidro com algas. A ideia dos arquitetos era projetar um modelo de vida futurista e versátil, baseado nos padrões do futuro. O design de interiores foi pensado de modo que as habitações pudessem ser personalizáveis e com possibilidade de serem modificadas simplesmente pressionando um botão.

Por fim, não podemos deixar de ressaltar que o revestimento com algas também servem como um ótimo isolamento acústico. E assim, podemos ver que a tendência para o futuro da construção civil é a de que as fachadas não sejam apenas um elemento de vedação e decorativo, mas um elemento ativo para o funcionamento da edificação.

Segundo o líder de investigação da Arup na Europa, Jan Wurm, “O uso de processos bioquímicos para o sombreamento constitui uma solução realmente inovadora e sustentável, o que é muito importante assistir a sua aplicação num cenário real. Além de gerar energia renovável e promover sombra para manter o interior do edifício refrigerado nos dias ensolarados, o nosso desenho também cria uma aparência interessante que os arquitetos e proprietários irão gostar”.

  1. biorreatores de BIQ são aparafusadas para os lados virados para sul do edifício e são projetados para trabalhar com quase nenhuma intervenção humana ou de limpeza. Cada biorreator é de três polegadas de espessura, mais de oito pés de altura, e tem cerca de seis litros de água entre os painéis de vidro laminado de segurança.
  2. Um sistema circulatório complexo mantém as algas vivo e empurra a água, fósforo e azoto através dos biorreactores. A comida de alimentação de dióxido de carbono vem do tubo de escape de um gerador de rés-do-chão. (Em instalações futuras, as algas pode engolir CO2 emitido a partir de outros prédios.) Explosões de ar comprimido evitar que o crescimento de algas muito grosso, enquanto pequenas contas raspar o vidro e manter os organismos do apego a ele.
  3. Quando as algas reproduzir, eles emitem calor, o que significa que num dia ensolarado a água no bioreactor pode atingir 100 ° F. Que os cursos de água através de um trocador e aquece um segundo abastecimento de água, que circula através de tubos embutidos nos pisos para aquecer os quartos, ou para pré-aquecer a água utilizada nos chuveiros e cozinhas. água quente excesso é armazenado em oito furos 260-plus-pé-profundas sob o edifício. Ao todo, as algas do biorreatores produzir calorias suficientes para aquecer quatro apartamentos durante todo o ano.
  4. Pelo menos a cada semana, as algas são filtrados da água e transportado três milhas a uma universidade, onde são processados ​​para o metano e hidrogênio. Se eles foram queimados, eles poderiam ser usados ​​para gerar eletricidade, embora esta pode ser uma forma dispendiosa e ineficaz para negar as emissões de carbono.

Esse foi mais um dos Projetos apresentados no ALAC – Atelier Livre de Arquitetura Contemporânea. Um Curso gratuito que sempre está com inscrições abertas para estudantes e profissionais que buscam se atualizar.

Conheça: http://www.colegiodearquitetos.com.br/atelier-livre-de-arquitetura-contemporanea/